Porque é já amanhã que a Juventude de Évora visita o Dragão, em encontro a contar para os Oitavos de Final da Taça de Portugal, nada melhor do que recordar o dia em que os alentejanos enfrentaram o FC Porto, também para a Taça, mas no velhinho e extinto Estádio das Antas.
Estávamos então na temporada 97/98, e o jogo realizou-se a 17 de Dezembro de 1997.
O FC Porto adiantou-se no marcador por intermédio de Zahovic, na conversão de uma grande penalidade no primeiro tempo, e o resultado ao intervalo era de 1-0.
No segundo tempo, Mário Jardel entrou no FC Porto e fez sete (!) golos em quarenta e cinco minutos, cabendo a Drulovic assinar o outro tento dos portistas. No lado da Juventude, Kikas foi o "herói" ao apontar o golo de honra. Resultado final: 9-1.
Participiram neste encontro do lado do FC Porto: Jardel; Zahovic; Artur; Mielcarski; Fernando Mendes; Drulovic; Capucho.
Juv. Évora: Cuca; Kikas; Nélson Silva; Rui Salgado; Luís Barreiros; Paulo Renato.
Cá fica o vídeo:
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Liga dos Campeões: Braga eliminado
O Braga não conseguiu esta noite, operar o "milagre" em Donetsk na Ucrânia, e está assim, fora da Liga dos Campeões. A equipa minhota segue agora para a Liga Europa.
Os bracarenses entraram bem no jogo, pressionando fortemente a equipa adversária e não se deixando intimidar pelo ambiente criado pelos ucranianos.
Ao Braga, faltava apenas melhorar o índice de finalização, uma vez que a "teia" estava montada. No entanto, o jogo estava lento e com poucas opurtunidades de golo. Para o segundo tempo, os minhotos teriam a árdua tarefa de marcarem quatro golos em 45' minutos, uma vez que o Arsenal já vencia o Partizan.
Na etapa regulamentar, o ritmo de jogo não mudou, mas de Londres chegava uma boa notícia para o Braga: Cléo, antigo jogador do Olivais e Moscavide, acabava de empatar o jogo, e o Partizan conseguia a igualdade, que deixava os minhotos a "apenas" um golo dos Oitavos-de-Final.
Faltavam golos ao Braga, que continuava a segurar as pretensões ofensivas do Shakhtar. Domingos arriscou, e trocou Alan por Lima.
Alan tinha vindo a travar bem as subidas do defesa esquerdo Rat, e Domingos sabia os riscos que ia correr com esta substituição. Mas para ganhar, por vezes, é preciso arriscar.
Foi precisamente Rat, quem aos 78' minutos, abriu o activo com um bom remate fora de área. Antes, o Arsenal já havia "feito" o 2-1 em Londres, e o sonho dos minhotos esfumava-se.
Já perto do fim, o mesmo Rat assistiu Luiz Adriano para o 2-0 final.
Uma coisa é certa: o Braga sai com a cabeça erguida da Liga dos Campeões, e com a honrosa distinção de ser o melhor 3º. Fez até mais pontos do que o AC Milan (os italianos fizeram 8), que seguiu para os Oitavos.
Ficha de Jogo:
Jogo disputado no Donbass Arena, em Donetsk, Ucrânia
Árbitro Principal: Felix Bryc (Alemanha)
Shakhtar: Pyatov; Srna, Chygrynskiy, Rakitskiy e Rat; Gai e Stepanenko; Douglas Costa (Alex Teixeira 62'), Jadson (Mkhitaryan 73') e Willian; Luiz Adriano.
Treinador: Mircea Lucescu. Suplentes Não Utilizados: Khvozhamov; Kucher, Kobin, Hubschman e Ishchenko.
Sp. Braga: Artur; Miguel Garcia, Aníbal, Rodríguez e Sílvio; Vandinho e Salino (Hélder Barbosa 81'); Alan (Lima 69'), Luís Aguiar (Hugo Viana 72') e Paulo César; Matheus.
Treinador: Domingos Paciência. Suplentes Não Utilizados: Felipe; Léo Fortunato, Andrés Madrid e Márcio Mossoró.
Disciplina:
Amarelos: Miguel Garcia 39';
Marcador: 1-0 Rat 78'; 2-0 Luiz Adriano 83';
Os bracarenses entraram bem no jogo, pressionando fortemente a equipa adversária e não se deixando intimidar pelo ambiente criado pelos ucranianos.
Ao Braga, faltava apenas melhorar o índice de finalização, uma vez que a "teia" estava montada. No entanto, o jogo estava lento e com poucas opurtunidades de golo. Para o segundo tempo, os minhotos teriam a árdua tarefa de marcarem quatro golos em 45' minutos, uma vez que o Arsenal já vencia o Partizan.
Na etapa regulamentar, o ritmo de jogo não mudou, mas de Londres chegava uma boa notícia para o Braga: Cléo, antigo jogador do Olivais e Moscavide, acabava de empatar o jogo, e o Partizan conseguia a igualdade, que deixava os minhotos a "apenas" um golo dos Oitavos-de-Final.
Faltavam golos ao Braga, que continuava a segurar as pretensões ofensivas do Shakhtar. Domingos arriscou, e trocou Alan por Lima.
Alan tinha vindo a travar bem as subidas do defesa esquerdo Rat, e Domingos sabia os riscos que ia correr com esta substituição. Mas para ganhar, por vezes, é preciso arriscar.
Foi precisamente Rat, quem aos 78' minutos, abriu o activo com um bom remate fora de área. Antes, o Arsenal já havia "feito" o 2-1 em Londres, e o sonho dos minhotos esfumava-se.
Já perto do fim, o mesmo Rat assistiu Luiz Adriano para o 2-0 final.
Uma coisa é certa: o Braga sai com a cabeça erguida da Liga dos Campeões, e com a honrosa distinção de ser o melhor 3º. Fez até mais pontos do que o AC Milan (os italianos fizeram 8), que seguiu para os Oitavos.
Ficha de Jogo:
Jogo disputado no Donbass Arena, em Donetsk, Ucrânia
Árbitro Principal: Felix Bryc (Alemanha)
Shakhtar: Pyatov; Srna, Chygrynskiy, Rakitskiy e Rat; Gai e Stepanenko; Douglas Costa (Alex Teixeira 62'), Jadson (Mkhitaryan 73') e Willian; Luiz Adriano.
Treinador: Mircea Lucescu. Suplentes Não Utilizados: Khvozhamov; Kucher, Kobin, Hubschman e Ishchenko.
Sp. Braga: Artur; Miguel Garcia, Aníbal, Rodríguez e Sílvio; Vandinho e Salino (Hélder Barbosa 81'); Alan (Lima 69'), Luís Aguiar (Hugo Viana 72') e Paulo César; Matheus.
Treinador: Domingos Paciência. Suplentes Não Utilizados: Felipe; Léo Fortunato, Andrés Madrid e Márcio Mossoró.
Disciplina:
Amarelos: Miguel Garcia 39';
Marcador: 1-0 Rat 78'; 2-0 Luiz Adriano 83';
Liga dos Campeões: Benfica "tremeu", mas segurou 3º lugar
De um momento para o outro, o Benfica viu-se fora das competições europeias. A perderem em casa com o Schalke por 0-1, os encarnados "tremeram" ainda mais quando o Hapoel deu a volta em Lyon, em apenas oito minutos, e passou a vencer por 1-2 a vinte minutos do fim.
Para piorar a situação encarnada, o Schalke mostrou-se implacável na Luz e fez o 0-2 aos 81'. Luisão ainda reduziu para 1-2 aos 87', e aos 88' eis que o francês Lacazette faz o 2-2 em Lyon, e "salva" o Benfica de uma precoce eliminação europeia.
A continuidade do Benfica nas provas europeias, esteve por um fio, e ironicamente foi um francês a salvar as "honras do convento" aos encarnadados. Logo eles, franceses, que têm prazer em prejudicar Portugal.
Jesus operou algumas alterações no onze, e "apareceu" em campo, com Rúben Amorim na direita, Carlos Martins no meio e César Peixoto na esquerda.
Sem garra e sem chama, a equipa benfiquista sentiu imensas dificuldades em superiorizar-se ao Schalke no primeiro tempo.
Os alemães apostavam em jogar no erro do adversário, e assim chegaram ao golo, quando estavam decorridos 20' minutos. Cruzamento de Rakitic na esquerda, Raúl com o peito assistiu o compatriota Jurado, e este só teve de abrir o marcador.
O Benfica depois do golo dos alemães, continuou igual: sem garra, sem chama e sobretudo, sem soluções ofensivas. Muitas vezes vimos Saviola encostado a Carlos Martins, para ter mais posse de bola.
Ao intervalo, Jesus deixou Maxi Pereira e César Peixoto no banco, lançando Gaitán e Aimar.
O Schalke até entrou melhor e logo aos 55', Kluge com um remate perigoso, esteve perto de fazer o segundo.
A resposta encarnada surgiu dez minutos depois, primeiro com um remate de Javi García na sequência de um pontapé de canto, com a bola a passar a centímetros do poste alemão; e no minuto seguinte, remate perigoso de Cardozo, para defesa apertada de Neuer. Aos 75', Aimar também andou perto do golo que daria o empate ao Benfica.
Estas oportunidades construídas pelos encarnados, pareciam garantir que havia condições para o Benfica tentar o empate no último "round", mas uma falha defensiva originou o segundo golo do Schalke.
Na sequência de um pontapé de canto favorável aos alemães, a defesa benfiquista subiu toda, e a bola acabou por sobrar para Höwedes, que sozinho na área fez o 0-2.
O Benfica continuou a "carregar" e Luisão ainda reduziu o marcador aos 87'. Já em período de descontos, David Luiz de livre directo, atirou a bola ao poste.
O Benfica segue agora para a Liga Europa, mas bem pode agradecer a qualificação ao Ol. Lyon.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio da Luz, em Lisboa
Quarteto de arbitragem composto por: Howard Webb (Árbitro Principal - Inglaterra); Peter Kirkup e Stephen Child (Árbitros Assistentes); Mark Clattenburg (Quarto Árbitro)
Benfica: Roberto; Maxi Pereira (Gaitán 45'), Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Javi García; Rúben Amorim, Carlos Martins (Salvio 79') e César Peixoto (Aimar 45'); Saviola e Cardozo.
Treinador: Jorge Jesus. Suplentes Não Utilizados: Júlio César; Sidnei, Jara e Nuno Gomes.
Schalke: Neuer; Uchida, Metzelder,Höwedes e Schmitz; Kluge (Matip 82'), Rakitic e Papadopoulos; Raúl, Huntelaar (Edu 85') e Jurado (Jendrisek 88').
Treinador: Felix Magath. Suplentes Não Utilizados: Schober; Deac, Plestan e Gravanovic.
Disciplina:
Amarelos: Huntelaar 63'; David Luiz 67'; Saviola 71'; Aimar 77'; Rakitic 78';
Marcador: 0-1 Jurado 20'; 0-2 Höwedes 81'; 1-2 Luisão 87'.
Para piorar a situação encarnada, o Schalke mostrou-se implacável na Luz e fez o 0-2 aos 81'. Luisão ainda reduziu para 1-2 aos 87', e aos 88' eis que o francês Lacazette faz o 2-2 em Lyon, e "salva" o Benfica de uma precoce eliminação europeia.
A continuidade do Benfica nas provas europeias, esteve por um fio, e ironicamente foi um francês a salvar as "honras do convento" aos encarnadados. Logo eles, franceses, que têm prazer em prejudicar Portugal.
Jesus operou algumas alterações no onze, e "apareceu" em campo, com Rúben Amorim na direita, Carlos Martins no meio e César Peixoto na esquerda.
Sem garra e sem chama, a equipa benfiquista sentiu imensas dificuldades em superiorizar-se ao Schalke no primeiro tempo.
Os alemães apostavam em jogar no erro do adversário, e assim chegaram ao golo, quando estavam decorridos 20' minutos. Cruzamento de Rakitic na esquerda, Raúl com o peito assistiu o compatriota Jurado, e este só teve de abrir o marcador.
O Benfica depois do golo dos alemães, continuou igual: sem garra, sem chama e sobretudo, sem soluções ofensivas. Muitas vezes vimos Saviola encostado a Carlos Martins, para ter mais posse de bola.
Ao intervalo, Jesus deixou Maxi Pereira e César Peixoto no banco, lançando Gaitán e Aimar.
O Schalke até entrou melhor e logo aos 55', Kluge com um remate perigoso, esteve perto de fazer o segundo.
A resposta encarnada surgiu dez minutos depois, primeiro com um remate de Javi García na sequência de um pontapé de canto, com a bola a passar a centímetros do poste alemão; e no minuto seguinte, remate perigoso de Cardozo, para defesa apertada de Neuer. Aos 75', Aimar também andou perto do golo que daria o empate ao Benfica.
Estas oportunidades construídas pelos encarnados, pareciam garantir que havia condições para o Benfica tentar o empate no último "round", mas uma falha defensiva originou o segundo golo do Schalke.
Na sequência de um pontapé de canto favorável aos alemães, a defesa benfiquista subiu toda, e a bola acabou por sobrar para Höwedes, que sozinho na área fez o 0-2.
O Benfica continuou a "carregar" e Luisão ainda reduziu o marcador aos 87'. Já em período de descontos, David Luiz de livre directo, atirou a bola ao poste.
O Benfica segue agora para a Liga Europa, mas bem pode agradecer a qualificação ao Ol. Lyon.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio da Luz, em Lisboa
Quarteto de arbitragem composto por: Howard Webb (Árbitro Principal - Inglaterra); Peter Kirkup e Stephen Child (Árbitros Assistentes); Mark Clattenburg (Quarto Árbitro)
Benfica: Roberto; Maxi Pereira (Gaitán 45'), Luisão, David Luiz e Fábio Coentrão; Javi García; Rúben Amorim, Carlos Martins (Salvio 79') e César Peixoto (Aimar 45'); Saviola e Cardozo.
Treinador: Jorge Jesus. Suplentes Não Utilizados: Júlio César; Sidnei, Jara e Nuno Gomes.
Schalke: Neuer; Uchida, Metzelder,Höwedes e Schmitz; Kluge (Matip 82'), Rakitic e Papadopoulos; Raúl, Huntelaar (Edu 85') e Jurado (Jendrisek 88').
Treinador: Felix Magath. Suplentes Não Utilizados: Schober; Deac, Plestan e Gravanovic.
Disciplina:
Amarelos: Huntelaar 63'; David Luiz 67'; Saviola 71'; Aimar 77'; Rakitic 78';
Marcador: 0-1 Jurado 20'; 0-2 Höwedes 81'; 1-2 Luisão 87'.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Fiorentina: Aí está Mutu!
Quase um ano depois de ter marcado pela última vez de forma oficial, Adrian Mutu voltou hoje aos golos.
Suspenso em Janeiro deste ano por nove meses, depois de ter faltado a dois controlos anti-doping, e de ter acusado sibutramina (susbstância usada como forma de aumentar o apetite), Mutu regressou aos relvados no passado dia 31 de Outubro, dois dias depois de ter acabado a sua suspensão.
A última vez que o internacional romeno havia marcado de forma oficial, foi a 20 de Janeiro deste ano, e na altura, o avançado da Fiorentina até bisou numa partida, em que os de Florença venceram a Lazio por 3-2, em jogo a contar para a Taça de Itália.
Hoje, e quase um ano depois, Mutu voltou a marcar e até foi decisivo no triunfo da sua equipa. Aos 52', o romeno desviou de cabeça, um cruzamento feito por D'Agostino e deu a vitória à Fiorentina (1-0 sobre o Cagliari), naquele que foi o quarto triunfo consecutivo dos "Viola" em casa.
Resta saber se Mutu, voltará ou não a quebrar psicologicamente.
Veja o golo:
Suspenso em Janeiro deste ano por nove meses, depois de ter faltado a dois controlos anti-doping, e de ter acusado sibutramina (susbstância usada como forma de aumentar o apetite), Mutu regressou aos relvados no passado dia 31 de Outubro, dois dias depois de ter acabado a sua suspensão.
A última vez que o internacional romeno havia marcado de forma oficial, foi a 20 de Janeiro deste ano, e na altura, o avançado da Fiorentina até bisou numa partida, em que os de Florença venceram a Lazio por 3-2, em jogo a contar para a Taça de Itália.
Hoje, e quase um ano depois, Mutu voltou a marcar e até foi decisivo no triunfo da sua equipa. Aos 52', o romeno desviou de cabeça, um cruzamento feito por D'Agostino e deu a vitória à Fiorentina (1-0 sobre o Cagliari), naquele que foi o quarto triunfo consecutivo dos "Viola" em casa.
Resta saber se Mutu, voltará ou não a quebrar psicologicamente.
Veja o golo:
sábado, 4 de dezembro de 2010
Paços de Ferreira: Rondon chamado à Selecção da Venezuela
Mario Rondon, ponta de lança venezuelano do Paços de Ferreira, foi chamado à selecção do seu país, para os próximos compromissos daquele país da América do Sul.
Aos 24 anos, e a jogar em Portugal desde os 18, Rondon deu nas vistas ao serviço do Pontassolense da Madeira, onde fez o seu último ano de júnior, ajudando depois os ilhéus a garantirem a manutenção na II Divisão B durante quatro temporadas consecutivas. Numa delas, os madeirenses até estiveram muito perto de ascenderem à Liga de Honra.
Contratado pelo Paços de Ferreira a temporada passada, Rondon não se impôs e foi emprestado ao Beira Mar, ajudando os aveirenses na luta pela subida à Liga ZON Sagres, algo que veio a acontecer.
Esta temporada tem sido aposta de Rui Vitória no onze titular, e já leva três golos em onze jogos, com destaque para o golo que valeu o triunfo sobre o Sporting, na jornada inaugural.
As suas boas performances ao serviço dos "Castores", parecem ter chegado à Venezuela, com o futebolista a ter agora a oportunidade de se estrear pela selecção do seu país.
Aos 24 anos, e a jogar em Portugal desde os 18, Rondon deu nas vistas ao serviço do Pontassolense da Madeira, onde fez o seu último ano de júnior, ajudando depois os ilhéus a garantirem a manutenção na II Divisão B durante quatro temporadas consecutivas. Numa delas, os madeirenses até estiveram muito perto de ascenderem à Liga de Honra.
Contratado pelo Paços de Ferreira a temporada passada, Rondon não se impôs e foi emprestado ao Beira Mar, ajudando os aveirenses na luta pela subida à Liga ZON Sagres, algo que veio a acontecer.
Esta temporada tem sido aposta de Rui Vitória no onze titular, e já leva três golos em onze jogos, com destaque para o golo que valeu o triunfo sobre o Sporting, na jornada inaugural.
As suas boas performances ao serviço dos "Castores", parecem ter chegado à Venezuela, com o futebolista a ter agora a oportunidade de se estrear pela selecção do seu país.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Liga Europa: Rapid Viena 1-3 Falcao
Não, não há enganos no título. Vinte e três anos depois da conquista da Taça dos Campeões Europeus, o FC Porto voltou a Viena, e voltou a ser feliz. Muito feliz aliás.
Com este triunfo, os "Dragões" confirmaram o primeiro lugar do Grupo L, uma vez que a qualificação para os 16 Avos-de-Final, já havia sido garantida na jornada anterior.
Villas Boas teve de lidar com duas contrariedades bem cedo: Beto lesionou-se no aquecimento, quando ia ser titular; e Fernando saiu aos 16' minutos devido a lesão.
Aliado a isto, havia ainda o facto de Viena estar debaixo de um manto de neve!
O FC Porto entrou na partida, assumindo o controlo das operações, mas tal como havia acontecido em 1987, foi a primeira equipa a sofrer. O Rapid chegou ao golo aos 39', após um desentendimento entre Helton e Otamendi. Trimmel foi o autor do golo.
A um golo sofrido, não há melhor maneira de responder, senão com um golo marcado. E foi isso que o FC Porto fez de imediato: aos 42' Falcao empatou a partida.
No segundo tempo, o FC Porto continuou a carregar e a estar "por cima" na partida, mas o golo tardava em aparecer. Foi preciso esperar pelos últimos minutos, tal como em 1987, para que os "azuis" dessem a cambalhota no marcador: mais uma vez, foi Falcao quem facturou, quando estavam decorridos 86' minutos.
Dois minutos depois, Hulk rematou forte de fora de área, o guardião Hedl não tinha como segurar o esférico, e este sobrou para Falcao, que não perdoou e fechou as contas do marcador com um hat-trick.
Perante tudo isto, mais vale dizer: Rapid Viena 1-3 Falcao.
Ficha de Jogo:
Jogo disputado no Estádio Ernst-Happel, em Viena (Áustria)
Quarteto de arbitragem composto por: Aleksandar Stavrev (Árbitro Principal - Macedónia); Ljubomir Krstevski e Marjan Kirovski (Árbitros Assistentes); Petar Mantev (Quatro Árbitro)
Rapid Viena (4-2-3-1): Hedl; Sonnleitner, Soma, Patocka e Kayhan; Kulovits e Heikkinen; Trimmel (Dober 83'), Saurer e Drazan (Salihi 63'); Gartler (Nuhiu 77').
Treinador: Peter Pacult. Suplentes Não Utilizados: Payer; Konrad, Kavlak e Pehlivan.
FC Porto (4-3-3): Helton; Sapunaru, Otamendi, Rolando e Fucile; Fernando (Guarín 16'), João Moutinho e Rúben Micael (Belluschi 71'); Varela (Ukra 45'), Falcao e Hulk.
Treinador: André Villas Boas. Suplentes Não Utilizados: Beto; Sereno, Castro e James Rodríguez.
Disciplina:
Amarelos: Drazan 08'; Patocka 80'.
Marcador: 1-0 Trimmel 39'; 1-1 Falcao 42'; 1-2 Falcao 86'; 1-3 Falcao 88'.
Com este triunfo, os "Dragões" confirmaram o primeiro lugar do Grupo L, uma vez que a qualificação para os 16 Avos-de-Final, já havia sido garantida na jornada anterior.
Villas Boas teve de lidar com duas contrariedades bem cedo: Beto lesionou-se no aquecimento, quando ia ser titular; e Fernando saiu aos 16' minutos devido a lesão.
Aliado a isto, havia ainda o facto de Viena estar debaixo de um manto de neve!
O FC Porto entrou na partida, assumindo o controlo das operações, mas tal como havia acontecido em 1987, foi a primeira equipa a sofrer. O Rapid chegou ao golo aos 39', após um desentendimento entre Helton e Otamendi. Trimmel foi o autor do golo.
A um golo sofrido, não há melhor maneira de responder, senão com um golo marcado. E foi isso que o FC Porto fez de imediato: aos 42' Falcao empatou a partida.
No segundo tempo, o FC Porto continuou a carregar e a estar "por cima" na partida, mas o golo tardava em aparecer. Foi preciso esperar pelos últimos minutos, tal como em 1987, para que os "azuis" dessem a cambalhota no marcador: mais uma vez, foi Falcao quem facturou, quando estavam decorridos 86' minutos.
Dois minutos depois, Hulk rematou forte de fora de área, o guardião Hedl não tinha como segurar o esférico, e este sobrou para Falcao, que não perdoou e fechou as contas do marcador com um hat-trick.
Perante tudo isto, mais vale dizer: Rapid Viena 1-3 Falcao.
Ficha de Jogo:
Jogo disputado no Estádio Ernst-Happel, em Viena (Áustria)
Quarteto de arbitragem composto por: Aleksandar Stavrev (Árbitro Principal - Macedónia); Ljubomir Krstevski e Marjan Kirovski (Árbitros Assistentes); Petar Mantev (Quatro Árbitro)
Rapid Viena (4-2-3-1): Hedl; Sonnleitner, Soma, Patocka e Kayhan; Kulovits e Heikkinen; Trimmel (Dober 83'), Saurer e Drazan (Salihi 63'); Gartler (Nuhiu 77').
Treinador: Peter Pacult. Suplentes Não Utilizados: Payer; Konrad, Kavlak e Pehlivan.
FC Porto (4-3-3): Helton; Sapunaru, Otamendi, Rolando e Fucile; Fernando (Guarín 16'), João Moutinho e Rúben Micael (Belluschi 71'); Varela (Ukra 45'), Falcao e Hulk.
Treinador: André Villas Boas. Suplentes Não Utilizados: Beto; Sereno, Castro e James Rodríguez.
Disciplina:
Amarelos: Drazan 08'; Patocka 80'.
Marcador: 1-0 Trimmel 39'; 1-1 Falcao 42'; 1-2 Falcao 86'; 1-3 Falcao 88'.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Liga Europa: Sporting vence e qualifica-se
O Sporting venceu esta noite, em jogo a contar para a 5ª jornada da fase de grupos da Liga Europa. Em Alvalade, os "Leões" venceram o Lille de França, por 1-0, e garantiram a qualificação para os 16 Avos-de-Final.
Depois de vencer os três primeiros jogos, o Sporting praticamente garantiu a qualificação, algo que só hoje ficou concretizado, depois dos "Leões" terem sido derrotados na 4ª Jornada, ante o Gent.
Aos 11' Evaldo chutou de longe para fora; e aos 13' Polga de cabeça, mandou à trave. Aos 25' Postiga ficou no chão a reclamar penalti, mas aos 28' o golo acabou por aparecer.
Canto batido por Pedro Mendes, desvio de Postiga com o braço, e a bola sobrar para Polga que fez o 1-0.
No segundo tempo, o Lille ainda assustou por intermédio de Túlio, que foi aparecendo na área leonina; enquanto no outro lado do campo, era Postiga quem ia dando "trabalho" a Landreau.
Nos descontos, Vukcevic ainda atirou uma bola à barra, num jogo pobre, que fica marcado pela pressão que não existia sobre os "Leões", que imprimiram um ritmo muito baixo ao longo de todo o jogo.
1-0, e o Sporting garante, além da qualificação para os 16 Avos-de-Final, o primeiro lugar do grupo.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio José de Alvalade, em Lisboa
Quarteto de arbitragem composto por: Bas Nijhuis (Árbitro Principal - Holanda); Erwin Zeinstra e Davie Goossens (Árbitros Assistentes); Richard Liesveld (Quarto Árbitro)
Sporting: Rui Patrício; João Pereira, Polga, Daniel Carriço e Evaldo; André Santos, Pedro Mendes e Maniche (Zapater 90'); Yannick Djaló (Valdés 62'), Liedson e Hélder Postiga (Vukcevic 80').
Treinador: Paulo Sérgio. Suplentes Não Utilizados: Tiago; Nuno André Coelho, Torsiglieri e Carlos Saleiro.
Lille: Landreau; Beria, Rozehnal, Chedjou e Emerson; Gueye (Frau 62'), Balmont (Cabaye 78') e Mavuba; Obraniak, Hazard (Moussa Sow 72') e Túlio.
Treinador: Rudi Garcia. Suplentes Não Utilizados: Mouko; Rami, Debuchy e Dumont.
Disciplina:
Amarelos: Hélder Postiga 25'; Landreau 28'; Túlio 28'; Polga 40'; João Pereira 42'; Rozehnal 63'; Chedjou 90+5';
Marcador: 1-0 Polga 28';
Depois de vencer os três primeiros jogos, o Sporting praticamente garantiu a qualificação, algo que só hoje ficou concretizado, depois dos "Leões" terem sido derrotados na 4ª Jornada, ante o Gent.
Aos 11' Evaldo chutou de longe para fora; e aos 13' Polga de cabeça, mandou à trave. Aos 25' Postiga ficou no chão a reclamar penalti, mas aos 28' o golo acabou por aparecer.
Canto batido por Pedro Mendes, desvio de Postiga com o braço, e a bola sobrar para Polga que fez o 1-0.
No segundo tempo, o Lille ainda assustou por intermédio de Túlio, que foi aparecendo na área leonina; enquanto no outro lado do campo, era Postiga quem ia dando "trabalho" a Landreau.
Nos descontos, Vukcevic ainda atirou uma bola à barra, num jogo pobre, que fica marcado pela pressão que não existia sobre os "Leões", que imprimiram um ritmo muito baixo ao longo de todo o jogo.
1-0, e o Sporting garante, além da qualificação para os 16 Avos-de-Final, o primeiro lugar do grupo.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio José de Alvalade, em Lisboa
Quarteto de arbitragem composto por: Bas Nijhuis (Árbitro Principal - Holanda); Erwin Zeinstra e Davie Goossens (Árbitros Assistentes); Richard Liesveld (Quarto Árbitro)
Sporting: Rui Patrício; João Pereira, Polga, Daniel Carriço e Evaldo; André Santos, Pedro Mendes e Maniche (Zapater 90'); Yannick Djaló (Valdés 62'), Liedson e Hélder Postiga (Vukcevic 80').
Treinador: Paulo Sérgio. Suplentes Não Utilizados: Tiago; Nuno André Coelho, Torsiglieri e Carlos Saleiro.
Lille: Landreau; Beria, Rozehnal, Chedjou e Emerson; Gueye (Frau 62'), Balmont (Cabaye 78') e Mavuba; Obraniak, Hazard (Moussa Sow 72') e Túlio.
Treinador: Rudi Garcia. Suplentes Não Utilizados: Mouko; Rami, Debuchy e Dumont.
Disciplina:
Amarelos: Hélder Postiga 25'; Landreau 28'; Túlio 28'; Polga 40'; João Pereira 42'; Rozehnal 63'; Chedjou 90+5';
Marcador: 1-0 Polga 28';
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Madrid vs Barcelona
A jornada 13 da Liga espanhola, teve a particularidade de colocar frente-a-frente os dois clubes mais representativos de Madrid e de Barcelona.
O Atlético recebeu o Espanhol, enquanto o "Barça" recebeu o Real. Mais do que dois simples jogos de futebol, trata-se de uma disputa entre duas cidades, e Barcelona levou a melhor sobre a capital.
Sábado, Atlético e Espanhol encontraram-se em Madrid, digamos que para disputarem o "round 1". Os de Barcelona, foram a primeira equipa a marcar, quando aos 22' minutos Luís García converteu com êxito uma grande penalidade.
Em cima do intervalo, o português Tiago ainda empatou a partida, mas aos 54', Verdú (médio formado no Barcelona) fez o 1-2, favorável aos visitantes.
Os da casa correram "atrás" do prejuízo, e conseguiram chegar ao empate aos 66', por intermédio de Kun Aguero. No entanto, aos 78', o ítalo-argentino Pablo Osvaldo, ex-jogador da Fiorentina, marcou o tento da vitória, permitindo ao Espanhol cimentar a quarta posição num dos campeonatos mais equilibrados do Mundo.
Ontem, foi a vez de Barcelona e Real entrarem em campo. O Real Madrid, ainda não tinha sido derrotado na presente temporada, mas no Camp Nou não teve hipótese de ombrear com o "Barça".
Xavi fez o 1-0 aos 10'; e Pedrito Rodríguez aumentou a contagem aos 18'. No segundo tempo, Messi "entrou" em cena, assistindo por duas vezes David Villa.
Em três minutos (55' e 58'), o ponta de lança espanhol bisou no encontro e aumentou o "score" para 4-0, favorável aos "blaugrana".
Já em período de compensação, Jeffren, mais um produto da formação catalã, fechou as contas do marcador. Chapa 5 no Camp Nou.
As vitórias das equipas de Barcelona, são encaradas na Catalunha, como uma prova de que aquela região é mais forte do que a capital, mas acima de tudo, tem qualidade para continuar a derrotar as equipas da capital.
O Atlético recebeu o Espanhol, enquanto o "Barça" recebeu o Real. Mais do que dois simples jogos de futebol, trata-se de uma disputa entre duas cidades, e Barcelona levou a melhor sobre a capital.
Sábado, Atlético e Espanhol encontraram-se em Madrid, digamos que para disputarem o "round 1". Os de Barcelona, foram a primeira equipa a marcar, quando aos 22' minutos Luís García converteu com êxito uma grande penalidade.
Em cima do intervalo, o português Tiago ainda empatou a partida, mas aos 54', Verdú (médio formado no Barcelona) fez o 1-2, favorável aos visitantes.
Os da casa correram "atrás" do prejuízo, e conseguiram chegar ao empate aos 66', por intermédio de Kun Aguero. No entanto, aos 78', o ítalo-argentino Pablo Osvaldo, ex-jogador da Fiorentina, marcou o tento da vitória, permitindo ao Espanhol cimentar a quarta posição num dos campeonatos mais equilibrados do Mundo.
Ontem, foi a vez de Barcelona e Real entrarem em campo. O Real Madrid, ainda não tinha sido derrotado na presente temporada, mas no Camp Nou não teve hipótese de ombrear com o "Barça".
Xavi fez o 1-0 aos 10'; e Pedrito Rodríguez aumentou a contagem aos 18'. No segundo tempo, Messi "entrou" em cena, assistindo por duas vezes David Villa.
Em três minutos (55' e 58'), o ponta de lança espanhol bisou no encontro e aumentou o "score" para 4-0, favorável aos "blaugrana".
Já em período de compensação, Jeffren, mais um produto da formação catalã, fechou as contas do marcador. Chapa 5 no Camp Nou.
As vitórias das equipas de Barcelona, são encaradas na Catalunha, como uma prova de que aquela região é mais forte do que a capital, mas acima de tudo, tem qualidade para continuar a derrotar as equipas da capital.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Espanha: Barcelona cilindra Real Madrid
5-0 foi o resultado final do jogo entre Barcelona e Real. Não acredita? Bom, quem não viu o jogo, à "primeira vista", se calhar nem acreditaria. Mas é verdade. O "tiki-taka" de Guardiola dizimou por completo o Real de Mourinho. E que festival foi!
O Barça entrou melhor no jogo, pondo em prática o seu futebol habitual: passes curtos, à espera de uma abertura para chegarem à área de Casillas.
Messi deu o primeiro sinal de perigo logo aos 3', enviando uma bola ao poste. O "tiki-taka" prosseguiu ainda de forma mais intensa, aos 10' Messi fez um passe a rasgar, abrindo para Iniesta na esquerda, com o espanhol a servir Xavi, que depois de ganhar o ressalto bateu Casillas. 1-0.
O Real ainda esboçou uma reacção, quando aos 12' Di María proporcionou uma boa defesa a Victor Valdés. Ainda assim, os "merengues" voltaram a deixar-se cair na teia "blaugrana": Xavi fez um passe "de morte" para Villa, e o avançado espanhol serviu Pedrito, que já no interior da área, só teve de encostar para o 2-0, quando estavam decorridos 18' minutos.
O jogo começava a ficar quente, e Ronaldo até chegou a empurrar Guardiola junto à linha lateral. Num curto espaço de tempo, o Real conseguiu respirar, e o português até esteve perto de marcar na conversão de um livre directo.
Ainda antes do intervalo, terá ficado uma grande penalidade por assinalar, favorável ao Real Madrid. Valdés saiu da baliza na procura da bola, mas acabou por derrubar Ronaldo. Iturralde González mandou seguir.
O intervalo chegou, e Mourinho sem mais demoras, trocou Ozil por Lass Diarra. O Real passou a jogar em 4-3-3 tal como o Barça, mas pouco mudou em termos de "jogo jogado".
A pressão catalã manteve-se, e em três minutos, mais dois golos: Messi fabrica; Villa conclui. O jogo acabou aqui. Aos 58' minutos.
A partir daí, o Real aumentou a dureza, acumulando cartões amarelos de forma desnecessária, assistindo-se até a várias picardias entre jogadores da própria selecção espanhola que, infelizmente, não resistiram à pressão do clássico.
Só dava Barça, e aos 87' Guardiola lançou Keita e Jeffren (antes havia entrado Bojan), para os lugares de Xavi e Pedro. Seria precisamente Jefrren, a fechar as contas do marcador. Cruzamento do lado direito do ataque "blaugrana" e o jovem da cantera catalã a assinar o 5-0 com um ligeiro toque.
Antes do final, tempo ainda para três agressões de Sergio Ramos: primeiro, deu um pontapé em Messi; de seguida atingiu Puyol no rosto; e como se isso não bastasse, ainda foi tocar na cara de Xavi, que entrentato havia sido substituído. Não havia necessidade, e Ramos arrisca-se agora a apanhar uma "bela" suspensão.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Camp Nou, em Barcelona
Árbitro Principal: Iturralde González
Barcelona: Valdés; Daniel Alves, Puyol, Piqué e Abidal; Busquets, Xavi (Keita 87') e Iniesta; Leo Messi, David Villa (Bojan 76') e Pedro (Jeffren 87').
Treinador: Pep Guardiola. Suplentes Não Utilizados: Pinto; Maxwell, Adriano e Mascherano.
Real Madrid: Casillas; Sergio Ramos, Pepe, Ricardo Carvalho e Marcelo (Arbeloa 60'); Xabi Alonso e Khedira; Di María, Ozil (Lass Diarra 45') e Cristiano Ronaldo; Benzema.
Treinador: José Mourinho. Suplentes Não Utilizados: Dudek; Raúl Albiol, Mahamadou Diarra e Pedro León.
Disciplina:
Amarelos: Cristiano Ronaldo 33'; Valdés 33'; David Villa 34'; Pepe 36'; Leo Messi 45'; Xabi Alonso 51'; Casillas 55'; Ricardo Carvalho 71'; Sergio Ramos 73'; Khedira 75'; Puyol 81'; Xavi 90+4' (já depois de substituído);
Vermelhos: Sergio Ramos 90+4'.
Marcador: 1-0 Xavi 10'; 2-0 Pedro 18'; 3-0 David Villa 55'; 4-0 David Villa 58'; 5-0 Jeffren 90';
O Barça entrou melhor no jogo, pondo em prática o seu futebol habitual: passes curtos, à espera de uma abertura para chegarem à área de Casillas.
Messi deu o primeiro sinal de perigo logo aos 3', enviando uma bola ao poste. O "tiki-taka" prosseguiu ainda de forma mais intensa, aos 10' Messi fez um passe a rasgar, abrindo para Iniesta na esquerda, com o espanhol a servir Xavi, que depois de ganhar o ressalto bateu Casillas. 1-0.
O Real ainda esboçou uma reacção, quando aos 12' Di María proporcionou uma boa defesa a Victor Valdés. Ainda assim, os "merengues" voltaram a deixar-se cair na teia "blaugrana": Xavi fez um passe "de morte" para Villa, e o avançado espanhol serviu Pedrito, que já no interior da área, só teve de encostar para o 2-0, quando estavam decorridos 18' minutos.
O jogo começava a ficar quente, e Ronaldo até chegou a empurrar Guardiola junto à linha lateral. Num curto espaço de tempo, o Real conseguiu respirar, e o português até esteve perto de marcar na conversão de um livre directo.
Ainda antes do intervalo, terá ficado uma grande penalidade por assinalar, favorável ao Real Madrid. Valdés saiu da baliza na procura da bola, mas acabou por derrubar Ronaldo. Iturralde González mandou seguir.
O intervalo chegou, e Mourinho sem mais demoras, trocou Ozil por Lass Diarra. O Real passou a jogar em 4-3-3 tal como o Barça, mas pouco mudou em termos de "jogo jogado".
A pressão catalã manteve-se, e em três minutos, mais dois golos: Messi fabrica; Villa conclui. O jogo acabou aqui. Aos 58' minutos.
A partir daí, o Real aumentou a dureza, acumulando cartões amarelos de forma desnecessária, assistindo-se até a várias picardias entre jogadores da própria selecção espanhola que, infelizmente, não resistiram à pressão do clássico.
Só dava Barça, e aos 87' Guardiola lançou Keita e Jeffren (antes havia entrado Bojan), para os lugares de Xavi e Pedro. Seria precisamente Jefrren, a fechar as contas do marcador. Cruzamento do lado direito do ataque "blaugrana" e o jovem da cantera catalã a assinar o 5-0 com um ligeiro toque.
Antes do final, tempo ainda para três agressões de Sergio Ramos: primeiro, deu um pontapé em Messi; de seguida atingiu Puyol no rosto; e como se isso não bastasse, ainda foi tocar na cara de Xavi, que entrentato havia sido substituído. Não havia necessidade, e Ramos arrisca-se agora a apanhar uma "bela" suspensão.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Camp Nou, em Barcelona
Árbitro Principal: Iturralde González
Barcelona: Valdés; Daniel Alves, Puyol, Piqué e Abidal; Busquets, Xavi (Keita 87') e Iniesta; Leo Messi, David Villa (Bojan 76') e Pedro (Jeffren 87').
Treinador: Pep Guardiola. Suplentes Não Utilizados: Pinto; Maxwell, Adriano e Mascherano.
Real Madrid: Casillas; Sergio Ramos, Pepe, Ricardo Carvalho e Marcelo (Arbeloa 60'); Xabi Alonso e Khedira; Di María, Ozil (Lass Diarra 45') e Cristiano Ronaldo; Benzema.
Treinador: José Mourinho. Suplentes Não Utilizados: Dudek; Raúl Albiol, Mahamadou Diarra e Pedro León.
Disciplina:
Amarelos: Cristiano Ronaldo 33'; Valdés 33'; David Villa 34'; Pepe 36'; Leo Messi 45'; Xabi Alonso 51'; Casillas 55'; Ricardo Carvalho 71'; Sergio Ramos 73'; Khedira 75'; Puyol 81'; Xavi 90+4' (já depois de substituído);
Vermelhos: Sergio Ramos 90+4'.
Marcador: 1-0 Xavi 10'; 2-0 Pedro 18'; 3-0 David Villa 55'; 4-0 David Villa 58'; 5-0 Jeffren 90';
domingo, 28 de novembro de 2010
Jorge Jesus deixou a "flash-interview" da TVI "a meio"
Jorge Jesus deixou a "flash-interview" da TVI "a meio". O "insólito" aconteceu logo após o final da partida, que os benfiquistas venceram o Beira-Mar por 3-1.
Incomodado com as questões do reportér da TVI, Jorge Jesus questionou-o acerca do tema que pretendia falar. Em sua defesa, o jornalista respondeu que na "flash-interview", quem fazia as perguntas era ele.
Sendo assim, Jesus respondeu com um não muito simpático "então tchau", e abandonou a zona de entrevistas rápidas.
Ambos têm razão: o jornalista é quem decide as perguntas; mas nenhum treinador gosta que logo após um jogo, um jornalista o "bombardeie" com questões não relacionadas com o jogo, e que apenas pretendem tirar ilações acerca do que se passa no "seu" balneário.
Melhor mesmo, é ver as imagens:
Incomodado com as questões do reportér da TVI, Jorge Jesus questionou-o acerca do tema que pretendia falar. Em sua defesa, o jornalista respondeu que na "flash-interview", quem fazia as perguntas era ele.
Sendo assim, Jesus respondeu com um não muito simpático "então tchau", e abandonou a zona de entrevistas rápidas.
Ambos têm razão: o jornalista é quem decide as perguntas; mas nenhum treinador gosta que logo após um jogo, um jornalista o "bombardeie" com questões não relacionadas com o jogo, e que apenas pretendem tirar ilações acerca do que se passa no "seu" balneário.
Melhor mesmo, é ver as imagens:
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