quinta-feira, 18 de março de 2010

Foi há 46 anos: Sporting cilindrou Manchester United.

Os sportinguistas têm fortes razões para acreditarem no "18 de Março". É que faz hoje precisamente 46 anos, que o "Leão" cilindrou o Manchester United em Alvalade por 5-0, em jogo a contar para a 2ª mão dos quartos-de-final da extinta Taça das Taças.
Foi a 18 de Março de 1964. O leão rugiu mais alto em casa, depois de ter sido goleado por 4-1 em Old Trafford.
Convém lembrar, que depois disto os leões seguiram imparáveis rumo à conquista do troféu, e antes do Man. United, já tinham sido eliminados pelo Sporting, Atalanta (Itália) e Apoel Nicosia (Chipre).
Voltando ao jogo em si, o primeiro golo surgiu pouco depois do começo da partida, e aos 11' já o Sporting vencia por 2-0. Bis de Osvaldo Silva.
Ao intervalo, a vantagem leonina era justissíma.
Na 2ª parte, os leões voltaram a entrar muito fortes, e em 19' minutos resolveram de vez a eliminatória.
Géo fez o 3-0 aos 47', Morais fez o 4-0 aos 52', e aos 64' Osvaldo Silva, fez "hat-trick", na marcação de um livre directo a mais de 35 metros da baliza.
Até ao fim, o Sporting nunca vacilou, e humilhou escandalosamente o Man. United de Bobby Charlton, Dennis Law e George Best.
No fim, o técnico do United, o lendário Matt Busby estava completamente rendido à superioridade leonina, e realçou que os leões seriam vencedores da Taça das Taças.
Também a 18 de Março, mas de 1986, o Sporting foi derrotado em casa pelo Colónia da Alemanha, por 2-0, em jogo a contar para a Taça UEFA.
Logo mais, ficaremos a saber, se os "5-0" ao Man. United serviram de inspiração, para tornar o dia 18 de Março, ainda mais marcante na história do Sporting.

Recorde o 11 leonino frente ao Man. United:

Carvalho; Pedro Gomes, Hilário, Alexandre Baptista e José Carlos; Fernando Mendes e Géo; Mascarenhas, Figueiredo, Morais e Osvaldo Silva;

(Nota: A foto mostra-nos Figueiredo a festejar um dos cinco golos marcados.)

terça-feira, 16 de março de 2010

III Divisão: SJ Vêr - Penalva do Castelo acabou muito para lá da 'hora'

Este domingo foi dia de emoções fortes no futebol português, como já se viu pelos incidentes verificados no jogo da II Divisão entre Boavista e Lousada.
Na III Divisão, disputou-se a última jornada da primeira fase, e na Série C, SJ Vêr e Penalva do Castelo, tinham ambos hipóteses de figurarem no lote de seis equipas que disputará a subida à II Divisão.
O jogo terminou empatado a duas bolas, com a equipa local fora dos seis primeiros e com o Penalva a figurar no lote de equipas que pode subir à II Divisão.
Numa partida em que o futebol e os jogadores deviam ser os principais protagonistas, acabou por ser o árbitro da partida, José Silva, que viajou de Braga, quem assumiu todo o protagonismo.
A expulsão do técnico da equipa da casa, à passagem do minuto 30', e o vermelho directo mostrado a Cancela, jogador do SJ Vêr, aos 37' por uma agressão, que alegadamente não existiu, foram os primeiros motivos de fúria dos adeptos da turma da casa.
Alheio a tudo isto, o Penalva aproveitou para inaugurar o marcador em cima do intervalo, graças a um golo de Hélder Rodrigues.
Depois do intervalo, o SJ Vêr procurou o empate, mas voltaria a ficar reduzido:desta vez foi Zé Tó o jogador expulso, mas por acumulação de amarelos, marcava o relógio o minuto 57'.
Com tantas contrariedades, os da casa uniram-se ainda mais, e aos 59' Rui Dolores - que em tempos jogou na I Liga - empatou a partida.
Os da casa não demorariam muito a fazer o segundo golo, e aos 77' minutos, na sequência de um pontapé de canto, Fredy saltou mais alto que tudo e todos, e de cabeça fez o 2-1.
O tempo ia passando, mas lentamente, pois o guardião do SJ Vêr, Nuno Oliveira, esteve cerca de dez minutos estendido no relvado para ser assistido, acabando mesmo por ser substituido pelo júnior Nélson.
O principal motivo da muita polémica envolvida em torno deste jogo, aconteceu ao minuto 90' quando o árbitro da partida concedeu treze (!) minutos de compensação, marcava o meu relógio 16:47.
Os 13' minutos passaram, e aos 16' (!), José Silva assinalou grande penalidade a favor do Penalva do Castelo, por pretensa mão na bola de Fredy.
Hélder Rodrigues converteu a grande penalidade com êxito 106' minutos de jogo, quando o meu relógio já marcava 17:03. De 13' minutos dados acabaram por se jogar 16'. Inacreditável.
Mal o Penalva chegou ao empate, o árbitro da partida terminou o jogo, e refugiou-se de imediato no balneário 'abandonando' os seus assistentes.
Depois disto, várias dezenas de adeptos do SJ Vêr concentraram-se junto ao balneário da equipa de arbitragem, tendo sido preciso reforço policial, para que o trio vindo de Braga, abandona-se as instalações do Sporting Clube São João de Vêr.
Cenas lamentáveis no futebol, que marcaram um domingo que havia ser de festa, e que acabou manchado por sangue em alguns campos do nosso País.

segunda-feira, 15 de março de 2010

II Divisão: Jogo Lousada - Boavista terminou em violentos confrontos

O jogo a contar para vigésima terceira jornada da Zona Norte da II Divisão, entre Lousada e Boavista, terminou em violentos confrontos entre adeptos de ambos os clubes, envolvendo as forças policiais pelo meio.
Tudo terá começado devido à expulsão do técnico axadrezado Vítor Paneira. Depois disto, adeptos do Lousada (incluindo o seu presidente) terão tentado agredir jogadores do Boavista, o que levou os adeptos boavisteiros a defenderem os "seus" atletas.
O árbitro da partida, Manuel Silva de Braga, viu-se mesmo obrigado a interromper o jogo durante alguns minutos, até que os ânimos acalmassem.
Ainda antes do termo do jogo, adeptos do Boavista terão tentado aceder à área reservada apenas a adeptos do clube da casa.
Como não conseguiram, foi já no exterior do estádio que os cerca de trezentos adeptos do clube do Bessa, lançaram paralelos em direcção à bancada onde se encontravam os adeptos do Lousada, tendo partido os vidros da cabine de imprensa, que acabaram por atingir o público afecto à formação da casa.
A resposta surgiu de imediato, com os adeptos lousadenses, a atirarem os vidros partidos para os boavisteiros ainda presentes no estádio.
No exterior do estádio, os confrontos continuaram e nem a GNR os evitou. Só com a chegada das forças de intervenção rápida, os ânimos serenaram de vez.
De tudo isto, resultaram nove feridos (seis civis e três militares da GNR), dois adeptos do Boavista detidos, e ainda um outro constituido arguido.
Dentro de campo, o Lousada venceu por duas bolas a zero com golos do 'veterano' Sérgio Gameiro e de Nélson Campos.

sábado, 13 de março de 2010

"Novo" Maia já luta para subir.

A extinção do departamento sénior do FC Maia, graças às várias dívidas que o clube ainda não saldou, "obrigou" a população maiata a criar um novo clube.
O Futebol Clube da Maia Lidador, foi criado em 2009, com o único propósito de substituir o FC Maia.
Aliás, tudo se mantém igual (ou quase tudo): o presidente e o elenco directivo é o mesmo que (ainda) gere o FC Maia; o estádio é o mesmo, e as cores do clube também; apenas o nome e o símbolo, mudaram.
O Futebol Clube da Maia Lidador, actualmente disputa a II Divisão Série da AF Porto (terceiro escalão distrital), e ocupa o 3º lugar com 50 pontos, em 23 jogos, mas menos um jogo que o líder, Labruge.
No plantel, destacam-se os regressos de Murdock (passou pelo FC Maia em 07/08), e de Nuno Maia, jogador formado no clube maiato.
O restante grupo que compõe o plantel, é formado por muitos jovens oriundos da "cantera" maiata, e por jogadores com experiência nos campeonatos nacionais, e alguns nas divisões distritais do Porto.
Ao "encargo" do Maia Lidador, estão além da equipa sénior, os Juniores, Juvenis e Escolas, bem como a equipa feminina.

Históricos do Nosso Futebol: FC Maia

Fundado a 4 de Abril de 1954 o Futebol Clube da Maia, tem a sua sede na cidade da Maia, e é actualmente presidido por António Oliveira e Silva.
Entre a sua fundação e 1987, o FC Maia disputou os distritais da A. F. Porto.
Precisamente, em 1987, conseguiu a proeza de ascender aos campeonatos nacionais pela primeira vez na sua história.
Disputou depois, a III Divisão, por duas temporadas: 87/88 e 88/89. Tendo terminado em 3º e 2º, respectivamente.
O 2º lugar de 88/89 valeu a subida à II Divisão, onde o clube viria a terminar o campeonato em 5º lugar.
Este 5º lugar, acabou por valer mais uma promoção, agora devido à reformulação da II Divisão, que passou a denominar-se II Divisão B.
Em 89/90, o FC Maia disputou então a Liga de Honra. Na estreia no segundo maior escalão do futebol português, os maiatos não evitaram a descida, apesar do 17º lugar, entre 20 equipas.
Disputaram, depois, seis temporadas consecutivas na II Divisão B, Zona Norte.
Um 3º lugar (91/92), dois 4ºs lugares (92/93 e 93/94), um 11º (94/95), um 6º (95/96), e finalmente o 1º lugar em 96/97 que valeu o regresso à Liga de Honra, foram as classificações do Maia nas seis temporadas consecutivas que passou na II Divisão B.
No ano de regresso à Liga de Honra, o Maia obteve um tranquilo 9º lugar, bem a meio da tabela.
Este resultado, foi o pronúncio, daquilo que o Maia faria na segunda liga.
Foram, depois, mais oito temporadas no segundo escalão.
Tendo o melhor resultado, sido o 4º lugar final em 2000/2001, quando o FC Maia, perdeu a hipótese de subida na última jornada, isto apesar de ter ganho o seu jogo.
A pior classificação maiata, foi em 2005/2006 (por sinal a última época na Liga de Honra), com a obtenção do 18º e último lugar, o que valeu a descida à II Divisão B.
Pelo meio, o Maia fez sempre campeonatos tranquilos, tendo apenas por duas vezes tentado a subida. Além de 2000/2001, foi em 2003/2004, que o FC Maia, terminou o campeonato em 5º lugar, bem perto dos lugares de promoção.
Em 2006/2007, no regresso ao terceiro escalão do futebol português, nove anos depois da última participação, o Maia voltou a descer de divisão.
Apenas 22 pontos conquistados, e o 14º e último lugar, valeram a queda do FC Maia, em apenas dois anos da Liga de Honra à III Divisão.
Na III Divisão, o FC Maia não teve vida fácil.
Um mau início de primeira fase, antevia nova descida. Mas, uma recuperação extraordinária, sob a batuta do campeão europeu, Carlos Secretário, deu uma "nova vida" ao clube, que acabou por terminar no 9º lugar entre 14 equipas.
A 2ª Fase, seria de vida ou de morte, e os maiatos não deixaram escapar a opurtunidade de se manterem na III Divisão.
4 vitórias e 2 empates, em 6 jogos, permitiram ao Maia, o 2º lugar num grupo de quatro equipas, apenas superado pelo Rebordosa.
A manutenção foi complicada, mas teve um sabor especial, por ter sido conquistada contra tantas adversidades.
Para 2008/2009, o FC Maia, tinha já o seu plantel composto e preparado para competir, mas os vários impedimentos que foram aparecendo ao longo de Agosto e Setembro, foram adiando a inscrição da equipa.
Inicialmente eram precisos, 340 mil euros, que foram conseguidos com muito esforço, mas um inesperado aumento à última hora de 40 mil euros, foi fatal para o departamento sénior do FC Maia.
O clube acabou por ser excluido pela FPF, depois de ter faltado aos jogos com Torre Moncorvo (campeonato) e Cova da Piedade (Taça de Portugal), e de ter adiado as partidas frente a Lixa e Alpendorada (ambas para o campeonato).
O FC Maia, usava camisola azul e vermelha, com listas verticais, calção azul e meia vermelha, e disputava os seus jogos caseiros no Estádio Prof. Dr. Vieira de Carvalho.
Actualmente, o clube funciona apenas com as equipas de Iniciados e Infantis.
Das suas camadas jovens saíram jogadores como: Paulo Jorge (ex Benfica e Boavista, actualmente no Marítimo), Malafaia (ex Leixões), Paiva (ex V. Guimarães e Rio Ave), Igor (ex E. Amadora e V. Setúbal, e actualmente Levante de Espanha), entre outros.

Palmarés do FC Maia:
Campeonato Nacional da II Divisão B: 1 (1996/1997)
Campeonato da Divisão de Honra da AF Porto: 1 (1986/1987)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Nuno Assis na Selecção ? Eis a questão

Muito se tem falado sobre quem será o organizador de jogo de Portugal no Mundial que decorrerá este ano.
Os poucos minutos de Deco no Chelsea, e a época algo irregular de João Moutinho no Sporting, deixam algumas dúvidas sobre quem será o "10" da Selecção.
Em Guimarães, mora o 5º classificado da Liga. Um Vitória que está longe daquele Vitória que há 2 anos foi 3º à frente do Benfica. Longe, mas não muito.
Ora, é precisamente na "Cidade Berço" que muitos acreditam, estar o jogador que dará a Portugal a dinâmica que é precisa no meio-campo.
Nuno Assis, aos 32 anos, atravessa uma excelente forma física, e as últimas exibições fazem sonhar o "Rato Atómico" com uma possível chamada para África.
Em Guimarães, ninguém duvida. Paulo Sérgio (treinador) e os adeptos acreditam que Nuno Assis, tem tudo para ser o nr. 10 de Portugal, e até já há quem queira criar uma petição online a favor da chamada de Assis.
O próprio jogador, admite que "ainda sonha", mas será dificil dado, que não esteve presente na última convocatória, que foi para o jogo com a China.
"Sei que é complicado, ainda por cima depois de não ter integrado a última convocatória, da qual terão feito parte a maior parte dos jogadores que estarão no Mundial, mas não perco a esperança e continuo a sonhar" citou.
Aos 32 anos, Assis é a par de Roberto, o melhor marcador dos Vimaranenses na Liga, com quatro golos apontados.
O próprio admitiu, que a veia goleadora o tornou "mais jogador".
"Todos me diziam que o meu grande problema era marcar pouco e que, quando começasse a marcar com regularidade, me tornaria muito mais jogador" disse.
O Mundial está ai à porta, e a convocatória final de Queiroz também...Mas para Nuno Assis, "enquanto houver vida, há esperança".

segunda-feira, 8 de março de 2010

Djalmir

Em mais uma incursão pelos futebolistas a actuarem nos campeonatos portugueses, era inevitável falar de Djalmir, não só pelo bis de sábado no Dragão, mas por tudo aquilo que já deu ao futebol português, e nos últimos anos à Olhanense.
Djalmir Vieira de Andrade, nasceu em Aracajú (Sergipe), a 22 de Março de 1976.
Conhecido apenas pelo seu primeiro nome no mundo de futebol, Djalmir iniciou tarde a sua carreira como futebolista profissional: foi em 1998, ao serviço do Sergipe onde permaneceu até 2000, altura em que se mudou para o Cascavel.
Ainda no ano de 2000, chegou a Portugal, para representar o Famalicão, que competia na II Divisão B. Em vinte e sete jogos, apontou quinze golos e um dos apanha-bolas do clube famalicense dava pelo nome de...Ukra.
Na temporada seguinte, deu seguimento à sua veia goleadora, e apontou quinze golos em catorze jogos. Isso foi o suficiente, para se tornar reforço do Belenenses para a segunta metade da temporada. Participou em onze jogos, e apontou um golo.
Manteve-se em Belém na temporada seguinte, participando apenas em treze jogos, todos eles como suplente utilizado. Ainda assim, marcou três golos.
Rumou depois ao Norte, mais concretamente ao Salgueiros, para a temporada 2003/2004. Em vinte e nove jogos que participou (dezasseis como suplente utilizado), apontou seis golos.
Tinha contrato para 2004/2005, mas o fim do futebol profissional do clube de Vidal Pinheiro, permitiu a Djalmir sair a custo zero. Permaneceu pelo Norte do País, rumando desta feita ao Feirense.
Em duas épocas, no clube de Santa Maria da Feira, participou num total de cinquenta e seis jogos na Liga de Honra, tendo apontado dezanove golos.
Saiu em 2006, rumo ao Algarve, para representar a Olhanense. Nas duas primeiras temporadas, participou num total de quarenta e nove jogos, apontando dezoito golos.
A temporada passada, foi de glória para a Olhanense e para Djalmir: os vinte golos, em vinte e sete jogos, do brasileiro, ajudaram e de que maneira o conjunto algarvio na ascensão à Liga Sagres.
Djalmir, sagrou-se mesmo, o melhor marcador da Liga Vitalis 2008/09, o que lhe valeu uma comparação com Liedson do Sporting, e outra com...Deus.
"Djalmir Resolve" e "Deus perdoa, Djalmir não" foram alguns dos cartazes mais vísives ao longo da temporada, nas bancadas dos adeptos do Olhanense.
Esta temporada, no regresso ao primeiro escalão, seis anos depois da última participação, Djalmir apenas se estreou em Novembro, devido a ter sido operado ao joelho direito em Agosto.
Até ao momento, já participou em nove jogos (sete como titular) e apontou cinco golos, dois dos quais no último sábado em casa do TetraCampeão, FC Porto.
Aos trinta e três anos (perto dos trinta e quatro), Djalmir continuará, certamente, a resolver jogos num estádio perto de si.

domingo, 7 de março de 2010

Nigéria: Faleceu Endurance Idahor.

A Nigéria e todo o Universo do Futebol, está de luto.
Endurance Idahor (na foto), nigeriano, de 25 anos, que jogava no Al-Merreikh do Sudão, faleceu ontem a caminho do hospital.
O atleta foi titular, na partida frente ao Al-Amal, do campeonato sudanês, mas viria a desmaiar em pleno terreno de jogo, quando procurava ganhar posição na marcação de um livre.
Apesar da resposta rápida dos médicos presentes no recinto desportivo, o jogador acabou por seguir rumo a um hospital, e viria a falecer durante a viagem.
Idahor, nasceu em Edo, na Nigéria, no dia 4 de Agosto de 1984, e completou a formação no Igbino Babes, clube que também representou enquanto sénior.
Representou ainda no seu país, o Julius Berger e o Dolphins FC.
Em 2006, tornou-se jogador do Al-Merreikh, tendo sido pelo meio emprestado ao Al-Nasr do Dubai, em 2009.
Endurance Idahor, foi ainda internacional sub-23 pelo seu país, tendo apontado 7 golos, em 17 jogos.
O Al-Merreikh, seu último clube, emitiu um comunicado a enaltecer o profissionalismo deste jovem nigeriano, que perdeu tragicamente a vida, a fazer o que mais gostava.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Liga suspende dois jogadores por doping.

A Comissão Disciplinar da Liga, suspendeu esta quinta-feira dois jogadores por doping.
Curiosamente, ambos actuam na Liga Vitalis.
Diego Navarro (na foto), defesa esquerdo do Covilhã, foi suspenso por um ano pela Comissão Disciplinar da Liga, devido à utilização de substâncias dopantes.
O jogador argentino de 19 anos, pertecente aos quadros do Belenenses já se encontrava suspenso preventivamente desde Outubro e, como tal, terá de cumprir o resto do castigo, que serão mais sete meses sem competir.
Diego acusou positivo depois de um controlo surpresa realizado a 21 de Agosto do ano passado, durante um treino da pré-época do Belenenses.
O futebolista foi depois emprestado ao Sporting da Covilhã, na Liga de Honra, clube que já tinha representado na temporada anterior.
Pelas mesmas razões, o guarda-redes do Carregado, Hugo Félix, também foi suspenso pelo mesmo organismo por oito meses.
O controlo realizou-se após o desafio frente ao Aves, na 5ª jornada da Liga de Honra, que ocorreu no dia 29 de Setembro do ano passado.
A contra-análise confirmou o primeiro resultado. O jogador encontrava-se suspenso preventivamente desde Janeiro.

segunda-feira, 1 de março de 2010

União de Lamas: Comissão Administrativa promete resolver problema.

Em resposta às declarações dos atletas canarinhos ao JN, o presidente da Comissão Administrativa que gere o clube lamacense, diz que o clube está a ser vítima de chantagem.
Para Manuel Fontes, os seis jovens decidiram fazer as acusações depois de saberem, que não haviam sido seleccionados para integrarem o plantel do U. Lamas.
"Estamos a ser vítimas de chantagem por parte de seis elementos que não foram escolhidos. Só decidiram fazer estas acusações depois de saberem que não ficariam no clube" disse o presidente do União, em conferência de imprensa, no passado dia 26 de Fevereiro.
A resposta da Comissão, surgiu depois dos atletas terem dito que o União de Lamas não lhes fornece alimentação, e não permite o uso dos chuveiros.
Manuel Fontes, disse ainda que o visto de permanência é "válido por 90 dias" e não por 30 como dizem os jogadores.
Sobre o protocolo estabelecido com a empresa que trouxe os jogadores para o nosso país, o responsável pelo União de Lamas disse que lhe pareceu ser um protocolo "vantajoso para o clube".
Referiu ainda que depois do sucedido, tão cedo "não vem ninguém para o União de Lamas".
"Acreditámos na boa fé das pessoas e facilitámos" citou.
"Eles deviam ter ficado apenas por trinta dias, mas como a maioria ainda não tinha equipa interessada, acedemos ao pedido dos jogadores e do empresário para ficarem mais uns dias" concluiu.
Do grupo de 16 jogadores que chegou a Lamas no principio do ano, restam 8. 2 foram seleccionados para integrarem o plantel lamacense, e os restantes seis têm de abandonar as instalações do clube até ao próximo dia 6 de Março.
Para voltar ao Brasil, têm de pagar uma taxa relacionada com o voo, no valor de 180 euros, mas os jogadores dizem não possuírem essa verba.
No entanto, e apesar de não ter qualquer contrato estabelecido com os atletas, o União de Lamas promete resolver a situação, por uma "questão humanitária".