Foi ao minuto 13, da Jornada 13 do Campeonato Português: "Pavão fez um passe e depois morreu", escreveu o JN no dia seguinte. Por isso, hoje é dia de lembrar o médio portista, que caiu morto no relvado do Estádio das Antas.O 13 do azar de Pavão (alcunha herdada, por jogar de braços abertos), então capitão do FC Porto, foi no dia 16 de Dezembro de 1973. Corria o minuto 13, quando Pavão, fez um passe, para António Oliveira, que se desmarcava no flanco direito, e tombou sobre o relvado.
"50 mil pessoas acabavam de ovacionar a sua última jogada. Foi Oliveira quem recebeu o seu derradeiro passe. Da relva para a maca, desta para o balneário e daqui para a ambulância que o conduziu vertiginosamente para o Hospital de São João - foi este, em resumo, o princípio e o fim do drama que enlutou a festa das Antas", escreveu no dia seguinte, o JN.
Após o desfalecimento, do pulmão do meio campo portista, o jogo prosseguiu, sem que se soubesse do estado de saúde de Pavão.
No fim da partida, havia motivos para festejar. O FC Porto vencia o então líder V. Setúbal por 2-0, e aproximava-se do 1º lugar.
Mas, logo após o final da partida, confirmou-se o pior. Pavão não havia acordado da letargia em que caiu, ao tombar no relvado.
Guedes, defesa do FC Porto, entre um mar de lágrimas, disse "Meu Deus, como é triste esta grande vitória". Já o treinador portista, Bella Gutmann, salientou a qualidade e a importância de Pavão no FC Porto: "Tão bom e tinha só 26 anos. Vai fazer muita falta".
Do lado setubalense, José Maria Pedroto (que já havia passado pelo FC Porto), disse que aquele era o dia mais triste da sua vida.
Os dias que se seguiram, foram claro, de grande consternação e de dor na cidade portuense. 30 mil pessoas, despediram-se nas Antas, do camisola 6.
Após, alguma especulação, a causa da morte de Pavão foi conhecida em Janeiro de 1974. Foi estenose aórtica, uma patologia do coração, que provocou a paragem cardíaca, e claro, a morte do jogador.
Devido a ter essa doença, "Pavão nunca devia ter jogado futebol", escreveu a imprensa da época.
Fernando Pascoal das Neves (simplesmente Pavão, no mundo da bola) nasceu em Chaves, a 12 de Julho de 1947, tendo começado a jogar futebol no D. Chaves. Transferiu-se para o FC Porto, com idade juvenil, sagrando-se campeão nacional de Juniores, na época 64/65. Jogou depois, nove temporadas nos seniores azuis e brancos.
Foi internacional A, por 11 vezes, tendo a sua estreia sido em Lourenço Marques (actual Maputo) frente ao Brasil, tinha ele 20 anos.
36 anos depois, o Porto nunca mais viu um jogador igual a Pavão. Até Sempre !
"50 mil pessoas acabavam de ovacionar a sua última jogada. Foi Oliveira quem recebeu o seu derradeiro passe. Da relva para a maca, desta para o balneário e daqui para a ambulância que o conduziu vertiginosamente para o Hospital de São João - foi este, em resumo, o princípio e o fim do drama que enlutou a festa das Antas", escreveu no dia seguinte, o JN.
Após o desfalecimento, do pulmão do meio campo portista, o jogo prosseguiu, sem que se soubesse do estado de saúde de Pavão.
No fim da partida, havia motivos para festejar. O FC Porto vencia o então líder V. Setúbal por 2-0, e aproximava-se do 1º lugar.
Mas, logo após o final da partida, confirmou-se o pior. Pavão não havia acordado da letargia em que caiu, ao tombar no relvado.
Guedes, defesa do FC Porto, entre um mar de lágrimas, disse "Meu Deus, como é triste esta grande vitória". Já o treinador portista, Bella Gutmann, salientou a qualidade e a importância de Pavão no FC Porto: "Tão bom e tinha só 26 anos. Vai fazer muita falta".
Do lado setubalense, José Maria Pedroto (que já havia passado pelo FC Porto), disse que aquele era o dia mais triste da sua vida.
Os dias que se seguiram, foram claro, de grande consternação e de dor na cidade portuense. 30 mil pessoas, despediram-se nas Antas, do camisola 6.
Após, alguma especulação, a causa da morte de Pavão foi conhecida em Janeiro de 1974. Foi estenose aórtica, uma patologia do coração, que provocou a paragem cardíaca, e claro, a morte do jogador.
Devido a ter essa doença, "Pavão nunca devia ter jogado futebol", escreveu a imprensa da época.
Fernando Pascoal das Neves (simplesmente Pavão, no mundo da bola) nasceu em Chaves, a 12 de Julho de 1947, tendo começado a jogar futebol no D. Chaves. Transferiu-se para o FC Porto, com idade juvenil, sagrando-se campeão nacional de Juniores, na época 64/65. Jogou depois, nove temporadas nos seniores azuis e brancos.
Foi internacional A, por 11 vezes, tendo a sua estreia sido em Lourenço Marques (actual Maputo) frente ao Brasil, tinha ele 20 anos.
36 anos depois, o Porto nunca mais viu um jogador igual a Pavão. Até Sempre !
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