quarta-feira, 23 de junho de 2010

Pedro Barbosa.

Pedro Alexandre Santos Barbosa, nasceu em Gondomar a 6 de Agosto de 1970.
Conhecido no mundo do futebol por Pedro Barbosa, iniciou a sua carreira ao serviço do FC Porto, onde fez toda a sua formação.
Terminada a etapa da formação, ingressou no Freamunde, por empréstimo do FC Porto, durante duas temporadas.
Na primeira temporada em Freamunde (89/90), Pedro Barbosa realizou 28 jogos na II Divisão (equivalente à Liga Vitalis) e marcou 4 golos.
Em 90/91, já o segundo escalão se denominava II Divisão de Honra, Pedro Barbosa manteve os registos idênticos aos da temporada anterior. Fez 28 jogos e marcou 5 golos.
As boas exibições, valeram-lhe a transferência para o V. Guimarães, da I Divisão.
A primeira temporada, funcionou a "meio-gás" para Barbosa, já que participou em apenas 17 jogos, tendo marcado dois golos.
Na época seguinte, assumiu maior protagonismo na equipa vitoriana, ao realizar 29 jogos, e ao marcar nove golos.
Manteve-se como uma das principais figuras da equipa, nas duas temporadas seguintes: em 93/94, 31 jogos e 4 golos; em 94/95, 31 jogos e 6 golos.
A qualidade de jogo que demonstrou ao serviço do V. Guimarães, despertou a cobiça do Sporting, que o contratou em Abril de 1995, ainda a época não tinha terminado.
Pedro Barbosa, talvez nunca imaginou, que só iría sair do Sporting dez anos depois.
Em 95/96 participou em 22 jogos e marcou 9 golos, contribuindo para o 3º lugar final da equipa no Campeonato. Números positivos para quem se estreava com a camisola de um dos principais clubes portugueses.
Na época seguinte (96/97), a campanha do Sporting no Campenato foi melhor do que a anterior, e para isso contribuiu Pedro Barbosa, que participou em 30 jogos e marcou cinco golos.
Depois, vieram dois 4ºs lugares para o Sporting: Em 97/98 Barbosa fez 27 jogos e marcou um golo; em 98/99 participou em apenas 18 jogos e marcou dois golos.
Em 99/00, a aposta da SAD do Sporting foi clara: o objectivo era a conquista do título. O tal título que não "caía" para a formação leonina há 18 anos, foi conquistado em 2000.
Para esse feito, foi importante a "ajuda" de Pedro Barbosa: 31 jogos e 2 golos.
Em 00/01, "PB" participou em 22 jogos e marcou sete golos, mas o Sporting acabou o campeonato no 3º lugar.
Na temporada seguinte, Pedro Barbosa participou em 27 jogos e marcou três golos, ajudando o Sporting a sagrar-se novamente Campeão Nacional.
Em 02/03, Barbosa já teve um papel mais "secundário" na equipa do Sporting, ao participar em 24 jogos, tendo sido suplente utilizado em doze ocasiões. Ainda assim, marcou dois golos.
Em 03/04, voltou a ser uma das principais figuras do Sporting, ao participar em 27 jogos (25 como titular) e ao marcar nove golos.
Finalmente, em 04/05, participou em 30 jogos (apenas 12 como titular) e marcou um golo. Depois de ter ajudado o Sporting a chegar à final da Taça UEFA, colocou um ponto final na sua carreira de futebolista, depois da derrota leonina precisamente na final da Taça UEFA perante o CSKA de Moscovo realizada em...Alvalade.
Em 2006, foi apresentado como o novo director-desportivo do Sporting, cargo que manteve até Outubro de 2009, altura em que saiu juntamente com Paulo Bento do clube leonino.
Pedro Barbosa, representou a Selecção A de Portugal em vinte e duas ocasiões, tendo marcado cinco golos. Foi ainda internacional sub-21 por uma ocasião e internacional sub-19 por doze vezes. Era médio ofensivo.
(Nas Antas frente ao FC Porto, disputando um lance com Aloísio, na temporada 96/97.)
Palmarés de Pedro Barbosa como jogador:

Campeão Nacional: 2 (Sporting - 1999/2000; 2001/2002)
Taça de Portugal: 1 (Sporting - 2001/2002)
Supertaça Cândido de Oliveira: 2 (Sporting - 1999/2000; 2001/2002)

1 comentário:

  1. Isto esta errado: "iniciou a sua carreira ao serviço do FC Porto, onde fez toda a sua formação."

    Ele iniciou a sua carreira nas escolinhas do Clube Atlético de Rio Tinto, onde residia a 500mts do estádio, e onde esteve até aos juniores, altura em que foi captado pelo F.C.Porto onde fez os juniores.

    É triste quando se perde a humildade e quer-se esquecer as raizes e, até os amigos dessas alturas mais dificeis.

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