O voleibol, prima por ser um desporto que se joga com as mãos.
No entanto, com o passar dos anos, a modalidade evoluiu, e agora, pode-se jogar com qualquer parte do corpo.
Na Liga Italiana de voleibol, o Diatec Trentino venceu fora de portas o Lube Banca Marche Macerata por 3-2, mas a equipa da casa, conseguiu um ponto no mínimo, curioso.
Após um bloqueio da equipa do Diatec Trentino, a bola ressaltou para o campo do Lube Banca, e Cristian Savani (na foto) alcançou uma bola que parecia perdida, com um toque de...calcanhar!
Os forasteiros ficaram de tal forma supreendidos com a habilidade técnica de Savani, que ficaram parados a ver a bola tocar o solo. Ponto para os da casa, que como eu já disse, perderam o jogo.
Após este belíssimo toque, fica a pergunta: Savani não teria futuro como jogador de futevólei?
Cá fica o vídeo:
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
João Tomás e Nuno Gomes: velhos são os trapos!
João Tomás, trinta e cinco anos, onze jogos e sete golos na Liga; Nuno Gomes, trinta e quatro anos, doze (!) minutos na Liga e um golo.
Este é um bom caso para dizermos que "velhos são os trapos", uma vez que Tomás e Gomes, ambos da mesma geração - um nasceu em 75 e o outro em 76 -, estão, para muitos críticos, em condições de acabarem as respectivas carreiras.
No entanto, estes dois Senhores goleadores do futebol português, continuam a mostrar argumentos para manterem "vivas" as suas carreiras, continuando a marcar golos sempre que têm oportunidade.
Ontem, com o Rio Ave a perder 0-1 aos 18', João Tomás "apareceu" em cena, e fez dois golos em onze minutos: 1-1 aos 24'; 2-1 aos 35'. Os vilacondenses acabaram por vencer o Paços de Ferreira, por 3-1.
Os golos que João Tomás apontou aos pacenses, até já lhe permitiram superar a marca obtida na temporada passada: em quinze jogos, apontou seis golos. Esta temporada, em onze jogos, leva já sete golos.
Nuno Gomes, nas dez primeiras jornadas da Liga, apenas esteve em campo oito minutos, e foi na longínqua segunda jornada, quando os encarnados perderam com o Nacional.
Ontem, "saltou" do banco aos 86', para apontar o quarto golo encarnado quando estavam decorridos...89' minutos. Este foi também o golo 200 da Liga.
Ambos continuam com o sonho de voltarem a representar a Selecção Nacional, e eu pergunto: Paulo Bento, não dá jeito convocar jogadores com instinto "matador"?
Este é um bom caso para dizermos que "velhos são os trapos", uma vez que Tomás e Gomes, ambos da mesma geração - um nasceu em 75 e o outro em 76 -, estão, para muitos críticos, em condições de acabarem as respectivas carreiras.
No entanto, estes dois Senhores goleadores do futebol português, continuam a mostrar argumentos para manterem "vivas" as suas carreiras, continuando a marcar golos sempre que têm oportunidade.
Ontem, com o Rio Ave a perder 0-1 aos 18', João Tomás "apareceu" em cena, e fez dois golos em onze minutos: 1-1 aos 24'; 2-1 aos 35'. Os vilacondenses acabaram por vencer o Paços de Ferreira, por 3-1.
Os golos que João Tomás apontou aos pacenses, até já lhe permitiram superar a marca obtida na temporada passada: em quinze jogos, apontou seis golos. Esta temporada, em onze jogos, leva já sete golos.
Nuno Gomes, nas dez primeiras jornadas da Liga, apenas esteve em campo oito minutos, e foi na longínqua segunda jornada, quando os encarnados perderam com o Nacional.
Ontem, "saltou" do banco aos 86', para apontar o quarto golo encarnado quando estavam decorridos...89' minutos. Este foi também o golo 200 da Liga.
Ambos continuam com o sonho de voltarem a representar a Selecção Nacional, e eu pergunto: Paulo Bento, não dá jeito convocar jogadores com instinto "matador"?
domingo, 14 de novembro de 2010
Derby do Minho: Guimarães levou a melhor sobre Braga
Tal como na temporada passada, o V. Guimarães recebeu e venceu o Sp. Braga. Com esta vitória, a equipa vimaranense mantém-se no 2º lugar, passando a somar agora 21 pontos.
No derby minhoto, a vontade de vencer o rival, supera a habitual vontade de vencer "mais um jogo". Talvez por isso, nenhuma das equipas conseguiu ser superior à outra nos primeiros minutos.
Assim sendo, o primeiro golo do jogo surgiu após grande confusão na área do Vitória, com os bracarenses a contarem ainda com a ajuda da equipa de arbitragem.
Alan, em claro fora de jogo na sequência de um livre, "semeou" a confusão na área vimaranense, e foi dele o empurrão decisivo para o fundo da baliza. Estavam decorridos 19' minutos.
Nos festejos do golo, José Miguel Cardoso, adjunto de Domingos Paciência, foi atingido por, imagine-se...um telemóvel vindo da bancada.
O Vitória "arregaçou as mangas" e deitou mãos à obra, na procura do empate. O jogo começou a ficar mais duro, e Vandinho até andou perto de ser expulso ("ficou-se" apenas pelo amarelo).
Sobre o intervalo, e na sequência de um pontapé de canto, Maranhão disparou de fora de área, surpreendo Felipe, com a bola a passar por entre os dedos do guardião brasileiro.
Ainda antes do fim do primeiro tempo, João Ferreira entendeu que Alan agrediu João Alves, e expulsou o brasileiro, que já representou o V. Guimarães.
Com mais um elemento, Manuel Machado foi alterando a sua frente de ataque nos primeiros minutos do segundo tempo.
Mesmo que as substituições não tenham trazido o efeito desejado, o Vitória foi procurando o golo, pelos espaços que os bracarenses lhes iam concedido.
Domingos até havia lançado Madrid por troca com Lima aos 56', para ajudar ao bloqueio defensivo, deixando Matheus completamente só na frente de ataque, acreditando que podia matar o jogo numa transição rápida, como é a especialidade bracarense.
No entanto, Domingos deu-se mal, e ainda por cima com um auto-golo. Miguel Garcia fez aquilo que os jogadores do Guimarães não estavam a conseguir: furar o bloco do Sp. Braga.
Esta foi a terceira derrota consecutiva do Braga, e a quarta em cinco jogos. Sem dúvida, preocupante.
Quanto ao Vitória, depois de empatar com o FC Porto (até ao momento, foi a única equipa portuguesa a consegui-lo), e de vencer Benfica, Sporting e Sp. Braga, vai agora entrar numa fase, teoricamente, menos complicada do calendário. Fica a pergunta: até onde irá este Vitória ?
Ficha de Jogo:
V. Guimarães: Nilson; Alex, Ricardo, João Paulo e Bruno Teles; Cléber, João Alves e Edson Sitta (Rui Miguel 54'); João Ribeiro (Toscano 67'), Edson e Maranhão (Tiago Targino 63').
Treinador: Manuel Machado. Suplentes Não Utilizados: Serginho; Freire, Flávio Meireles e Pereirinha.
Sp. Braga: Felipe; Miguel Garcia, Moisés, Rodríguez e Elderson; Vandinho (Meyong 90+2'), Luís Aguiar e Leandro Salino (Elton 85'); Alan, Lima (Andrés Madrid 56') e Matheus.
Treinador: Domingos Paciência. Suplentes Não Utilizados: Arthur; Aníbal, Custódio e Hugo Viana.
Disciplina:
Amarelos: Rodríguez 26'; Vandinho 30'; Miguel Garcia 38'; João Alves 89'; Luís Aguiar 90';
Vermelhos: Alan 45';
Marcador: 0-1 Alan 19'; 1-1 Maranhão 44'; 2-1 Miguel Garcia 83' na própria baliza;
No derby minhoto, a vontade de vencer o rival, supera a habitual vontade de vencer "mais um jogo". Talvez por isso, nenhuma das equipas conseguiu ser superior à outra nos primeiros minutos.
Assim sendo, o primeiro golo do jogo surgiu após grande confusão na área do Vitória, com os bracarenses a contarem ainda com a ajuda da equipa de arbitragem.
Alan, em claro fora de jogo na sequência de um livre, "semeou" a confusão na área vimaranense, e foi dele o empurrão decisivo para o fundo da baliza. Estavam decorridos 19' minutos.
Nos festejos do golo, José Miguel Cardoso, adjunto de Domingos Paciência, foi atingido por, imagine-se...um telemóvel vindo da bancada.
O Vitória "arregaçou as mangas" e deitou mãos à obra, na procura do empate. O jogo começou a ficar mais duro, e Vandinho até andou perto de ser expulso ("ficou-se" apenas pelo amarelo).
Sobre o intervalo, e na sequência de um pontapé de canto, Maranhão disparou de fora de área, surpreendo Felipe, com a bola a passar por entre os dedos do guardião brasileiro.
Ainda antes do fim do primeiro tempo, João Ferreira entendeu que Alan agrediu João Alves, e expulsou o brasileiro, que já representou o V. Guimarães.
Com mais um elemento, Manuel Machado foi alterando a sua frente de ataque nos primeiros minutos do segundo tempo.
Mesmo que as substituições não tenham trazido o efeito desejado, o Vitória foi procurando o golo, pelos espaços que os bracarenses lhes iam concedido.
Domingos até havia lançado Madrid por troca com Lima aos 56', para ajudar ao bloqueio defensivo, deixando Matheus completamente só na frente de ataque, acreditando que podia matar o jogo numa transição rápida, como é a especialidade bracarense.
No entanto, Domingos deu-se mal, e ainda por cima com um auto-golo. Miguel Garcia fez aquilo que os jogadores do Guimarães não estavam a conseguir: furar o bloco do Sp. Braga.
Esta foi a terceira derrota consecutiva do Braga, e a quarta em cinco jogos. Sem dúvida, preocupante.
Quanto ao Vitória, depois de empatar com o FC Porto (até ao momento, foi a única equipa portuguesa a consegui-lo), e de vencer Benfica, Sporting e Sp. Braga, vai agora entrar numa fase, teoricamente, menos complicada do calendário. Fica a pergunta: até onde irá este Vitória ?
Ficha de Jogo:
V. Guimarães: Nilson; Alex, Ricardo, João Paulo e Bruno Teles; Cléber, João Alves e Edson Sitta (Rui Miguel 54'); João Ribeiro (Toscano 67'), Edson e Maranhão (Tiago Targino 63').
Treinador: Manuel Machado. Suplentes Não Utilizados: Serginho; Freire, Flávio Meireles e Pereirinha.
Sp. Braga: Felipe; Miguel Garcia, Moisés, Rodríguez e Elderson; Vandinho (Meyong 90+2'), Luís Aguiar e Leandro Salino (Elton 85'); Alan, Lima (Andrés Madrid 56') e Matheus.
Treinador: Domingos Paciência. Suplentes Não Utilizados: Arthur; Aníbal, Custódio e Hugo Viana.
Disciplina:
Amarelos: Rodríguez 26'; Vandinho 30'; Miguel Garcia 38'; João Alves 89'; Luís Aguiar 90';
Vermelhos: Alan 45';
Marcador: 0-1 Alan 19'; 1-1 Maranhão 44'; 2-1 Miguel Garcia 83' na própria baliza;
sábado, 13 de novembro de 2010
Momento da semana: Vukcevic "pede desculpa"
Na passada segunda-feira, no jogo entre Sporting e V. Guimarães, assistiu-se claramente ao melhor momento da semana: Vukcevic recebeu a bola junto a linha e simulou um passe para um colega seu. Toscano, jogador do Vitória, acreditou que o montenegrino ia passar a bola, e entrou de carrinho na tentativa de lhe roubar o esférico.
"Vuk" deixou o brasileiro entrar de carrinho e de seguida passou a bola a um compnaheiro de equipa. Toscano rapidamente se levantou, e Vukcevic "limitou-se" a erguer-lhe a mão, como quem "pede desculpa".
Se ainda não viu, não perca agora:
"Vuk" deixou o brasileiro entrar de carrinho e de seguida passou a bola a um compnaheiro de equipa. Toscano rapidamente se levantou, e Vukcevic "limitou-se" a erguer-lhe a mão, como quem "pede desculpa".
Se ainda não viu, não perca agora:
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Recordar: Enke no Benfica
Há um ano, a Alemanha "chorou" a morte de Robert Enke. Um ano depois da morte do ex guarda-redes do Benfica, aproveito para recordar aqui a passagem do alemão pelo clube da Luz.
De 98/99 para 99/00, o Benfica perdeu os três guarda-redes que tinha no plantel: Preud'Homme retirou-se; Ovchinnikov saiu rumo ao Alverca; e Paulo Lopes saiu por empréstimo rumo ao Gil Vicente.
Perante isto, os encarnados recrutaram o português Nuno Santos ao Leeds United de Inglaterra; o argentino Carlos Bossio ao Estudiantes da Argentina; e Robert Enke ao Borussia Mönchengladbach por influência do novo técnico dos encarnados na altura, Jupp Heynckes.
O alemão rapidamente assumiu a titularidade, e completou 26 dos 34 jogos que o Benfica realizou no campeonato português.
Na Europa, Robert Enke ajudou os encarnados a chegarem à 4ª Eliminatória da Taça UEFA, sendo depois eliminados pelo Celta de Vigo de Espanha. (E sim. No jogo da segunda mão, em que os espanhóis "despacharam" o Benfica por 7-0, Enke era o guarda-redes. E foi dos melhores em campo do lado do encarnados!)
Na temporada seguinte, Enke permaneceu no Benfica, e voltou a realizar 26 dos 34 jogos do Benfica na Liga. Os encarnados acabaram por alcançar a sua pior classificação de sempre no campeonato português (6º lugar), e tiveram três treinadores no decorrer da temporada (Heynckes, Mourinho e Toni). Ainda assim, Enke foi "aposta" de todos eles.
Na Europa, o Benfica acabou eliminado pelo Halmstad da Suécia na pré-eliminatória de acesso à Taça UEFA. Enke realizou os dois jogos.
Em 01/02, Enke continuou a ser o titular da baliza encarnada, e realizou os primeiros vinte e cinco encontros do Benfica na Liga. Depois, uma lesão impediu-o de dar o seu contributo à equipa, não voltando a jogar no campeonato português, apesar de ter sido suplente não utilizado em três ocasões.
Nessa temporada, o Benfica não participou nas competições europeias, devido ao 6º lugar alcançado na temporada transacta e no final da época, Enke rumou ao Barcelona de Espanha.
Em três temporadas na Luz, ganhou o respeito e a admiração dos adeptos benfiquistas, mesmo sem ter ganho qualquer troféu ao serviço do clube "encarnado".
Foi, sem dúvida, o melhor guarda-redes do Benfica na última década, e um dos melhores guarda-redes que passaram por Portugal.
Número de Jogos efectuados por Robert Enke ao serviço do SL Benfica:
99/00 - 32 Jogos (26 no Campeonato; 6 na Taça UEFA; não tive acesso ao nr. de jogos na Taça de Portugal);
00/01 - 29 Jogos (26 no Campeonato; 2 na Taça UEFA; 1 na Taça de Portugal, não tive acesso à ficha de jogo dos restantes jogos);
01/02 - 25 Jogos (25 no Campeonato; não tive acesso ao nr. de jogos na Taça de Portugal);
Palmarés de Robert Enke no SL Benfica:
Nada a assinalar.
De 98/99 para 99/00, o Benfica perdeu os três guarda-redes que tinha no plantel: Preud'Homme retirou-se; Ovchinnikov saiu rumo ao Alverca; e Paulo Lopes saiu por empréstimo rumo ao Gil Vicente.
Perante isto, os encarnados recrutaram o português Nuno Santos ao Leeds United de Inglaterra; o argentino Carlos Bossio ao Estudiantes da Argentina; e Robert Enke ao Borussia Mönchengladbach por influência do novo técnico dos encarnados na altura, Jupp Heynckes.
O alemão rapidamente assumiu a titularidade, e completou 26 dos 34 jogos que o Benfica realizou no campeonato português.
Na Europa, Robert Enke ajudou os encarnados a chegarem à 4ª Eliminatória da Taça UEFA, sendo depois eliminados pelo Celta de Vigo de Espanha. (E sim. No jogo da segunda mão, em que os espanhóis "despacharam" o Benfica por 7-0, Enke era o guarda-redes. E foi dos melhores em campo do lado do encarnados!)
Na temporada seguinte, Enke permaneceu no Benfica, e voltou a realizar 26 dos 34 jogos do Benfica na Liga. Os encarnados acabaram por alcançar a sua pior classificação de sempre no campeonato português (6º lugar), e tiveram três treinadores no decorrer da temporada (Heynckes, Mourinho e Toni). Ainda assim, Enke foi "aposta" de todos eles.
Na Europa, o Benfica acabou eliminado pelo Halmstad da Suécia na pré-eliminatória de acesso à Taça UEFA. Enke realizou os dois jogos.
Em 01/02, Enke continuou a ser o titular da baliza encarnada, e realizou os primeiros vinte e cinco encontros do Benfica na Liga. Depois, uma lesão impediu-o de dar o seu contributo à equipa, não voltando a jogar no campeonato português, apesar de ter sido suplente não utilizado em três ocasões.
Nessa temporada, o Benfica não participou nas competições europeias, devido ao 6º lugar alcançado na temporada transacta e no final da época, Enke rumou ao Barcelona de Espanha.
Em três temporadas na Luz, ganhou o respeito e a admiração dos adeptos benfiquistas, mesmo sem ter ganho qualquer troféu ao serviço do clube "encarnado".
Foi, sem dúvida, o melhor guarda-redes do Benfica na última década, e um dos melhores guarda-redes que passaram por Portugal.
Número de Jogos efectuados por Robert Enke ao serviço do SL Benfica:
99/00 - 32 Jogos (26 no Campeonato; 6 na Taça UEFA; não tive acesso ao nr. de jogos na Taça de Portugal);
00/01 - 29 Jogos (26 no Campeonato; 2 na Taça UEFA; 1 na Taça de Portugal, não tive acesso à ficha de jogo dos restantes jogos);
01/02 - 25 Jogos (25 no Campeonato; não tive acesso ao nr. de jogos na Taça de Portugal);
Palmarés de Robert Enke no SL Benfica:
Nada a assinalar.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Duas agradáveis surpresas: Beira Mar e V. Guimarães
A 10ª Jornada da Liga ZON Sagres, ficou marcada pela goleada do FC Porto ao Benfica, mas não só. Beira Mar e V. Guimarães, protagonizaram as principais surpresas da jornada, logo a seguir à goleada do Dragão.
Ambas as equipas, triunfaram 2-3 fora de portas, e logo em casa de adversários como...Sp. Braga e Sporting.
Em Braga, o Beira Mar apresentou-se "destemido", apresentando um rigor táctico que "obriga" os adversários a levarem bem a sério esta equipa.
O jogo do Braga, também nunca foi propriamente "brilhante", e apenas no início do encontro os bracarenses estiveram perto de marcar, quando Paulo César desperdiçou uma oportunidade flagrante.
Os minhotos falhavam muitos passes, e os seus adeptos iam ficando impacientes, enquanto que os aveirenses se empolgaram, e aos 24' minutos, Leandro Tatu na sequência de um livre abriu o activo, com um golpe de cabeça.
O Beira Mar passava para a frente do marcador, e no segundo tempo havia de dar as machadadas finais: aos 52' Ronny aumentou para 0-2 e Domingos sem grandes opções lançou Meyong por Custódio aos 66'.
Aos 69', num rápido contra-ataque aveirense, Ronny aproveitou para bisar e "fuzilou" autenticamente Felipe. 0-3 a vinte minutos do fim.
Os bracarenses ainda haveriam de reduzir por Meyong na conversão de uma grande penalidade (75') e por Lima já bem perto do fim (89').
Ontem, o V. Guimarães deslocou-se a Alvalade, com o firme propósito de vencer e de subir para o segundo lugar da tabela, em igualdade com o Benfica.
Aos 16' Hélder Postiga abriu o activo, num lance em que Valdés até estava ligeiramente adiantado em relação à defesa vimaranense. No entanto, em caso de dúvida a lei diz para a equipa de arbitragem "deixar seguir".
Aos 30' Vukcevic bateu um pontapé de canto na direita do ataque leonino, com o árbitro André Gralha a assinalar golo dos "Leões", quando na verdade a bola não entrou na baliza de Nilson.
No segundo tempo, o Vitória entrou determinado em mudar o resultado e foi claramente a melhor equipa em campo. Targino rendeu Edson Sitta aos 62', e no espaço de dois minutos, empatou a partida: primeiro aos 78'; depois aos 80'.
Aos 89' num rápido contra-ataque vitoriano, Rui Miguel e Targino trocaram várias vezes a bola na área sportinguista, deixando depois para Bruno Teles fuzilar e fazer o 2-3.
Num campeonato que se diz tão desequilibrado, em comparação com outros campeonatos na Europa, cada vez há mais equipas com qualidade para se superiorizarem aos "grandes".
Ambas as equipas, triunfaram 2-3 fora de portas, e logo em casa de adversários como...Sp. Braga e Sporting.
Em Braga, o Beira Mar apresentou-se "destemido", apresentando um rigor táctico que "obriga" os adversários a levarem bem a sério esta equipa.
O jogo do Braga, também nunca foi propriamente "brilhante", e apenas no início do encontro os bracarenses estiveram perto de marcar, quando Paulo César desperdiçou uma oportunidade flagrante.
Os minhotos falhavam muitos passes, e os seus adeptos iam ficando impacientes, enquanto que os aveirenses se empolgaram, e aos 24' minutos, Leandro Tatu na sequência de um livre abriu o activo, com um golpe de cabeça.
O Beira Mar passava para a frente do marcador, e no segundo tempo havia de dar as machadadas finais: aos 52' Ronny aumentou para 0-2 e Domingos sem grandes opções lançou Meyong por Custódio aos 66'.
Aos 69', num rápido contra-ataque aveirense, Ronny aproveitou para bisar e "fuzilou" autenticamente Felipe. 0-3 a vinte minutos do fim.
Os bracarenses ainda haveriam de reduzir por Meyong na conversão de uma grande penalidade (75') e por Lima já bem perto do fim (89').
Ontem, o V. Guimarães deslocou-se a Alvalade, com o firme propósito de vencer e de subir para o segundo lugar da tabela, em igualdade com o Benfica.
Aos 16' Hélder Postiga abriu o activo, num lance em que Valdés até estava ligeiramente adiantado em relação à defesa vimaranense. No entanto, em caso de dúvida a lei diz para a equipa de arbitragem "deixar seguir".
Aos 30' Vukcevic bateu um pontapé de canto na direita do ataque leonino, com o árbitro André Gralha a assinalar golo dos "Leões", quando na verdade a bola não entrou na baliza de Nilson.
No segundo tempo, o Vitória entrou determinado em mudar o resultado e foi claramente a melhor equipa em campo. Targino rendeu Edson Sitta aos 62', e no espaço de dois minutos, empatou a partida: primeiro aos 78'; depois aos 80'.
Aos 89' num rápido contra-ataque vitoriano, Rui Miguel e Targino trocaram várias vezes a bola na área sportinguista, deixando depois para Bruno Teles fuzilar e fazer o 2-3.
Num campeonato que se diz tão desequilibrado, em comparação com outros campeonatos na Europa, cada vez há mais equipas com qualidade para se superiorizarem aos "grandes".
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Clássico: FC Porto humilhou Benfica
Nunca ninguém imaginou que o FC Porto vencesse o Benfica por 5-0. Nem os próprios jogadores portistas, tal como disse Rúben Micael na zona de entrevistas rápidas, à saída do balneário azul e branco.
O FC Porto fez o que quis do Benfica de Jesus, que se apresentou com muitas mexidas. Jesus preocupou-se em demasia com o adversário, e esqueceu-se de preparar a sua equipa. Sidnei entrou para a zona central do terreno, fazendo dupla com Luisão, passando David Luiz para lateral esquerdo. Na óptica de Jesus, era importante o Benfica ter alguém naquele lado, com capacidade para segurar Hulk.
Fábio Coentrão "subiu" para médio esquerdo, e Aimar regressou para o centro do terreno. Outra das surpresas efectuadas por Jesus, foi a troca de Saviola por Salvio.
Assim, o Benfica deixou o 4-4-2 losango, para jogar em 4-5-1 com Alan Kardec sozinho na frente.
No FC Porto, Villas Boas fez regressar Maicon, Sapunaru, João Moutinho e Varela ao onze inicial, mantendo a aposta em Guarín para render o lesionado Fernando. Resumindo, foi um FC Porto igual a si próprio.
Se David Luiz, havia passado para lateral, apenas com o intuito de segurar Hulk, então Jesus deu-se muito mal. Em 28' minutos, o FC Porto fez três golos, e todos eles surgiram do lado...esquerdo da defesa encarnada.
Aos 12', arrancada de Hulk a deixar David Luiz para trás, e Varela solto de marcação a empurrar para o 1-0.
Aos 24' Belluschi "desceu" pelo corredor direito do ataque portista, deixou David Luiz mais uma vez para trás, e assistiu Falcao para um golo "artistíco" do colombiano.
Quatro minutos depois, mais uma vez Belluschi a tomar a iniciativa pelo lado direito, a deixar Sidnei "nas covas" e a assistir Falcao para o 3-0.
Ao intervalo, Jesus tirou Sidnei e colocou em campo Gaitán, passando David Luiz para central, e recuando Fábio Coentrão para lateral esquerdo.
Aos 66' Luisão teve clara intenção de agredir Guarín, e viu vermelho directo. Perante isto, Jesus não hesitou e lançou "às feras" o jovem Roderick Miranda, para "compôr" a defensiva.
Apesar de todas as trocas na equipa encarnada, o Porto voltou a marcar e novamente numa jogada criada no lado esquerdo da defensiva encarnada. Fábio Coentrão aliviou mal a bola, colocando-a em Hulk, e o brasileiro arrancou imparável rumo à baliza de Roberto. Imparável como quem diz: é que Fábio Coentrão derrubou o "Incrível" em falta. Na conversão da grande penalidade, o mesmo Hulk fez 4-0 aos 80'.
À entrada para o período de descontos, Hulk recebeu a bola na direita do ataque portista, e voltou a fazer das dele: de fora da área, disferiu um remate potente, com Roberto a ser traído pelo facto do esférico embater no relvado, no momento em que o guardião se "atirou" à bola. Goleada no Dragão: 5-0.
Questiono ainda o porquê de Jorge Jesus ter excluído Nuno Gomes dos "18". Não bastava ter deixado Saviola no banco, e ainda deixou um dos melhores pontas de lança portugueses de sempre, na bancada.
Fosse qual fosse o resultado, era importante, a meu ver, que Nuno Gomes estivesse pelo menos no banco de suplentes, pois a sua experiência e os muitos anos que leva de "águia ao peito" são uma referência para qualquer companheiro de equipa.
Fora das quatro linhas, foi o mesmo de sempre: espectáculo colorido momentos antes da partida, com as coreografias das claques portistas. Também não houve confrontos entre adeptos das duas equipas, o que é sempre bom de realçar.
O que em nada dignifica o futebol, são as bolas de golfe e os isqueiros que os "SuperDragões" insistem em arremeçar para dentro do relvado do Dragão, sempre que o Benfica vem ao Porto.
Mas há mais: vários cartazes com o objectivo de desmoralizarem Roberto, foram colocados estrategicamente nas bancadas do Estádio do Dragão; e no início do segundo tempo, até foi lançada uma galinha para a baliza onde o guardião espanhol iria estar. Tudo em jeito de provocação pelos erros cometidos por Roberto no início da temporada. Triste espectáculo!
Ficha de Jogo:
FC Porto: Helton; Sapunaru, Maicon, Rolando e Alvaro Pereira; Guarín (Walter 88'), Belluschi (Rúben Micael 79') e João Moutinho; Hulk, Falcao e Varela (James Rodríguez 83').
Treinador: André Villas Boas. Suplentes Não Utilizados: Beto; Otamendi, Fucile e Souza.
Benfica: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei (Gaitán 45') e David Luiz; Javi García, Salvio (Rúben Amorim 79'), Carlos Martins (Roderick 72'), Aimar e Fábio Coentrão; Alan Kardec.
Treinador: Jorge Jesus. Suplentes Não Utilizados: Júlio César; César Peixoto, Saviola e Jara.
Disciplina:
Amarelos: Carlos Martins 19'; Maxi Pereira 30'; Alvaro Pereira 45'; Alan Kardec 63'; Salvio 74'; Fábio Coentrão 79'; Hulk 80'; João Moutinho 84';
Vermelhos: Luisão 66';
Marcador: 1-0 Varela 12'; 2-0 Falcao 24'; 3-0 Falcao 28'; 4-0 Hulk 80' G. P.; 5-0 Hulk 90';
O FC Porto fez o que quis do Benfica de Jesus, que se apresentou com muitas mexidas. Jesus preocupou-se em demasia com o adversário, e esqueceu-se de preparar a sua equipa. Sidnei entrou para a zona central do terreno, fazendo dupla com Luisão, passando David Luiz para lateral esquerdo. Na óptica de Jesus, era importante o Benfica ter alguém naquele lado, com capacidade para segurar Hulk.
Fábio Coentrão "subiu" para médio esquerdo, e Aimar regressou para o centro do terreno. Outra das surpresas efectuadas por Jesus, foi a troca de Saviola por Salvio.
Assim, o Benfica deixou o 4-4-2 losango, para jogar em 4-5-1 com Alan Kardec sozinho na frente.
No FC Porto, Villas Boas fez regressar Maicon, Sapunaru, João Moutinho e Varela ao onze inicial, mantendo a aposta em Guarín para render o lesionado Fernando. Resumindo, foi um FC Porto igual a si próprio.
Se David Luiz, havia passado para lateral, apenas com o intuito de segurar Hulk, então Jesus deu-se muito mal. Em 28' minutos, o FC Porto fez três golos, e todos eles surgiram do lado...esquerdo da defesa encarnada.
Aos 12', arrancada de Hulk a deixar David Luiz para trás, e Varela solto de marcação a empurrar para o 1-0.
Aos 24' Belluschi "desceu" pelo corredor direito do ataque portista, deixou David Luiz mais uma vez para trás, e assistiu Falcao para um golo "artistíco" do colombiano.
Quatro minutos depois, mais uma vez Belluschi a tomar a iniciativa pelo lado direito, a deixar Sidnei "nas covas" e a assistir Falcao para o 3-0.
Ao intervalo, Jesus tirou Sidnei e colocou em campo Gaitán, passando David Luiz para central, e recuando Fábio Coentrão para lateral esquerdo.
Aos 66' Luisão teve clara intenção de agredir Guarín, e viu vermelho directo. Perante isto, Jesus não hesitou e lançou "às feras" o jovem Roderick Miranda, para "compôr" a defensiva.
Apesar de todas as trocas na equipa encarnada, o Porto voltou a marcar e novamente numa jogada criada no lado esquerdo da defensiva encarnada. Fábio Coentrão aliviou mal a bola, colocando-a em Hulk, e o brasileiro arrancou imparável rumo à baliza de Roberto. Imparável como quem diz: é que Fábio Coentrão derrubou o "Incrível" em falta. Na conversão da grande penalidade, o mesmo Hulk fez 4-0 aos 80'.
À entrada para o período de descontos, Hulk recebeu a bola na direita do ataque portista, e voltou a fazer das dele: de fora da área, disferiu um remate potente, com Roberto a ser traído pelo facto do esférico embater no relvado, no momento em que o guardião se "atirou" à bola. Goleada no Dragão: 5-0.
Questiono ainda o porquê de Jorge Jesus ter excluído Nuno Gomes dos "18". Não bastava ter deixado Saviola no banco, e ainda deixou um dos melhores pontas de lança portugueses de sempre, na bancada.
Fosse qual fosse o resultado, era importante, a meu ver, que Nuno Gomes estivesse pelo menos no banco de suplentes, pois a sua experiência e os muitos anos que leva de "águia ao peito" são uma referência para qualquer companheiro de equipa.
Fora das quatro linhas, foi o mesmo de sempre: espectáculo colorido momentos antes da partida, com as coreografias das claques portistas. Também não houve confrontos entre adeptos das duas equipas, o que é sempre bom de realçar.
O que em nada dignifica o futebol, são as bolas de golfe e os isqueiros que os "SuperDragões" insistem em arremeçar para dentro do relvado do Dragão, sempre que o Benfica vem ao Porto.
Mas há mais: vários cartazes com o objectivo de desmoralizarem Roberto, foram colocados estrategicamente nas bancadas do Estádio do Dragão; e no início do segundo tempo, até foi lançada uma galinha para a baliza onde o guardião espanhol iria estar. Tudo em jeito de provocação pelos erros cometidos por Roberto no início da temporada. Triste espectáculo!
Ficha de Jogo:
FC Porto: Helton; Sapunaru, Maicon, Rolando e Alvaro Pereira; Guarín (Walter 88'), Belluschi (Rúben Micael 79') e João Moutinho; Hulk, Falcao e Varela (James Rodríguez 83').
Treinador: André Villas Boas. Suplentes Não Utilizados: Beto; Otamendi, Fucile e Souza.
Benfica: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei (Gaitán 45') e David Luiz; Javi García, Salvio (Rúben Amorim 79'), Carlos Martins (Roderick 72'), Aimar e Fábio Coentrão; Alan Kardec.
Treinador: Jorge Jesus. Suplentes Não Utilizados: Júlio César; César Peixoto, Saviola e Jara.
Disciplina:
Amarelos: Carlos Martins 19'; Maxi Pereira 30'; Alvaro Pereira 45'; Alan Kardec 63'; Salvio 74'; Fábio Coentrão 79'; Hulk 80'; João Moutinho 84';
Vermelhos: Luisão 66';
Marcador: 1-0 Varela 12'; 2-0 Falcao 24'; 3-0 Falcao 28'; 4-0 Hulk 80' G. P.; 5-0 Hulk 90';
domingo, 7 de novembro de 2010
"A foto do dia": O primeiro clássico de Mantorras
Em dia de clássico, aproveito a "boleia" para recordar o primeiro clássico de Pedro Mantorras.
Agora, a treinar à parte no Benfica (se é que treina), Pedro Mantorras estreou-se nestas "andanças" dos clássicos em 01/02, precisamente na temporada em que chegou à Luz.
À entrada para a 5ª Jornada de 01/02, o FC Porto liderava o campeonato com nove pontos, enquanto que o Benfica era quarto classificado com oito pontos.
As estratégias de Toni (Benfica) e Octávio Machado (FC Porto), não surtiram efeito, e o jogo acabaria por terminar empatado a zero.
Pedro Mantorras actuou "sozinho" na frente de ataque encarnada (recebeu depois no segundo tempo, a "companhia" de Sokota), não conseguindo marcar golo, acabando por ter uma estreia em "branco" nos clássicos entre Benfica e FC Porto.
Este jogo ficou também marcado, pelo reencontro de Drulovic com o FC Porto. É que "Drulo", havia trocado meses antes os "Dragões" pelos "encarnados".
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro principal: Duarte Gomes (AF Lisboa)
Benfica: Enke; Cabral, Argel, Júlio César e Caneira; Andrade (Ednilson 67') e Fernando Meira; Miguel (Sokota 54'), Simão Sabrosa e Drulovic; Mantorras.
Treinador: Toni. Suplentes Não Utilizados: Moreira; João Manuel Pinto, Pesaresi, Ricardo Esteves e Carlitos.
FC Porto: Ovchinnikov; Ibarra, Jorge Costa, Ricardo Carvalho e Mário Silva; Jorge Andrade e Costinha; Capucho (Clayton 83'), Deco e Rúbens Júnior (Hélder Postiga 74'); Pena (Alenitchev 85').
Treinador: Octávio Machado. Suplentes Não Utilizados: Paulo Santos; Ricardo Silva, Paredes e Cândido Costa.
Disciplina:
Amarelos: Argel 08'; Capucho 12'; Mário Silva 22'; Andrade 28'; Cabral 38'; Caneira 72'; Fernando Meira 78'; Jorge Costa 88';
Marcador: Nada a assinalar.
Agora, a treinar à parte no Benfica (se é que treina), Pedro Mantorras estreou-se nestas "andanças" dos clássicos em 01/02, precisamente na temporada em que chegou à Luz.
À entrada para a 5ª Jornada de 01/02, o FC Porto liderava o campeonato com nove pontos, enquanto que o Benfica era quarto classificado com oito pontos.
As estratégias de Toni (Benfica) e Octávio Machado (FC Porto), não surtiram efeito, e o jogo acabaria por terminar empatado a zero.
Pedro Mantorras actuou "sozinho" na frente de ataque encarnada (recebeu depois no segundo tempo, a "companhia" de Sokota), não conseguindo marcar golo, acabando por ter uma estreia em "branco" nos clássicos entre Benfica e FC Porto.
Este jogo ficou também marcado, pelo reencontro de Drulovic com o FC Porto. É que "Drulo", havia trocado meses antes os "Dragões" pelos "encarnados".
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio da Luz, em Lisboa
Árbitro principal: Duarte Gomes (AF Lisboa)
Benfica: Enke; Cabral, Argel, Júlio César e Caneira; Andrade (Ednilson 67') e Fernando Meira; Miguel (Sokota 54'), Simão Sabrosa e Drulovic; Mantorras.
Treinador: Toni. Suplentes Não Utilizados: Moreira; João Manuel Pinto, Pesaresi, Ricardo Esteves e Carlitos.
FC Porto: Ovchinnikov; Ibarra, Jorge Costa, Ricardo Carvalho e Mário Silva; Jorge Andrade e Costinha; Capucho (Clayton 83'), Deco e Rúbens Júnior (Hélder Postiga 74'); Pena (Alenitchev 85').
Treinador: Octávio Machado. Suplentes Não Utilizados: Paulo Santos; Ricardo Silva, Paredes e Cândido Costa.
Disciplina:
Amarelos: Argel 08'; Capucho 12'; Mário Silva 22'; Andrade 28'; Cabral 38'; Caneira 72'; Fernando Meira 78'; Jorge Costa 88';
Marcador: Nada a assinalar.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Liga Europa: FC Porto apura-se; Sporting perde
Uma derrota e um empate. Assim foi a jornada europeia das equipas portuguesas, presentes na Liga Europa.
O Sporting perdeu na Bélgica frente ao Gent, por 3-1; enquanto que o FC Porto cedeu um empate na recepção ao Besiktas da Turquia.
A primeira equipa a entrar em campo, foi o Sporting. Na Bélgica, os "Leões" entraram melhor, e aos 6' minutos Saleiro apareceu isolado, mas acabou por permitir a defesa de Jorgacevic.
No entanto, no minuto seguinte, e na primeira aproximação que a equipa belga fez à área leonina, marcou. Abel cometeu grande penalidade, e Smolders iludiu Hildebrand, inaugurando o marcador.
A equipa leonina tardou a reagir, e "apenas" aos 39' conseguiu reagir com clareza. Saleiro apareceu solto no interior de área, e concluiu com sucesso um cruzamento do jovem estreante Cédric Soares.
No segundo tempo, o Sporting surgiu ainda pior do que nos primeiros quarenta e cinco minutos, não conseguindo criar uma única situação de perigo.
Abel foi expulso aos 77', e aos 80' Conté fez o 2-1; dois minutos depois, El Ghanassy arrancou pelo lado direito e cruzou para a área, onde apareceu Arbeitman a cabecear nas costas de João Pereira e a fazer o 3-1.
Os "Leões" não confirmaram esta noite, o apuramento para os 16 Avos de Final, por apenas um ponto.
Mais tarde, foi a vez do FC Porto entrar em campo. No Dragão, os "dragões" entraram melhores, mas "apenas" conseguiram marcar aos 36' minutos. Falcao ganhou uma grande penalidade (mal assinalada, diga-se), e aproveitou para inaugurar o marcador.
No segundo tempo, Cristián Rodríguez pisou o "risco" e foi expulso quando estavam decorridos 59' minutos, e a equipa do FC Porto descontrolou-se emocionalmente.
Na jogada seguinte, os turcos enviaram uma bola à barra, e aos 62' Nihat fez um golaço do meio da rua.
O FC Porto continuava descontrolado, e Bobô andou perto do 1-2, quando surpreendeu tudo e todos, e quase do meio-campo fez um chapéu a Helton, que só parou na...trave.
A cerca de dez minutos do fim, gritou-se golo no Estádio do Dragão, após desvio subtil de Rúben Micael, com um defesa turco a cortar o esférico em cima da linha. Nem pelas imagens televisivas se conseguiu perceber se o esférico entrou ou não na baliza.
Apesar do empate, o FC Porto confirmou o apuramento para os 16 Avos de Final, "graças" à vitória do CSKA Sofia em Viena, frente ao Rapid.
O Sporting perdeu na Bélgica frente ao Gent, por 3-1; enquanto que o FC Porto cedeu um empate na recepção ao Besiktas da Turquia.
A primeira equipa a entrar em campo, foi o Sporting. Na Bélgica, os "Leões" entraram melhor, e aos 6' minutos Saleiro apareceu isolado, mas acabou por permitir a defesa de Jorgacevic.
No entanto, no minuto seguinte, e na primeira aproximação que a equipa belga fez à área leonina, marcou. Abel cometeu grande penalidade, e Smolders iludiu Hildebrand, inaugurando o marcador.
A equipa leonina tardou a reagir, e "apenas" aos 39' conseguiu reagir com clareza. Saleiro apareceu solto no interior de área, e concluiu com sucesso um cruzamento do jovem estreante Cédric Soares.
No segundo tempo, o Sporting surgiu ainda pior do que nos primeiros quarenta e cinco minutos, não conseguindo criar uma única situação de perigo.
Abel foi expulso aos 77', e aos 80' Conté fez o 2-1; dois minutos depois, El Ghanassy arrancou pelo lado direito e cruzou para a área, onde apareceu Arbeitman a cabecear nas costas de João Pereira e a fazer o 3-1.
Os "Leões" não confirmaram esta noite, o apuramento para os 16 Avos de Final, por apenas um ponto.
Mais tarde, foi a vez do FC Porto entrar em campo. No Dragão, os "dragões" entraram melhores, mas "apenas" conseguiram marcar aos 36' minutos. Falcao ganhou uma grande penalidade (mal assinalada, diga-se), e aproveitou para inaugurar o marcador.
No segundo tempo, Cristián Rodríguez pisou o "risco" e foi expulso quando estavam decorridos 59' minutos, e a equipa do FC Porto descontrolou-se emocionalmente.
Na jogada seguinte, os turcos enviaram uma bola à barra, e aos 62' Nihat fez um golaço do meio da rua.
O FC Porto continuava descontrolado, e Bobô andou perto do 1-2, quando surpreendeu tudo e todos, e quase do meio-campo fez um chapéu a Helton, que só parou na...trave.
A cerca de dez minutos do fim, gritou-se golo no Estádio do Dragão, após desvio subtil de Rúben Micael, com um defesa turco a cortar o esférico em cima da linha. Nem pelas imagens televisivas se conseguiu perceber se o esférico entrou ou não na baliza.
Apesar do empate, o FC Porto confirmou o apuramento para os 16 Avos de Final, "graças" à vitória do CSKA Sofia em Viena, frente ao Rapid.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Liga dos Campeões: Braga vence e garante Liga Europa
Depois de duas derrotas nos dois primeiros jogos da fase de grupos da Liga dos Campeões, eis que o Braga inverteu os papéis e venceu o segundo jogo consecutivo, novamente frente ao Partizan.
Com esta vitória, o Braga garantiu o apuramento para a Liga Europa, e ainda sonha com a qualificação para os Oitavos de Final, tendo para isso que bater o pé ao...Arsenal.
Os bracarenses entraram também para a história, pois foram a primeira equipa portuguesa a conseguir vencer em Belgrado.
O Braga entrou muito bem na partida, impondo o seu jogo e controlando o adversário em todo o campo. Apenas faltou uma maior capacidade de finalização, para que o Braga conseguisse traduzir em golos a superioridade mostrada até então.
O Partizan não tinha capacidade de resposta, pois tinha caído na teia montada pela equipa minhota, e não encontrava saída.
Aos 35', Luís Aguiar cobrou um livre para a entrada da área sérvia, e Moisés com um cabeceamento perfeito, inaugurou o marcador.
No segundo tempo, o Braga pôde jogar como gosta: com contenção e apostando no contra-ataque. E, foi assim, que Matheus apareceu bem na área, não conseguindo no entanto, bater Stojkovic que se mostrou atento.
O Partizan corrigiu alguns erros, e acertou os posicionamentos, impedindo assim que a vantagem minhota fosse aumentada.
Apesar de dominar, agora, a partida, o Partizan não criava perigo, algo que só veio a conseguir a dez minutos do fim, quando o português Moreira apareceu nas costas de Sílvio, e desviou para a baliza, valendo Felipe a evitar o empate.
Os bracarenses não se livraram de alguns sustos, mas defenderam sempre com rigor. Além disso, tiveram (quase) sempre o jogo controlado.
Em ano de estreia na Liga dos Campeões, o Braga alcançou o objectivo mínimo, e tem ainda uma pequena chance de qualificação para os Oitavos. Para isso "basta" vencer os "gigantes" do grupo Arsenal e Shakthar.
Ficha de Jogo:
Partizan: Stojkovic; Miljković, Jovanovic, Krstajic e Lazevski; Petrovic, Sasa Ilic, Moreira e Boya (Babovic 59'); Cléo e Iliev (Scepovic 78').
Treinador: Aleksandar Stanojevic. Suplentes Não Utilizados: Radiša Ilić; Medo, Smiljanic, Davidov e Savic.
Sp. Braga: Felipe; Sílvio, Moisés, Rodríguez e Elderson Echiéjilé; Vandinho e Márcio Mossoró (Leandro Salino 51'); Luís Aguiar, Alan (Andrés Madrid 68') e Matheus (Lima 88'); Paulo César.
Treinador: Domingos Paciência. Suplentes Não Utilizados: Arthur; Aníbal, Hugo Viana e Elton.
Disciplina:
Amarelos: Moreira 01'; Moisés 49'; Petrovic 54'; Iliev 76'; Luís Aguiar 87';
Marcador: 0-1 Moisés 35';
Com esta vitória, o Braga garantiu o apuramento para a Liga Europa, e ainda sonha com a qualificação para os Oitavos de Final, tendo para isso que bater o pé ao...Arsenal.
Os bracarenses entraram também para a história, pois foram a primeira equipa portuguesa a conseguir vencer em Belgrado.
O Braga entrou muito bem na partida, impondo o seu jogo e controlando o adversário em todo o campo. Apenas faltou uma maior capacidade de finalização, para que o Braga conseguisse traduzir em golos a superioridade mostrada até então.
O Partizan não tinha capacidade de resposta, pois tinha caído na teia montada pela equipa minhota, e não encontrava saída.
Aos 35', Luís Aguiar cobrou um livre para a entrada da área sérvia, e Moisés com um cabeceamento perfeito, inaugurou o marcador.
No segundo tempo, o Braga pôde jogar como gosta: com contenção e apostando no contra-ataque. E, foi assim, que Matheus apareceu bem na área, não conseguindo no entanto, bater Stojkovic que se mostrou atento.
O Partizan corrigiu alguns erros, e acertou os posicionamentos, impedindo assim que a vantagem minhota fosse aumentada.
Apesar de dominar, agora, a partida, o Partizan não criava perigo, algo que só veio a conseguir a dez minutos do fim, quando o português Moreira apareceu nas costas de Sílvio, e desviou para a baliza, valendo Felipe a evitar o empate.
Os bracarenses não se livraram de alguns sustos, mas defenderam sempre com rigor. Além disso, tiveram (quase) sempre o jogo controlado.
Em ano de estreia na Liga dos Campeões, o Braga alcançou o objectivo mínimo, e tem ainda uma pequena chance de qualificação para os Oitavos. Para isso "basta" vencer os "gigantes" do grupo Arsenal e Shakthar.
Ficha de Jogo:
Partizan: Stojkovic; Miljković, Jovanovic, Krstajic e Lazevski; Petrovic, Sasa Ilic, Moreira e Boya (Babovic 59'); Cléo e Iliev (Scepovic 78').
Treinador: Aleksandar Stanojevic. Suplentes Não Utilizados: Radiša Ilić; Medo, Smiljanic, Davidov e Savic.
Sp. Braga: Felipe; Sílvio, Moisés, Rodríguez e Elderson Echiéjilé; Vandinho e Márcio Mossoró (Leandro Salino 51'); Luís Aguiar, Alan (Andrés Madrid 68') e Matheus (Lima 88'); Paulo César.
Treinador: Domingos Paciência. Suplentes Não Utilizados: Arthur; Aníbal, Hugo Viana e Elton.
Disciplina:
Amarelos: Moreira 01'; Moisés 49'; Petrovic 54'; Iliev 76'; Luís Aguiar 87';
Marcador: 0-1 Moisés 35';
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