A jornada 13 da Liga espanhola, teve a particularidade de colocar frente-a-frente os dois clubes mais representativos de Madrid e de Barcelona.
O Atlético recebeu o Espanhol, enquanto o "Barça" recebeu o Real. Mais do que dois simples jogos de futebol, trata-se de uma disputa entre duas cidades, e Barcelona levou a melhor sobre a capital.
Sábado, Atlético e Espanhol encontraram-se em Madrid, digamos que para disputarem o "round 1". Os de Barcelona, foram a primeira equipa a marcar, quando aos 22' minutos Luís García converteu com êxito uma grande penalidade.
Em cima do intervalo, o português Tiago ainda empatou a partida, mas aos 54', Verdú (médio formado no Barcelona) fez o 1-2, favorável aos visitantes.
Os da casa correram "atrás" do prejuízo, e conseguiram chegar ao empate aos 66', por intermédio de Kun Aguero. No entanto, aos 78', o ítalo-argentino Pablo Osvaldo, ex-jogador da Fiorentina, marcou o tento da vitória, permitindo ao Espanhol cimentar a quarta posição num dos campeonatos mais equilibrados do Mundo.
Ontem, foi a vez de Barcelona e Real entrarem em campo. O Real Madrid, ainda não tinha sido derrotado na presente temporada, mas no Camp Nou não teve hipótese de ombrear com o "Barça".
Xavi fez o 1-0 aos 10'; e Pedrito Rodríguez aumentou a contagem aos 18'. No segundo tempo, Messi "entrou" em cena, assistindo por duas vezes David Villa.
Em três minutos (55' e 58'), o ponta de lança espanhol bisou no encontro e aumentou o "score" para 4-0, favorável aos "blaugrana".
Já em período de compensação, Jeffren, mais um produto da formação catalã, fechou as contas do marcador. Chapa 5 no Camp Nou.
As vitórias das equipas de Barcelona, são encaradas na Catalunha, como uma prova de que aquela região é mais forte do que a capital, mas acima de tudo, tem qualidade para continuar a derrotar as equipas da capital.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Espanha: Barcelona cilindra Real Madrid
5-0 foi o resultado final do jogo entre Barcelona e Real. Não acredita? Bom, quem não viu o jogo, à "primeira vista", se calhar nem acreditaria. Mas é verdade. O "tiki-taka" de Guardiola dizimou por completo o Real de Mourinho. E que festival foi!
O Barça entrou melhor no jogo, pondo em prática o seu futebol habitual: passes curtos, à espera de uma abertura para chegarem à área de Casillas.
Messi deu o primeiro sinal de perigo logo aos 3', enviando uma bola ao poste. O "tiki-taka" prosseguiu ainda de forma mais intensa, aos 10' Messi fez um passe a rasgar, abrindo para Iniesta na esquerda, com o espanhol a servir Xavi, que depois de ganhar o ressalto bateu Casillas. 1-0.
O Real ainda esboçou uma reacção, quando aos 12' Di María proporcionou uma boa defesa a Victor Valdés. Ainda assim, os "merengues" voltaram a deixar-se cair na teia "blaugrana": Xavi fez um passe "de morte" para Villa, e o avançado espanhol serviu Pedrito, que já no interior da área, só teve de encostar para o 2-0, quando estavam decorridos 18' minutos.
O jogo começava a ficar quente, e Ronaldo até chegou a empurrar Guardiola junto à linha lateral. Num curto espaço de tempo, o Real conseguiu respirar, e o português até esteve perto de marcar na conversão de um livre directo.
Ainda antes do intervalo, terá ficado uma grande penalidade por assinalar, favorável ao Real Madrid. Valdés saiu da baliza na procura da bola, mas acabou por derrubar Ronaldo. Iturralde González mandou seguir.
O intervalo chegou, e Mourinho sem mais demoras, trocou Ozil por Lass Diarra. O Real passou a jogar em 4-3-3 tal como o Barça, mas pouco mudou em termos de "jogo jogado".
A pressão catalã manteve-se, e em três minutos, mais dois golos: Messi fabrica; Villa conclui. O jogo acabou aqui. Aos 58' minutos.
A partir daí, o Real aumentou a dureza, acumulando cartões amarelos de forma desnecessária, assistindo-se até a várias picardias entre jogadores da própria selecção espanhola que, infelizmente, não resistiram à pressão do clássico.
Só dava Barça, e aos 87' Guardiola lançou Keita e Jeffren (antes havia entrado Bojan), para os lugares de Xavi e Pedro. Seria precisamente Jefrren, a fechar as contas do marcador. Cruzamento do lado direito do ataque "blaugrana" e o jovem da cantera catalã a assinar o 5-0 com um ligeiro toque.
Antes do final, tempo ainda para três agressões de Sergio Ramos: primeiro, deu um pontapé em Messi; de seguida atingiu Puyol no rosto; e como se isso não bastasse, ainda foi tocar na cara de Xavi, que entrentato havia sido substituído. Não havia necessidade, e Ramos arrisca-se agora a apanhar uma "bela" suspensão.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Camp Nou, em Barcelona
Árbitro Principal: Iturralde González
Barcelona: Valdés; Daniel Alves, Puyol, Piqué e Abidal; Busquets, Xavi (Keita 87') e Iniesta; Leo Messi, David Villa (Bojan 76') e Pedro (Jeffren 87').
Treinador: Pep Guardiola. Suplentes Não Utilizados: Pinto; Maxwell, Adriano e Mascherano.
Real Madrid: Casillas; Sergio Ramos, Pepe, Ricardo Carvalho e Marcelo (Arbeloa 60'); Xabi Alonso e Khedira; Di María, Ozil (Lass Diarra 45') e Cristiano Ronaldo; Benzema.
Treinador: José Mourinho. Suplentes Não Utilizados: Dudek; Raúl Albiol, Mahamadou Diarra e Pedro León.
Disciplina:
Amarelos: Cristiano Ronaldo 33'; Valdés 33'; David Villa 34'; Pepe 36'; Leo Messi 45'; Xabi Alonso 51'; Casillas 55'; Ricardo Carvalho 71'; Sergio Ramos 73'; Khedira 75'; Puyol 81'; Xavi 90+4' (já depois de substituído);
Vermelhos: Sergio Ramos 90+4'.
Marcador: 1-0 Xavi 10'; 2-0 Pedro 18'; 3-0 David Villa 55'; 4-0 David Villa 58'; 5-0 Jeffren 90';
O Barça entrou melhor no jogo, pondo em prática o seu futebol habitual: passes curtos, à espera de uma abertura para chegarem à área de Casillas.
Messi deu o primeiro sinal de perigo logo aos 3', enviando uma bola ao poste. O "tiki-taka" prosseguiu ainda de forma mais intensa, aos 10' Messi fez um passe a rasgar, abrindo para Iniesta na esquerda, com o espanhol a servir Xavi, que depois de ganhar o ressalto bateu Casillas. 1-0.
O Real ainda esboçou uma reacção, quando aos 12' Di María proporcionou uma boa defesa a Victor Valdés. Ainda assim, os "merengues" voltaram a deixar-se cair na teia "blaugrana": Xavi fez um passe "de morte" para Villa, e o avançado espanhol serviu Pedrito, que já no interior da área, só teve de encostar para o 2-0, quando estavam decorridos 18' minutos.
O jogo começava a ficar quente, e Ronaldo até chegou a empurrar Guardiola junto à linha lateral. Num curto espaço de tempo, o Real conseguiu respirar, e o português até esteve perto de marcar na conversão de um livre directo.
Ainda antes do intervalo, terá ficado uma grande penalidade por assinalar, favorável ao Real Madrid. Valdés saiu da baliza na procura da bola, mas acabou por derrubar Ronaldo. Iturralde González mandou seguir.
O intervalo chegou, e Mourinho sem mais demoras, trocou Ozil por Lass Diarra. O Real passou a jogar em 4-3-3 tal como o Barça, mas pouco mudou em termos de "jogo jogado".
A pressão catalã manteve-se, e em três minutos, mais dois golos: Messi fabrica; Villa conclui. O jogo acabou aqui. Aos 58' minutos.
A partir daí, o Real aumentou a dureza, acumulando cartões amarelos de forma desnecessária, assistindo-se até a várias picardias entre jogadores da própria selecção espanhola que, infelizmente, não resistiram à pressão do clássico.
Só dava Barça, e aos 87' Guardiola lançou Keita e Jeffren (antes havia entrado Bojan), para os lugares de Xavi e Pedro. Seria precisamente Jefrren, a fechar as contas do marcador. Cruzamento do lado direito do ataque "blaugrana" e o jovem da cantera catalã a assinar o 5-0 com um ligeiro toque.
Antes do final, tempo ainda para três agressões de Sergio Ramos: primeiro, deu um pontapé em Messi; de seguida atingiu Puyol no rosto; e como se isso não bastasse, ainda foi tocar na cara de Xavi, que entrentato havia sido substituído. Não havia necessidade, e Ramos arrisca-se agora a apanhar uma "bela" suspensão.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Camp Nou, em Barcelona
Árbitro Principal: Iturralde González
Barcelona: Valdés; Daniel Alves, Puyol, Piqué e Abidal; Busquets, Xavi (Keita 87') e Iniesta; Leo Messi, David Villa (Bojan 76') e Pedro (Jeffren 87').
Treinador: Pep Guardiola. Suplentes Não Utilizados: Pinto; Maxwell, Adriano e Mascherano.
Real Madrid: Casillas; Sergio Ramos, Pepe, Ricardo Carvalho e Marcelo (Arbeloa 60'); Xabi Alonso e Khedira; Di María, Ozil (Lass Diarra 45') e Cristiano Ronaldo; Benzema.
Treinador: José Mourinho. Suplentes Não Utilizados: Dudek; Raúl Albiol, Mahamadou Diarra e Pedro León.
Disciplina:
Amarelos: Cristiano Ronaldo 33'; Valdés 33'; David Villa 34'; Pepe 36'; Leo Messi 45'; Xabi Alonso 51'; Casillas 55'; Ricardo Carvalho 71'; Sergio Ramos 73'; Khedira 75'; Puyol 81'; Xavi 90+4' (já depois de substituído);
Vermelhos: Sergio Ramos 90+4'.
Marcador: 1-0 Xavi 10'; 2-0 Pedro 18'; 3-0 David Villa 55'; 4-0 David Villa 58'; 5-0 Jeffren 90';
domingo, 28 de novembro de 2010
Jorge Jesus deixou a "flash-interview" da TVI "a meio"
Jorge Jesus deixou a "flash-interview" da TVI "a meio". O "insólito" aconteceu logo após o final da partida, que os benfiquistas venceram o Beira-Mar por 3-1.
Incomodado com as questões do reportér da TVI, Jorge Jesus questionou-o acerca do tema que pretendia falar. Em sua defesa, o jornalista respondeu que na "flash-interview", quem fazia as perguntas era ele.
Sendo assim, Jesus respondeu com um não muito simpático "então tchau", e abandonou a zona de entrevistas rápidas.
Ambos têm razão: o jornalista é quem decide as perguntas; mas nenhum treinador gosta que logo após um jogo, um jornalista o "bombardeie" com questões não relacionadas com o jogo, e que apenas pretendem tirar ilações acerca do que se passa no "seu" balneário.
Melhor mesmo, é ver as imagens:
Incomodado com as questões do reportér da TVI, Jorge Jesus questionou-o acerca do tema que pretendia falar. Em sua defesa, o jornalista respondeu que na "flash-interview", quem fazia as perguntas era ele.
Sendo assim, Jesus respondeu com um não muito simpático "então tchau", e abandonou a zona de entrevistas rápidas.
Ambos têm razão: o jornalista é quem decide as perguntas; mas nenhum treinador gosta que logo após um jogo, um jornalista o "bombardeie" com questões não relacionadas com o jogo, e que apenas pretendem tirar ilações acerca do que se passa no "seu" balneário.
Melhor mesmo, é ver as imagens:
Liga ZON Sagres: Sporting 1-1 FC Porto
Definitivamente, o FC Porto que goleou o Benfica há três semanas no Dragão, entrou de férias. Depois de vencer o rival da Luz, os "Dragões" venceram Portimonense e Moreirense, com exibições algo sofridas, e ontem em Alvalade a equipa voltou a encontrar bastantes dificuldades para impôr o seu jogo.
O "clássico de Moutinho" começou a ganhar "forma", ainda o jogo não tinha começado. As já "habituais" bolas de golfe, deram lugar a maçãs, lançadas pelos adeptos leoninos para o interior do relvado.
Ambas as equipas entraram no relvado, mais preocupadas em ocupar bem os espaços e aproveitar bem os eventuais erros do adversário, do que com a bola.
Liedson assumiu o primeiro remate da partida, após passe de Hélder Postiga; mas de imediato o FC Porto respondeu. Valeu ao Sporting a saída de Rui Patrício, a tapar os caminhos da baliza a Falcao.
Parecia que, finalmente, íamos ter jogo, e o Sporting até se foi soltando. Pedro Mendes, Maniche, Valdés e André Santos, iam criando "rasgos", permitindo aos "Leões" um maior crescimento na partida, enquanto que o FC Porto ia baixando claramente de produção.
Falcao, Hulk e Varela passaram claramente ao longo do jogo no primeiro tempo, tal como Belluschi e Moutinho, mas este último até se compreendia, pois os adeptos leoninos não lhe davam tréguas, assobiando-o fortemente sempre que tocava no esférico.
Sem correr muitos riscos, o Sporting ia-se aproximando da baliza de Helton, e ia fazendo uso da meia distância para tentar o golo. Postiga foi o primeiro; André Santos também tentou; e Pedro Mendes acabou por acertar em cheio na barra. Era um golão.
Mesmo com todos estes "avisos", o FC Porto continuou "adormecido" no jogo, e aos 38' minutos, Valdés abriu o activo.
Pontapé longo de Rui Patrício, má abordagem de Maicon ao lance, e o chileno a ficar cara-a-cara com Helton, não perdoando na hora de finalizar. Valdés até partiu de posição irregular, mas a vantagem leonina até era mais do que justa, perante um FC Porto muito fraco.
No segundo tempo, o FC Porto estava "obrigado" a mudar a atitude, se queria sair de Alvalade com pontos, e mudou. Hulk apareceu finalmente na partida, primeiro com um remate em arco, depois com um cruzamento para Falcao, com o colombiano a "obrigar" Rui Patrício a aparecer em jogo.
No entanto, "à terceira foi de vez": tabelinha de Hulk com Moutinho, com o brasileiro a cruzar para o interior da área, onde apareceu Falcao a concluir de forma fácil, empatando assim a partida.
Agora era o FC Porto quem crescia na partida, com o Sporting a perder o controlo que tão bem tinha exercido no primeiro tempo.
Paulo Sérgio lançou Yannick e Vukcevic por troca com Maniche e Valdés, mas o jogo iria sofrer alterações aos 70' minutos, quando Liedson "roubou" a bola a Maicon, e caiu quando se preparava para seguir para a baliza portista. Vermelho directo ao central brasileiro, com Villas Boas a ver-se "obrigado" a lançar Otamendi em detrimento de Falcao, ele que momentos antes já havia prescindindo de Varela, lançando Guarín.
O jogo praticamente acabou aqui, embora o FC Porto tivesse ainda, de segurar os ataques finais dos "Leões", que nunca deixaram de procurar o triunfo.
Resta ainda dizer, que Villas Boas foi expulso do banco aos 74' minutos, alegadamente por protestos.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio José de Alvalade, em Lisboa
Quarteto de arbitragem composto por: Jorge Sousa (Árbitro Principal); José Ramalho e José Luís Melo (Árbitros Assistentes); Rui Costa (Quarto Árbitro).
Sporting: Rui Patrício; João Pereira, Anderson Polga, Daniel Carriço e Evaldo; Pedro Mendes (Carlos Saleiro 83'), André Santos e Maniche (Vukcevic 68'); Valdés (Yannick Djaló 65'), Hélder Postiga e Liedson
Treinador: Paulo Sérgio. Suplentes Não Utilizados: Tiago; Nuno André Coelho, Torsiglieri e Zapater.
FC Porto: Helton; Sapunaru, Maicon, Rolando e Emídio Rafael; Fernando, Belluschi e João Moutinho (Fucile 86'); Hulk, Falcao (Otamendi 72') e Varela (Guarín 65').
Treinador: André Villas Boas; Suplentes Não Utilizados: Beto; Rúben Micael, James Rodríguez e Cristian Rodríguez.
Disciplina:
Amarelos: Pedro Mendes 21'; Fernando 31'; Helton 38'; Hulk 69'; Evaldo 73'; Yannick Djaló 83'; Belluschi 87'; Otamendi 90+1'; Hélder Postiga 90+3';
Vermelhos: Maicon 70';
Marcador: 1-0 Valdés 38'; 1-1 Falcao 57';
O "clássico de Moutinho" começou a ganhar "forma", ainda o jogo não tinha começado. As já "habituais" bolas de golfe, deram lugar a maçãs, lançadas pelos adeptos leoninos para o interior do relvado.
Ambas as equipas entraram no relvado, mais preocupadas em ocupar bem os espaços e aproveitar bem os eventuais erros do adversário, do que com a bola.
Liedson assumiu o primeiro remate da partida, após passe de Hélder Postiga; mas de imediato o FC Porto respondeu. Valeu ao Sporting a saída de Rui Patrício, a tapar os caminhos da baliza a Falcao.
Parecia que, finalmente, íamos ter jogo, e o Sporting até se foi soltando. Pedro Mendes, Maniche, Valdés e André Santos, iam criando "rasgos", permitindo aos "Leões" um maior crescimento na partida, enquanto que o FC Porto ia baixando claramente de produção.
Falcao, Hulk e Varela passaram claramente ao longo do jogo no primeiro tempo, tal como Belluschi e Moutinho, mas este último até se compreendia, pois os adeptos leoninos não lhe davam tréguas, assobiando-o fortemente sempre que tocava no esférico.
Sem correr muitos riscos, o Sporting ia-se aproximando da baliza de Helton, e ia fazendo uso da meia distância para tentar o golo. Postiga foi o primeiro; André Santos também tentou; e Pedro Mendes acabou por acertar em cheio na barra. Era um golão.
Mesmo com todos estes "avisos", o FC Porto continuou "adormecido" no jogo, e aos 38' minutos, Valdés abriu o activo.
Pontapé longo de Rui Patrício, má abordagem de Maicon ao lance, e o chileno a ficar cara-a-cara com Helton, não perdoando na hora de finalizar. Valdés até partiu de posição irregular, mas a vantagem leonina até era mais do que justa, perante um FC Porto muito fraco.
No segundo tempo, o FC Porto estava "obrigado" a mudar a atitude, se queria sair de Alvalade com pontos, e mudou. Hulk apareceu finalmente na partida, primeiro com um remate em arco, depois com um cruzamento para Falcao, com o colombiano a "obrigar" Rui Patrício a aparecer em jogo.
No entanto, "à terceira foi de vez": tabelinha de Hulk com Moutinho, com o brasileiro a cruzar para o interior da área, onde apareceu Falcao a concluir de forma fácil, empatando assim a partida.
Agora era o FC Porto quem crescia na partida, com o Sporting a perder o controlo que tão bem tinha exercido no primeiro tempo.
Paulo Sérgio lançou Yannick e Vukcevic por troca com Maniche e Valdés, mas o jogo iria sofrer alterações aos 70' minutos, quando Liedson "roubou" a bola a Maicon, e caiu quando se preparava para seguir para a baliza portista. Vermelho directo ao central brasileiro, com Villas Boas a ver-se "obrigado" a lançar Otamendi em detrimento de Falcao, ele que momentos antes já havia prescindindo de Varela, lançando Guarín.
O jogo praticamente acabou aqui, embora o FC Porto tivesse ainda, de segurar os ataques finais dos "Leões", que nunca deixaram de procurar o triunfo.
Resta ainda dizer, que Villas Boas foi expulso do banco aos 74' minutos, alegadamente por protestos.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio José de Alvalade, em Lisboa
Quarteto de arbitragem composto por: Jorge Sousa (Árbitro Principal); José Ramalho e José Luís Melo (Árbitros Assistentes); Rui Costa (Quarto Árbitro).
Sporting: Rui Patrício; João Pereira, Anderson Polga, Daniel Carriço e Evaldo; Pedro Mendes (Carlos Saleiro 83'), André Santos e Maniche (Vukcevic 68'); Valdés (Yannick Djaló 65'), Hélder Postiga e Liedson
Treinador: Paulo Sérgio. Suplentes Não Utilizados: Tiago; Nuno André Coelho, Torsiglieri e Zapater.
FC Porto: Helton; Sapunaru, Maicon, Rolando e Emídio Rafael; Fernando, Belluschi e João Moutinho (Fucile 86'); Hulk, Falcao (Otamendi 72') e Varela (Guarín 65').
Treinador: André Villas Boas; Suplentes Não Utilizados: Beto; Rúben Micael, James Rodríguez e Cristian Rodríguez.
Disciplina:
Amarelos: Pedro Mendes 21'; Fernando 31'; Helton 38'; Hulk 69'; Evaldo 73'; Yannick Djaló 83'; Belluschi 87'; Otamendi 90+1'; Hélder Postiga 90+3';
Vermelhos: Maicon 70';
Marcador: 1-0 Valdés 38'; 1-1 Falcao 57';
sábado, 27 de novembro de 2010
"A foto do dia": Bruno Alves resolveu "à bomba"
Sporting e FC Porto, encontram-se logo mais (21h15) em Alvalade, naquele que será o décimo segundo jogo de ambas as equipas no campeonato.
Assim sendo, e em dia de clássico, recordo aqui o Sporting - FC Porto de 08/09, em que os azuis triunfaram por 1-2. Na altura, Bruno Alves resolveu "à bomba", tal como prova a foto captada, no momento em que o central portista bateu o livre que fechou o marcador ainda no primeiro tempo.
O FC Porto vinha de uma derrota em Londres, frente ao Arsenal por 4-0, e procurava aqui quebrar um enguiço. É que Jesualdo nunca havia vencido os "Leões" em Alvalade, enquanto treinador dos azuis e brancos.
Já o Sporting, também vinha de uma jornada europeia, mas havia sido mais feliz do que o FC Porto: venceu o Basileia por 2-0, também para a Liga dos Campeões.
Ambas as equipas estavam separadas apenas por um ponto no Campeonato: o Sporting liderava juntamente com Nacional e Leixões (nove pontos); enquanto o FC Porto era 4º, com os mesmos oito pontos do Benfica.
Ninguém queria perder, como é óbvio, mas desta vez, ao contrário dos jogos anteriores que havia feito em Alvalade, o FC Porto entrou melhor na partida.
Aos 19' minutos, Lisandro López abriu o activo, aproveitando uma falha de marcação leonina.
Não demorou muito a resposta dos da casa, com João Moutinho a converter com êxito uma grande penalidade. Tomás Costa foi o infractor, numa grande penalidade muito discutida. Estavam decorridos 28' minutos.
No entanto, três minutos depois, e na sequência de um livre directo, Bruno Alves resolveu o clássico, "à bomba". Grande golo do defesa português, que fechou as contas do jogo aos 31' minutos.
Ficha de Jogo:
Sporting: Rui Patrício; Abel (Romagnoli 66'), Polga, Tonel e Grimi (Pereirinha 45'); Miguel Veloso, Rochemback, João Moutinho e Yannick Djaló; Derlei e Hélder Postiga (Liedson 66').
Treinador: Paulo Bento. Suplentes Não Utilizados: Tiago; Daniel Carriço, Pedro Silva e Adrien.
FC Porto: Nuno; Sapunaru, Rolando, Bruno Alves e Fucile; Fernando, Lucho (Guarín 83'), Raúl Meireles e Tomás Costa (Mariano 58'); Lisandro e Cristian Rodríguez (Hulk 73').
Treinador: Jesualdo Ferreira. Suplentes Não Utilizados: Ventura; Pedro Emanuel, Lino e Pelé.
Disciplina:
Amarelos: Lucho 22'; Abel 33'; Pereirinha 51'; Tomás Costa 55'; Sapunaru 59'; Derlei 59'; Liedson 80'; Lisandro 89';
Marcador: 0-1 Lisandro 19'; 1-1 João Moutinho 28' G. P.; 1-2 Bruno Alves 31';
Assim sendo, e em dia de clássico, recordo aqui o Sporting - FC Porto de 08/09, em que os azuis triunfaram por 1-2. Na altura, Bruno Alves resolveu "à bomba", tal como prova a foto captada, no momento em que o central portista bateu o livre que fechou o marcador ainda no primeiro tempo.
O FC Porto vinha de uma derrota em Londres, frente ao Arsenal por 4-0, e procurava aqui quebrar um enguiço. É que Jesualdo nunca havia vencido os "Leões" em Alvalade, enquanto treinador dos azuis e brancos.
Já o Sporting, também vinha de uma jornada europeia, mas havia sido mais feliz do que o FC Porto: venceu o Basileia por 2-0, também para a Liga dos Campeões.
Ambas as equipas estavam separadas apenas por um ponto no Campeonato: o Sporting liderava juntamente com Nacional e Leixões (nove pontos); enquanto o FC Porto era 4º, com os mesmos oito pontos do Benfica.
Ninguém queria perder, como é óbvio, mas desta vez, ao contrário dos jogos anteriores que havia feito em Alvalade, o FC Porto entrou melhor na partida.
Aos 19' minutos, Lisandro López abriu o activo, aproveitando uma falha de marcação leonina.
Não demorou muito a resposta dos da casa, com João Moutinho a converter com êxito uma grande penalidade. Tomás Costa foi o infractor, numa grande penalidade muito discutida. Estavam decorridos 28' minutos.
No entanto, três minutos depois, e na sequência de um livre directo, Bruno Alves resolveu o clássico, "à bomba". Grande golo do defesa português, que fechou as contas do jogo aos 31' minutos.
Ficha de Jogo:
Sporting: Rui Patrício; Abel (Romagnoli 66'), Polga, Tonel e Grimi (Pereirinha 45'); Miguel Veloso, Rochemback, João Moutinho e Yannick Djaló; Derlei e Hélder Postiga (Liedson 66').
Treinador: Paulo Bento. Suplentes Não Utilizados: Tiago; Daniel Carriço, Pedro Silva e Adrien.
FC Porto: Nuno; Sapunaru, Rolando, Bruno Alves e Fucile; Fernando, Lucho (Guarín 83'), Raúl Meireles e Tomás Costa (Mariano 58'); Lisandro e Cristian Rodríguez (Hulk 73').
Treinador: Jesualdo Ferreira. Suplentes Não Utilizados: Ventura; Pedro Emanuel, Lino e Pelé.
Disciplina:
Amarelos: Lucho 22'; Abel 33'; Pereirinha 51'; Tomás Costa 55'; Sapunaru 59'; Derlei 59'; Liedson 80'; Lisandro 89';
Marcador: 0-1 Lisandro 19'; 1-1 João Moutinho 28' G. P.; 1-2 Bruno Alves 31';
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Moutinho, é hora de regressares a "casa"!
Pois é, meus caros. É já amanhã que se disputa o Sporting - FC Porto mais aguardado dos últimos anos. Eu vejo dois grandes motivos, para que a hora do jogo chegue rápido, mas o leitor talvez veja apenas um: o regresso de Moutinho a Alvalade.
(Se é que interessa muito, o outro motivo para que este seja o clássico entre Sporting e Porto mais aguardado dos últimos anos, é o facto do FC Porto ainda não ter sido derrotado esta temporada, e por isso, ser o "alvo a abater")
Depois de uma transferência muito atribulada, no último Verão de Alvalade para o Dragão, João Moutinho regressa agora, aquela que se pode dizer sua "casa".
O agora médio portista, alinhou durante onze temporadas de "Leão" ao peito. Entre Iniciados, Juvenis, Júniores, equipa "B" e equipa principal. Moutinho cumpria ainda a sua primeira temporada como Júnior, quando foi chamado a representar a equipa "B" leonina. Na II Divisão B, o "miúdo" João, realizou trinta jogos (vinte e quatro como titular) e apontou um golo, não conseguindo evitar que o conjunto leonino descesse de divisão.
Indiferentes ao rendimento do colectivo, os responsáveis pela equipa principal do Sporting, apostaram no médio na temporada 2004/2005, quando Moutinho ainda cumpria o segundo ano de Júnior.
O médio estreou-se frente ao Gil Vicente em Barcelos, numa vitória do Sporting por 0-3, e não mais deixou a equipa principal, até ao Verão deste ano, em que se mudou para o FC Porto.
Em jogos frente ao Porto, Moutinho estreou-se na mesma temporada de 04/05, numa vitória caseira dos "Leões" por 2-0.
Curiosamente, o seu último jogo com a camisola do Sporting, frente ao FC Porto, também terminou com vitória verde e branca, e foi na temporada passada, quando os "Leões" cilindraram os "Dragões" por 3-0.
Ao FC Porto, Moutinho marcou apenas por uma vez e foi na temporada 08/09. Curiosamente, o Sporting acabou derrotado em Alvalade por 1-2, num jogo em que Bruno Alves resolveu "à bomba".
Espero sobretudo um bom jogo de futebol, e claro, um bom regresso de Moutinho ao estádio que o viu nascer e crescer para o futebol. Certamente que o jogador respeitará os seus "antigos" adeptos, logo todos esperamos que estes respeitem o jogador, e compreendam as decisões que levam os jogadores de futebol a precisarem de mudanças.
(Se é que interessa muito, o outro motivo para que este seja o clássico entre Sporting e Porto mais aguardado dos últimos anos, é o facto do FC Porto ainda não ter sido derrotado esta temporada, e por isso, ser o "alvo a abater")
Depois de uma transferência muito atribulada, no último Verão de Alvalade para o Dragão, João Moutinho regressa agora, aquela que se pode dizer sua "casa".
O agora médio portista, alinhou durante onze temporadas de "Leão" ao peito. Entre Iniciados, Juvenis, Júniores, equipa "B" e equipa principal. Moutinho cumpria ainda a sua primeira temporada como Júnior, quando foi chamado a representar a equipa "B" leonina. Na II Divisão B, o "miúdo" João, realizou trinta jogos (vinte e quatro como titular) e apontou um golo, não conseguindo evitar que o conjunto leonino descesse de divisão.
Indiferentes ao rendimento do colectivo, os responsáveis pela equipa principal do Sporting, apostaram no médio na temporada 2004/2005, quando Moutinho ainda cumpria o segundo ano de Júnior.
O médio estreou-se frente ao Gil Vicente em Barcelos, numa vitória do Sporting por 0-3, e não mais deixou a equipa principal, até ao Verão deste ano, em que se mudou para o FC Porto.
Em jogos frente ao Porto, Moutinho estreou-se na mesma temporada de 04/05, numa vitória caseira dos "Leões" por 2-0.
Curiosamente, o seu último jogo com a camisola do Sporting, frente ao FC Porto, também terminou com vitória verde e branca, e foi na temporada passada, quando os "Leões" cilindraram os "Dragões" por 3-0.
Ao FC Porto, Moutinho marcou apenas por uma vez e foi na temporada 08/09. Curiosamente, o Sporting acabou derrotado em Alvalade por 1-2, num jogo em que Bruno Alves resolveu "à bomba".
Espero sobretudo um bom jogo de futebol, e claro, um bom regresso de Moutinho ao estádio que o viu nascer e crescer para o futebol. Certamente que o jogador respeitará os seus "antigos" adeptos, logo todos esperamos que estes respeitem o jogador, e compreendam as decisões que levam os jogadores de futebol a precisarem de mudanças.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Liga dos Campeões: Benfica eliminado
O Benfica foi esta noite goleado em Israel, em casa do Hapoel Tel-Aviv por 3-0, e disse "adeus" à Liga dos Campeões.
No outro jogo do grupo, o Schalke venceu o Lyon também por 3-0, e os encarnados até podem nem seguir para a Liga Europa, dependendo agora do último jogo da fase de grupos. Um ponto frente ao Schalke, é o suficiente.
Apesar da derrota, a equipa do Benfica mostrou mais qualidade do que o seu adversário, e teve muitas mais oportunidades de golo para "matar" o jogo. Dificilmente na Liga dos Campeões, uma equipa tem tantos remates à baliza (24 contra 10), tantos cantos a favor (21 contra 2!!!), e mesmo assim, acaba por perder 3-0.
Depois, houve muita desconcentração da equipa encarnada, e a prova disso é o facto do Hapoel ter marcado dois golos na sequência de lances de bola parada.
O primeiro golo surgiu aos 24', com Zahavi na sequência de um livre, a saltar completamente à vontade nas costas de Luisão e David Luiz.
Depois, aos 75', os israelistas fizeram o 2-0, na sequência do primeiro canto que conquistaram em toda a partida. Já agora, o terceiro golo surgiu de um contra-ataque rápido, finalizado por Zahavi.
Pouco há a dizer sobre o jogo, uma vez que este Hapoel é das equipas mais fraquinhas que alguma vez disputaram a Liga dos Campeões. O Benfica até merecia sair vencedor, se tivermos em conta os números, mas a desconcentração mostrada durante toda a partida é, no mínimo, ridícula e não podia nunca, ter acontecido.
Destaque ainda, para o regresso de Óscar Cardozo, que entrou ao intervalo para o lugar de...Saviola. Sem nenhum problema físico aparente, o argentino deu o lugar a "Tacuara". Incompreensível de facto. Cardozo vem de uma lesão prolongada, e acusou claramente a falta de ritmo, falta de agressividade e claro, falta de confiança.
Tenho ainda a sublinhar, a forte adesão do público israelita ao jogo. Com estádios cheios, como esteve o Bloomfield, havia uma obrigação "extra" do Benfica em vencer esta partida.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio Bloomfield, em Telavive, Israel
Equipa de arbitragem composta por: Alain Hamer (Luxemburgo - Árbitro Principal); François Mangen e Christian Holgten (Árbitros Assistentes); Luc Wilmes (Quarto Árbitro).
Hapoel Tel-Aviv: Enyeama; Bondarv, Douglas da Silva, Fransman e Ben Dayan; Vermouth, Abutbul (Badier 78'), Yadin e Zahavi; Tamuz (Ben Sahar 66') e Shechter (Shivhon 58').
Treinador: Eli Gutman. Suplentes Não Utilizados: Ben-Shanan; Kende, Marc e Shish.
Benfica: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Javi García (Jara 79'), Salvio (Carlos Martins 65'), Gaitán e Aimar; Alan Kardec e Saviola (Cardozo 45').
Treinador: Jorge Jesus. Suplentes Não Utilizados: Júlio César; Sidnei, César Peixoto e Rúben Amorim.
Disciplina:
Amarelos: Saviola 28'; Ben Dayan 33'; Yadin 42'; Fransman 52';
Marcador: 1-0 Zahavi 24'; 2-0 Douglas da Silva 75'; 3-0 Zahavi 90+3'.
No outro jogo do grupo, o Schalke venceu o Lyon também por 3-0, e os encarnados até podem nem seguir para a Liga Europa, dependendo agora do último jogo da fase de grupos. Um ponto frente ao Schalke, é o suficiente.
Apesar da derrota, a equipa do Benfica mostrou mais qualidade do que o seu adversário, e teve muitas mais oportunidades de golo para "matar" o jogo. Dificilmente na Liga dos Campeões, uma equipa tem tantos remates à baliza (24 contra 10), tantos cantos a favor (21 contra 2!!!), e mesmo assim, acaba por perder 3-0.
Depois, houve muita desconcentração da equipa encarnada, e a prova disso é o facto do Hapoel ter marcado dois golos na sequência de lances de bola parada.
O primeiro golo surgiu aos 24', com Zahavi na sequência de um livre, a saltar completamente à vontade nas costas de Luisão e David Luiz.
Depois, aos 75', os israelistas fizeram o 2-0, na sequência do primeiro canto que conquistaram em toda a partida. Já agora, o terceiro golo surgiu de um contra-ataque rápido, finalizado por Zahavi.
Pouco há a dizer sobre o jogo, uma vez que este Hapoel é das equipas mais fraquinhas que alguma vez disputaram a Liga dos Campeões. O Benfica até merecia sair vencedor, se tivermos em conta os números, mas a desconcentração mostrada durante toda a partida é, no mínimo, ridícula e não podia nunca, ter acontecido.
Destaque ainda, para o regresso de Óscar Cardozo, que entrou ao intervalo para o lugar de...Saviola. Sem nenhum problema físico aparente, o argentino deu o lugar a "Tacuara". Incompreensível de facto. Cardozo vem de uma lesão prolongada, e acusou claramente a falta de ritmo, falta de agressividade e claro, falta de confiança.
Tenho ainda a sublinhar, a forte adesão do público israelita ao jogo. Com estádios cheios, como esteve o Bloomfield, havia uma obrigação "extra" do Benfica em vencer esta partida.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio Bloomfield, em Telavive, Israel
Equipa de arbitragem composta por: Alain Hamer (Luxemburgo - Árbitro Principal); François Mangen e Christian Holgten (Árbitros Assistentes); Luc Wilmes (Quarto Árbitro).
Hapoel Tel-Aviv: Enyeama; Bondarv, Douglas da Silva, Fransman e Ben Dayan; Vermouth, Abutbul (Badier 78'), Yadin e Zahavi; Tamuz (Ben Sahar 66') e Shechter (Shivhon 58').
Treinador: Eli Gutman. Suplentes Não Utilizados: Ben-Shanan; Kende, Marc e Shish.
Benfica: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Javi García (Jara 79'), Salvio (Carlos Martins 65'), Gaitán e Aimar; Alan Kardec e Saviola (Cardozo 45').
Treinador: Jorge Jesus. Suplentes Não Utilizados: Júlio César; Sidnei, César Peixoto e Rúben Amorim.
Disciplina:
Amarelos: Saviola 28'; Ben Dayan 33'; Yadin 42'; Fransman 52';
Marcador: 1-0 Zahavi 24'; 2-0 Douglas da Silva 75'; 3-0 Zahavi 90+3'.
Liga dos Campeões: Braga vence Arsenal
Super Braga. É o que apetece dizer depois do jogo de ontem, em que os bracarenses levaram a melhor sobre o Arsenal, vencendo os londrinos por 2-0.
É bom lembrar que o Arsenal não contou com três habituais titulares: Clichy, Arshavin e Van Persie.
Ainda assim, Domingos quis anular o meio-campo dos "Gunners" e Vandinho foi a sombra de "Cesc" Fàbregas, que passou despercebido em jogo, até ser substituído por lesão aos 68'.
O primeiro tempo decorreu no ritmo que mais convinha ao Braga: num ritmo pausado. Nunca alguém no seu perfeito juízo, aconselharia ao Braga jogar taco-a-taco com o Arsenal.
Neste período, o Braga falhou muitos passes, e não conseguiu criar jogadas de real perigo, para a baliza de Fabianski.
No segundo tempo, os minhotos entraram mais fortes e coesos, e sem errarem no último passe.
Wenger ainda lançou Nasri, Chamakh e Carlos Vela, na tentativa de abater o Braga, mas acabou por conceder espaço à equipa de casa, que foi aparecendo com mais perigo junto da área inglesa.
Ainda assim, Domingos lança Andrés Madrid por troca com Luís Aguiar, com o objectivo de preservar o empate. O Braga estava agora, mais bem preparado para o ataque final dos "Gunners".
Foi então que apareceu um Senhor, chamado Matheus: aos 83' o brasileiro ganhou uma disputa de bola a Eboué, e inaugurou o marcador; aos 90+3' e com um golo espectacular, Matheus fechou a história do jogo e mantém a esperança minhota em chegar aos Oitavos de Final.
Para isso, é preciso vencer de hoje a duas semanas, o Shakthar na Ucrânia por 0-4. Impossível? Não. "Apenas" complicado. Mas, é bom não esquecer que este Braga marcou quatro golos em Sevilha...
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio AXA, em Braga
Equipa de arbitragem composta por: Viktor Kássai (Árbitro Principal - Hungria); György Ring e Tibor Vámos (Árbitros Assistentes); Ferenc Bede (Quarto Árbitro).
Sp. Braga: Felipe; Miguel Garcia, Moisés, Rodríguez e Elderson; Vandinho (Hugo Viana 88'), Luís Aguiar (Andrés Madrid 80') e Leandro Salino; Alan, Matheus e Lima (Élton 81');
Treinador: Domingos Paciência. Suplentes Não Utilizados: Arthur; Aníbal, Sílvio e Márcio Mossoró.
Arsenal: Fabianski; Eboué, Djourou, Squillaci e Gibbs; Denilson, Wilshere e Fàbregas (Nasri 68'); Walcott (Carlos Vela 77'), Rosicky e Bendtner (Chamakh 74').
Treinador: Arsène Wenger. Suplentes Não Utilizados: Szczesny; Song, Sagna e Koscielny.
Disciplina:
Amarelos: Eboué 38'; Luís Aguiar 55'; Denilson 70'; Djourou 74'; Carlos Vela 77'; Miguel Garcia 78'; Rosicky 84';
Marcador: 1-0 Matheus 83'; 2-0 Matheus 90+3';
É bom lembrar que o Arsenal não contou com três habituais titulares: Clichy, Arshavin e Van Persie.
Ainda assim, Domingos quis anular o meio-campo dos "Gunners" e Vandinho foi a sombra de "Cesc" Fàbregas, que passou despercebido em jogo, até ser substituído por lesão aos 68'.
O primeiro tempo decorreu no ritmo que mais convinha ao Braga: num ritmo pausado. Nunca alguém no seu perfeito juízo, aconselharia ao Braga jogar taco-a-taco com o Arsenal.
Neste período, o Braga falhou muitos passes, e não conseguiu criar jogadas de real perigo, para a baliza de Fabianski.
No segundo tempo, os minhotos entraram mais fortes e coesos, e sem errarem no último passe.
Wenger ainda lançou Nasri, Chamakh e Carlos Vela, na tentativa de abater o Braga, mas acabou por conceder espaço à equipa de casa, que foi aparecendo com mais perigo junto da área inglesa.
Ainda assim, Domingos lança Andrés Madrid por troca com Luís Aguiar, com o objectivo de preservar o empate. O Braga estava agora, mais bem preparado para o ataque final dos "Gunners".
Foi então que apareceu um Senhor, chamado Matheus: aos 83' o brasileiro ganhou uma disputa de bola a Eboué, e inaugurou o marcador; aos 90+3' e com um golo espectacular, Matheus fechou a história do jogo e mantém a esperança minhota em chegar aos Oitavos de Final.
Para isso, é preciso vencer de hoje a duas semanas, o Shakthar na Ucrânia por 0-4. Impossível? Não. "Apenas" complicado. Mas, é bom não esquecer que este Braga marcou quatro golos em Sevilha...
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio AXA, em Braga
Equipa de arbitragem composta por: Viktor Kássai (Árbitro Principal - Hungria); György Ring e Tibor Vámos (Árbitros Assistentes); Ferenc Bede (Quarto Árbitro).
Sp. Braga: Felipe; Miguel Garcia, Moisés, Rodríguez e Elderson; Vandinho (Hugo Viana 88'), Luís Aguiar (Andrés Madrid 80') e Leandro Salino; Alan, Matheus e Lima (Élton 81');
Treinador: Domingos Paciência. Suplentes Não Utilizados: Arthur; Aníbal, Sílvio e Márcio Mossoró.
Arsenal: Fabianski; Eboué, Djourou, Squillaci e Gibbs; Denilson, Wilshere e Fàbregas (Nasri 68'); Walcott (Carlos Vela 77'), Rosicky e Bendtner (Chamakh 74').
Treinador: Arsène Wenger. Suplentes Não Utilizados: Szczesny; Song, Sagna e Koscielny.
Disciplina:
Amarelos: Eboué 38'; Luís Aguiar 55'; Denilson 70'; Djourou 74'; Carlos Vela 77'; Miguel Garcia 78'; Rosicky 84';
Marcador: 1-0 Matheus 83'; 2-0 Matheus 90+3';
domingo, 21 de novembro de 2010
Taça de Portugal: 4ª Eliminatória sem surpresas
Realizaram-se hoje os jogos referentes à 4ª Eliminatória da Taça de Portugal. Na festa da Taça, hoje não aconteceram surpresas.
Logo ao início da tarde, pelas 14 horas, iniciaram-se seis partidas: no "duelo do Mar", o Leixões foi a Espinho vencer o Sporting local, por 2-1, com dois golos de Fábio Espinho. Jogador natural de...Espinho.
Em duelos entre equipas da II Divisão, o Pinhalnovense recebeu e venceu o Tirsense por 2-0, com golos de Quinaz e Miran; o Merelinense também recebeu e venceu o Carregado por 2-0, com golos de Zé Manel e Beck; e o Atlético venceu no desempate por grandes penalidades, o Tourizense por 6-5.
Também as 14 horas, teve início o jogo entre o Mondinense da III Divisão e o Torreense da II Divisão. Os da casa tiveram a vencer, mas o Torreense acabou por vencer 2-1, já no prolongamento.
Uma hora depois, "arrancaram" quatro partidas, três delas entre equipas do primeiro escalão. Em Olhão, a Olhanense recebeu e venceu o Nacional por 1-0, com o golo a ser apontado por Fernando Alexandre.
Em Aveiro, num derby da região Centro, a Académica venceu o Beira-Mar por 2-0, com os golos a surgirem já na parte final do encontro: Éder aos 83' abriu o activo, que Sougou se encarregou de fechar aos 89'.
Enquanto que no Estádio do Algarve, o Portimonense até entrou melhor na partida, e logo aos 5' inaugurou o marcador por intermédio de Renatinho. No entanto, no segundo tempo, o V. Guimarães acabou por dar a volta ao resultado, com golos de João Paulo (50') e Edgar (89').
No outro jogo que teve início às 15 horas, o Juventude de Évora da II Divisão recebeu e venceu o Santa Maria da III Divisão, por 3-0. Carlos Gomes (aos 18'), André Xavier (49') e Carlos Mota (73') foram os autores dos golos.
Às 16 horas, tiveram início mais dois encontros. Na Madeira, o Marítimo recebeu o V. Setúbal e acabou derrotado. Cláudio Pitbull (aos 25') e Henrique (79') deram vantagem aos sadinos, mas Heldon haveria de reduzir aos 83' para 1-2.
Em Vila do Conde, o Rio Ave recebeu e "despachou" o Feirense por claros 3-0. Yazalde abriu o activo aos 32'; Braga fez o 2-0 aos 59'; e finalmente, Tarantini fechou o marcador aos 79'.
Às 18 horas, entrou em campo o detentor do troféu: em Moreira de Cónegos, o FC Porto teve de suar muito para levar de vencida o Moreirense. Falcao saltou do banco aos 55', e aos 75' apontou o único golo da partida.
Finalmente, às 20h15 entrou em campo o Sporting. Em casa, os "Leões" receberam e venceram o Paços de Ferreira por 1-0, com o golo a ser apontado por Yannick Djaló no tempo de compensação da primeira metade.
O destaque desta tarde de Taça, vai para o facto da III Divisão já não ter "representantes" em prova. Da Liga Orangina, apenas o Leixões se "mantém de pé", e da II Divisão ainda há quatro clubes em prova.
A 4ª Eliminatória da Taça, ainda não está completa, pois falta-se realizar o Benfica - Sp. Braga (dia 12 de Dezembro), bem como mais dois jogos que estão ainda dependentes de processos instaurados pela FPF ao Gondomar e ao Bombarralense.
Resultados da 4ª Eliminatória até ao momento:
Pinhalnovense (IIB) 2-0 Tirsense (IIB)
Merelinense (IIB) 2-0 Carregado (IIB)
Mondinense (III) 1-2 Torreense (IIB) - Após Prolongamento
Atlético (IIB) 0-0 Tourizense (IIB) - 6-5 G. P.
Sp. Espinho (IIB) 1-2 Leixões (II)
Beira Mar (I) 0-2 Académica (I)
Portimonense (I) 1-2 V. Guimarães (I)
Olhanense (I) 1-0 Nacional (I)
Juventude de Évora (IIB) 3-0 Santa Maria (III)
Rio Ave (I) 3-0 Feirense (II)
Marítimo (I) 1-2 V. Setúbal (I)
Moreirense (II) 0-1 FC Porto (I)
Sporting (I) 1-0 Paços de Ferreira (I)
Nota: A negrito as equipas apuradas para a 5ª Eliminatória.
Logo ao início da tarde, pelas 14 horas, iniciaram-se seis partidas: no "duelo do Mar", o Leixões foi a Espinho vencer o Sporting local, por 2-1, com dois golos de Fábio Espinho. Jogador natural de...Espinho.
Em duelos entre equipas da II Divisão, o Pinhalnovense recebeu e venceu o Tirsense por 2-0, com golos de Quinaz e Miran; o Merelinense também recebeu e venceu o Carregado por 2-0, com golos de Zé Manel e Beck; e o Atlético venceu no desempate por grandes penalidades, o Tourizense por 6-5.
Também as 14 horas, teve início o jogo entre o Mondinense da III Divisão e o Torreense da II Divisão. Os da casa tiveram a vencer, mas o Torreense acabou por vencer 2-1, já no prolongamento.
Uma hora depois, "arrancaram" quatro partidas, três delas entre equipas do primeiro escalão. Em Olhão, a Olhanense recebeu e venceu o Nacional por 1-0, com o golo a ser apontado por Fernando Alexandre.
Em Aveiro, num derby da região Centro, a Académica venceu o Beira-Mar por 2-0, com os golos a surgirem já na parte final do encontro: Éder aos 83' abriu o activo, que Sougou se encarregou de fechar aos 89'.
Enquanto que no Estádio do Algarve, o Portimonense até entrou melhor na partida, e logo aos 5' inaugurou o marcador por intermédio de Renatinho. No entanto, no segundo tempo, o V. Guimarães acabou por dar a volta ao resultado, com golos de João Paulo (50') e Edgar (89').
No outro jogo que teve início às 15 horas, o Juventude de Évora da II Divisão recebeu e venceu o Santa Maria da III Divisão, por 3-0. Carlos Gomes (aos 18'), André Xavier (49') e Carlos Mota (73') foram os autores dos golos.
Às 16 horas, tiveram início mais dois encontros. Na Madeira, o Marítimo recebeu o V. Setúbal e acabou derrotado. Cláudio Pitbull (aos 25') e Henrique (79') deram vantagem aos sadinos, mas Heldon haveria de reduzir aos 83' para 1-2.
Em Vila do Conde, o Rio Ave recebeu e "despachou" o Feirense por claros 3-0. Yazalde abriu o activo aos 32'; Braga fez o 2-0 aos 59'; e finalmente, Tarantini fechou o marcador aos 79'.
Às 18 horas, entrou em campo o detentor do troféu: em Moreira de Cónegos, o FC Porto teve de suar muito para levar de vencida o Moreirense. Falcao saltou do banco aos 55', e aos 75' apontou o único golo da partida.
Finalmente, às 20h15 entrou em campo o Sporting. Em casa, os "Leões" receberam e venceram o Paços de Ferreira por 1-0, com o golo a ser apontado por Yannick Djaló no tempo de compensação da primeira metade.
O destaque desta tarde de Taça, vai para o facto da III Divisão já não ter "representantes" em prova. Da Liga Orangina, apenas o Leixões se "mantém de pé", e da II Divisão ainda há quatro clubes em prova.
A 4ª Eliminatória da Taça, ainda não está completa, pois falta-se realizar o Benfica - Sp. Braga (dia 12 de Dezembro), bem como mais dois jogos que estão ainda dependentes de processos instaurados pela FPF ao Gondomar e ao Bombarralense.
Resultados da 4ª Eliminatória até ao momento:
Pinhalnovense (IIB) 2-0 Tirsense (IIB)
Merelinense (IIB) 2-0 Carregado (IIB)
Mondinense (III) 1-2 Torreense (IIB) - Após Prolongamento
Atlético (IIB) 0-0 Tourizense (IIB) - 6-5 G. P.
Sp. Espinho (IIB) 1-2 Leixões (II)
Beira Mar (I) 0-2 Académica (I)
Portimonense (I) 1-2 V. Guimarães (I)
Olhanense (I) 1-0 Nacional (I)
Juventude de Évora (IIB) 3-0 Santa Maria (III)
Rio Ave (I) 3-0 Feirense (II)
Marítimo (I) 1-2 V. Setúbal (I)
Moreirense (II) 0-1 FC Porto (I)
Sporting (I) 1-0 Paços de Ferreira (I)
Nota: A negrito as equipas apuradas para a 5ª Eliminatória.
Leões da Citânia: Juvenil morre durante o treino
(Plantel Juvenil do Leões da Citânia 2010/2011)
O Grupo Cultural e Desportivo Leões da Citânia está de luto, depois de na passada sexta-feira, o juvenil do clube Pedro Pereira, ter falecido a meio do treino.Joaquim Santos, presidente do clube da freguesia de Sanfins (Paços de Ferreira), disse à "Agência Lusa", que o atleta caiu inanimado ao fim de "30 a 40 minutos de treino".
O presidente do clube garantiu ainda, que o jovem não tinha historial de problemas cardíacos, tinha autorização do médico de família para jogar futebol, e os habituais exames médicos realizados antes do início da competição, não detectaram qualquer anomalia.
No entanto, o jovem acabou por cair inanimado, numa altura em que a bola estava longe da sua zona: "O treino decorria normalmente, com a bola deslocada da zona onde se encontrava o Pedro, pelo que, quando nos apercebemos, já ele estava no chão" citou Joaquim Santos à "Agência Lusa".
"O massagista prestou assistência imediata ao atleta, ainda no campo e depois no seu gabinete, tendo sido acionados os mecanismos de socorro, mas três a quatro minutos depois ele deixou de reagir" concluiu.
Foi chamada ao local a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Vale do Sousa, bem como uma equipa dos Bombeiros Voluntários de Freamunde, que "ainda conseguiu reverter por duas vezes a paragem cárdio-respiratória, embora com sinais vitais fracos" citou fonte dos B. V. Freamunde à "Agência Lusa".
Pedro Miguel Martins Pereira, natural da freguesia de Sanfins, concelho de Paços de Ferreira, nasceu a 6 de Julho de 1995, e representava os Leões da Citânia desde os Infantis.
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