Estreio esta nova rubrica, com uma foto do jogo, entre Portugal e República Checa, a contar para os Quartos de Final, do Euro 96.Portugal vinha de uma excelente campanha na fase de grupos, onde somou duas vitórias e um empate em três jogos: o empate frente à Dinamarca e as vitórias sobre Turquia e Croácia que valeram a Portugal o primeiro lugar no grupo D, à frente dos croatas, que somaram seis pontos.
Portugal chegava aos Quartos de Final, sem ter um melhor marcador. Dos cinco golos apontados na primeira fase, todos eles foram de jogadores diferentes: Sá Pinto, Fernando Couto, Luís Figo, Domingos e João Pinto.
Como habitual nas competições entre selecções, o primeiro de um grupo enfrenta o segundo de outro grupo,
e no "nosso" caminho, ficou a República Checa. Os checos ficaram naquele que podia muito bem ser apelidado de "grupo da morte", pois os adversários eram Alemanha, Itália e Rússia.
Na primeira jornada a equipa de Pavel Nedved (que na altura representava o Sparta de Praga) e companhia, enfrentou a Alemanha, e saiu derrotada por 2-0.
Na jornada seguinte os checos bateram a Itália, por 2-1. Os italianos que eram vice-campeões Mundiais, depois da derrota frente ao Brasil, nos Estados Unidos em 1994.
À entrada para a última jornada, a Alemanha já estava apurada enquanto a última vaga seria disputada entre República Checa e Itália. Os italianos empataram a zero com a Alemanha, enquanto a República Checa concedeu uma igualdade (3-3) frente à Rússia, que somou o seu primeiro ponto.
Estes dois empates, permitiram a qualificação à República Checa, que havia vencido a Itália na jornada anterior.
Nos Quartos de Final, o sonho português morreu aos pés de um senhor chamado Karel Poborsky, que anos mais tarde, viria jogar para Portugal.
Vítor Baía saiu da baliza, e o checo "deu-lhe" um chapéu. Acabou assim a campanha portuguesa em Inglaterra.
O Raúl é um cómico
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