Os protagonistas da foto são Dany e Rui Forte, respectivamente, guarda-redes de Candal e Famalicão.
O Famalicão longe dos principais palcos há já vários anos, liderava a série B da III Divisão, e visitava o estádio do quarto classificado, Candal.
Ambas as equipas tinham a vitória como único objectivo para este jogo: os gaienses por forma a manterem-se nos seis primeiros; o "Fama" para segurar a liderança.
A equipa da casa entrou mais forte no encontro e logo aos 8' minutos, Alex abriu o activo, não se registando alterações no marcador até intervalo.
No segundo tempo, o Famalicão entrou disposto a dar a volta ao resultado, e aos 52' minutos o ex júnior do FC Porto, Claro, empatou a partida.
No entanto, o Candal que tem como tradição ser uma equipa muito complicada a jogar em casa, respondeu volvidos três minutos, com novo golo, desta feita da autoria de João Amaral.
O resultado não sofreu alterações até ao fim, e por isso o técnico famalicense José Augusto, deu autorização ao seu guarda-redes Rui Forte, para subir à área contrária nos pontapés de canto, como se vê na foto.
Sem dúvida, um lance e uma foto curiosa.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio Rei Ramiro, em Candal - Vila Nova de Gaia (relvado sintético)
Árbitro Principal: Pedro Cabral (AF Ponta Delgada); Árbitros Assistentes: Rui Cabral e João Medeiros;
Candal: Dany; Passos, Sidon (Ricardo Correia 88'), Ferraz e Daniel; João Reis, Alex e Jony; Ansúmane, Diogo Preto (Hugo Paiva 62') e João Amaral (Bruno Costa 85').
Treinador: António Pedro. Suplentes Não Utilizados: Paulo Alegria; Tiago Gil, Daniel Pereira e Digas.
Famalicão: Rui Forte; Palheiras, Luís Miguel, Talocha e China; Arturinho, João Dias (Tozé 60'), Ruisinho e Rui Fílipe; Cícero (Zézé 45') e Claro.
Treinador: José Augusto. Suplentes Não Utilizados: André Ferreira; Jorge Miguel, Samuel, João Miguel e Rui.
Disciplina:
Amarelos: Cícero 17'; João Dias 37'; Ferraz 45'; Dany 52'; Tozé 70'; Alex 88'; China 88'; Daniel 90';
Marcador: 1-0 Alex 08'; 1-1 Claro 52'; 2-1 João Amaral 55';
Nota: Foto da autoria do site oficial do FC Famalicão.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Taça da Liga: Estoril derrotou Sporting
O Estoril foi uma das grandes surpresas da última jornada da fase de grupos da Taça da Liga, ao vencer no seu reduto o Sporting por 2-1, com golos de Alex Afonso e de Vinicius Reche, ambos na conversão de grandes penalidades.
O "ConversasRedondas" conversou com um dos pontas de lança dos "canarinhos", Luís Leal (na foto), jogador que passou pela formação do Sporting, e que começou por abordar essa mesma questão, não esquecendo é claro, o triunfo sobre os "Leões":
Ao Estoril, resta agora trabalhar para o campeonato. Afastados da Taça de Portugal e da Taça da Liga, os "canarinhos" ocupam a décima segunda posição em igualdade pontual com o Santa Clara (ambos somam dezassete pontos), estando a oito do segundo classificado, Oliveirense.
Luís Leal acredita que a equipa "ainda vai a tempo da promoção":
O "ConversasRedondas" conversou com um dos pontas de lança dos "canarinhos", Luís Leal (na foto), jogador que passou pela formação do Sporting, e que começou por abordar essa mesma questão, não esquecendo é claro, o triunfo sobre os "Leões":
"Reencontrar o clube do meu coração e que me formou, foi uma sensação muito boa. Mas são jogos que qualquer jogador quer jogar para se mostrar, e estou bastante feliz por ter corrido bem e por termos ganho."
O avançado passou cinco temporadas e meia na formação do Sporting, e ontem acabou substituído nos instantes finais da partida, cedendo o seu lugar a Clodoaldo. Ao Estoril, resta agora trabalhar para o campeonato. Afastados da Taça de Portugal e da Taça da Liga, os "canarinhos" ocupam a décima segunda posição em igualdade pontual com o Santa Clara (ambos somam dezassete pontos), estando a oito do segundo classificado, Oliveirense.
Luís Leal acredita que a equipa "ainda vai a tempo da promoção":
"O objectivo do Estoril desde cedo ficou muito claro: é a subida de divisão. Ainda vamos a tempo de alcançar a promoção, mas não podemos cometer muitos mais erros."
Em dez jogos na Liga Orangina, Luís Leal já apontou dois golos. Aos 23 anos, e depois de representar como sénior, Cova da Piedade, Atlético e Moreirense, estreia-se numa competição profissional.
II Divisão: Boavista 1-0 Sp. Espinho
Boavista e Sp. Espinho enfrentaram-se ontem no Estádio do Bessa, em jogo a contar para a 17ª Jornada da Zona Centro da II Divisão Nacional.
Dois clubes que disputaram grande parte dos seus duelos na I Divisão, e agora disputam o terceiro escalão do futebol português.
A última vez que o Espinho venceu no Bessa, data de 1996, curiosamente naquela que foi a última época dos "Tigres" na I Divisão.
Os espinhenses vinham de uma série de seis jogos sem perder, somando cinco vitórias e um empate, destacando-se claramente, as quatro vitórias consecutivas, entre elas um triunfo em casa do líder Tondela por 2-0.
O Boavista vinha de uma série positiva e negativa ao mesmo tempo: quatro jogos sem perder; três jogos sem vencer, com três empates frente a equipas do fundo da tabela: Esmoriz, Pampilhosa e Cesarense.
Curiosamente, ambas as equipas estavam empatadas na quinta posição com vinte e quatro pontos somados, logo esperava-se um bom jogo de futebol.
No primeiro tempo, e com o ex-jogador Gouveia a estrear-se como técnico dos axadrezados, ambas as equipas procuraram implantar o seu futebol, destacando-se as exibições dos sectores defensivos de "Panteras" e "Tigres", que anulavam os ataques adversários da forma que podiam.
Até que aos 31' minutos, e após uma boa jogada boavisteira, Paulo Gomes cara-a-cara com Renato, abriu o marcador, adiantando os axadrezados.
Do primeiro tempo, nada resta para contar, com a excepção do médico do Boavista, Pinto Sousa, ter sido expulso aquando da sua entrada em campo para assistência a Mário Loja.
Na etapa complementar, o Espinho entrou mais forte em campo, procurando o golo, e pondo à prova os reflexos de Vítor Golas logo nos primeiros minutos.
O jogo foi-se mantendo equilibrado, com o Boavista a procurar o segundo golo, embora sem resultados práticos.
Aos 84' minutos, o árbitro da partida, Albano Correia, assinalou uma grande penalidade favorável aos espinhenses, penalti esse muito contestado pelos da casa.
Na conversão, o veterano Bessa e ex-jogador do Boavista, atirou à barra, desperdiçando a última grande oportunidade do Espinho para chegar ao empate.
Com este triunfo, e com os resultados de hoje, o Boavista mantém a quinta posição, somando agora vinte e sete pontos. Quanto ao Espinho, ocupa a sexta posição em igualdade com o Gondomar, pois ambos somam agora vinte e quatro pontos.
O jogo ficou também marcado por alguns regressos ao Bessa: Ivan Santos e Bessa vestiram a camisola axadrezada; enquanto que Horácio foi mesmo formado no Boavista, tal como Ivan Santos.
Ficha de Jogo:
Estádio: Bessa Séc. XII, no Porto (relvado sintético)
Árbitro Principal: Albano Correia (AF Braga)
Boavista: Vítor Golas; Diogo Leite, Mário Loja, Hélio e Machado; Joel, Nuninho (Ribeiro 87'), Paulo Gomes (Ruisinho 63') e Cadinha; Beré e Paulo Campos (Diogo Teixeira 77').
Treinador: Gouveia. Suplentes Não Utilizados: Tó Ferreira; Léo Bonfim; Rui Lopes e Rui Dolores.
Sp. Espinho: Renato; Tiago Lopes, Hélder Vasco, Ricardo Correia e Hélder Lopes; Fílipe, Barbosa e Carlos Manuel; Ivan Santos, Horácio e Elísio (Bessa 66').
Treinador: Filó. Suplentes Não Utilizados: Pedro Miguel; Correia, João Ricardo, Fabinho, Vando e Clayton.
Disciplina:
Amarelos: Machado 21'; Hélder Vasco 24'; Vítor Golas 53'; Carlos Manuel 53'; Elísio 61'; Joel 69'; Mário Loja 69'; Ruisinho 77'; Hélio 83'; Cadinha 84';
Vermelhos: Fílipe 80';
Marcador: 1-0 Paulo Gomes 31';
Nota: Fotos da autoria do blog "Boavista Até Morrer".
Dois clubes que disputaram grande parte dos seus duelos na I Divisão, e agora disputam o terceiro escalão do futebol português.
A última vez que o Espinho venceu no Bessa, data de 1996, curiosamente naquela que foi a última época dos "Tigres" na I Divisão.
Os espinhenses vinham de uma série de seis jogos sem perder, somando cinco vitórias e um empate, destacando-se claramente, as quatro vitórias consecutivas, entre elas um triunfo em casa do líder Tondela por 2-0.
O Boavista vinha de uma série positiva e negativa ao mesmo tempo: quatro jogos sem perder; três jogos sem vencer, com três empates frente a equipas do fundo da tabela: Esmoriz, Pampilhosa e Cesarense.
Curiosamente, ambas as equipas estavam empatadas na quinta posição com vinte e quatro pontos somados, logo esperava-se um bom jogo de futebol.
No primeiro tempo, e com o ex-jogador Gouveia a estrear-se como técnico dos axadrezados, ambas as equipas procuraram implantar o seu futebol, destacando-se as exibições dos sectores defensivos de "Panteras" e "Tigres", que anulavam os ataques adversários da forma que podiam.
Até que aos 31' minutos, e após uma boa jogada boavisteira, Paulo Gomes cara-a-cara com Renato, abriu o marcador, adiantando os axadrezados.
Do primeiro tempo, nada resta para contar, com a excepção do médico do Boavista, Pinto Sousa, ter sido expulso aquando da sua entrada em campo para assistência a Mário Loja.
Na etapa complementar, o Espinho entrou mais forte em campo, procurando o golo, e pondo à prova os reflexos de Vítor Golas logo nos primeiros minutos.
O jogo foi-se mantendo equilibrado, com o Boavista a procurar o segundo golo, embora sem resultados práticos.
Aos 84' minutos, o árbitro da partida, Albano Correia, assinalou uma grande penalidade favorável aos espinhenses, penalti esse muito contestado pelos da casa.
Na conversão, o veterano Bessa e ex-jogador do Boavista, atirou à barra, desperdiçando a última grande oportunidade do Espinho para chegar ao empate.
Com este triunfo, e com os resultados de hoje, o Boavista mantém a quinta posição, somando agora vinte e sete pontos. Quanto ao Espinho, ocupa a sexta posição em igualdade com o Gondomar, pois ambos somam agora vinte e quatro pontos.
O jogo ficou também marcado por alguns regressos ao Bessa: Ivan Santos e Bessa vestiram a camisola axadrezada; enquanto que Horácio foi mesmo formado no Boavista, tal como Ivan Santos.
Ficha de Jogo:
Estádio: Bessa Séc. XII, no Porto (relvado sintético)
Árbitro Principal: Albano Correia (AF Braga)
Boavista: Vítor Golas; Diogo Leite, Mário Loja, Hélio e Machado; Joel, Nuninho (Ribeiro 87'), Paulo Gomes (Ruisinho 63') e Cadinha; Beré e Paulo Campos (Diogo Teixeira 77').
Treinador: Gouveia. Suplentes Não Utilizados: Tó Ferreira; Léo Bonfim; Rui Lopes e Rui Dolores.
Sp. Espinho: Renato; Tiago Lopes, Hélder Vasco, Ricardo Correia e Hélder Lopes; Fílipe, Barbosa e Carlos Manuel; Ivan Santos, Horácio e Elísio (Bessa 66').
Treinador: Filó. Suplentes Não Utilizados: Pedro Miguel; Correia, João Ricardo, Fabinho, Vando e Clayton.
Disciplina:
Amarelos: Machado 21'; Hélder Vasco 24'; Vítor Golas 53'; Carlos Manuel 53'; Elísio 61'; Joel 69'; Mário Loja 69'; Ruisinho 77'; Hélio 83'; Cadinha 84';
Vermelhos: Fílipe 80';
Marcador: 1-0 Paulo Gomes 31';
Nota: Fotos da autoria do blog "Boavista Até Morrer".
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Taça de Portugal: Académica bate Setúbal
A Académica recebeu e venceu esta noite no Municipal de Coimbra, o V. Setúbal por 3-2, e qualificou-se assim para as meias finais da Taça de Portugal, onde irá defrontar outro Vitória, desta feita, o de Guimarães.
Curiosamente, os "sadinos" adiantaram-se primeiro no marcador, quando à passagem do minuto 16', o brasileiro Brasão inaugurou o marcador, num lance procedido de fora de jogo.
A "Briosa" a jogar em casa, "decidiu esperar" pelos últimos instantes do primeiro tempo, para dar um "ar da sua graça": aos 39' Éder empatou a partida; e aos 45' Sougou fez o 2-1.
No segundo tempo, os "estudantes" apostavam no controlo da partida, mas a "tremideira" da defensiva ia dando o empate ao Setúbal. No entanto, Peiser numa grande noite de inspiração foi evitando o empate.
Até que aos 86', veio aquela que todos pensavam ser a "machadada" final: Amaury Bischoff converteu com êxito uma grande penalidade e aumentou para 3-1, a vantagem dos "estudantes".
No entanto, e apenas dois minutos depois, Collin reduziu para 3-2, e o que restou da partida, foi jogado mais com o coração do que com a cabeça.
Nesse mesmo período de descontos, Júnior Paraíba teve uma oportunidade de ouro para fazer o 4-2, mas falhou perante Diego.
Com esta vitória, a Académica segue para as meias finais da Taça de Portugal, onde vai defrontar o Vitória de Guimarães, "evitando" assim um duelo de Vitória's nas meias finais da prova.
Curiosamente, os "sadinos" adiantaram-se primeiro no marcador, quando à passagem do minuto 16', o brasileiro Brasão inaugurou o marcador, num lance procedido de fora de jogo.
A "Briosa" a jogar em casa, "decidiu esperar" pelos últimos instantes do primeiro tempo, para dar um "ar da sua graça": aos 39' Éder empatou a partida; e aos 45' Sougou fez o 2-1.
No segundo tempo, os "estudantes" apostavam no controlo da partida, mas a "tremideira" da defensiva ia dando o empate ao Setúbal. No entanto, Peiser numa grande noite de inspiração foi evitando o empate.
Até que aos 86', veio aquela que todos pensavam ser a "machadada" final: Amaury Bischoff converteu com êxito uma grande penalidade e aumentou para 3-1, a vantagem dos "estudantes".
No entanto, e apenas dois minutos depois, Collin reduziu para 3-2, e o que restou da partida, foi jogado mais com o coração do que com a cabeça.
Nesse mesmo período de descontos, Júnior Paraíba teve uma oportunidade de ouro para fazer o 4-2, mas falhou perante Diego.
Com esta vitória, a Académica segue para as meias finais da Taça de Portugal, onde vai defrontar o Vitória de Guimarães, "evitando" assim um duelo de Vitória's nas meias finais da prova.
Taça de Portugal: V. Guimarães nas meias finais
O V. Guimarães venceu na noite de ontem o Merelinense da II Divisão por 2-0, e apurou-se para as meias finais, onde irá enfrentar o vencedor do jogo Académica - V. Setúbal, que se disputa esta noite.
Ambas as equipas queriam ficar mais perto do Jamor, e os homens de São Pedro de Merelim a jogarem em casa emprestada (1º de Maio em Braga), foram os primeiros a "ameaçar".
Paulinho Lopes surgiu solto dentro de área, mas o forte remate saiu muito torto.
A superioridade vimaranense veio ao de cima, quando estavam decorridos 30' minutos: cruzamento de Alex na direita e Edgar de cabeça a dizer "sim" à bola, abrindo o marcador.
Ainda antes do intervalo, e na sequência de um pontapé de canto, Cléber aumentou a vantagem do Vitória para dois golos: canto na direita, desvio ao primeiro poste, ressalto de bola e Cléber ao segundo poste a fazer o segundo golo da noite.
No segundo tempo, o Merelinense não baixou a cabeça, conquistando algumas faltas e avançando sempre alguns metros no terreno, graças a esses livres.
O Vitória dominou a partida e está nas meias finais da Taça de Portugal.
Ambas as equipas queriam ficar mais perto do Jamor, e os homens de São Pedro de Merelim a jogarem em casa emprestada (1º de Maio em Braga), foram os primeiros a "ameaçar".
Paulinho Lopes surgiu solto dentro de área, mas o forte remate saiu muito torto.
A superioridade vimaranense veio ao de cima, quando estavam decorridos 30' minutos: cruzamento de Alex na direita e Edgar de cabeça a dizer "sim" à bola, abrindo o marcador.
Ainda antes do intervalo, e na sequência de um pontapé de canto, Cléber aumentou a vantagem do Vitória para dois golos: canto na direita, desvio ao primeiro poste, ressalto de bola e Cléber ao segundo poste a fazer o segundo golo da noite.
No segundo tempo, o Merelinense não baixou a cabeça, conquistando algumas faltas e avançando sempre alguns metros no terreno, graças a esses livres.
O Vitória dominou a partida e está nas meias finais da Taça de Portugal.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Entrevista a: Bailão
João Fílipe de Oliveira Antunes, conhecido no mundo do futebol por Bailão, nasceu em Arrentela a 2 de Janeiro de 1988.
Aos sete anos já jogava nos escalões de formação do Seixal, transitando depois para o Vitória de Setúbal onde esteve durante dez temporadas.
A sua subida ao escalão sénior coincidiu com a extinção da equipa B vitoriana, e Bailão viu-se "obrigado" a dar seguimento à sua carreira no Palmelense, que na altura competia nos Distritais de Setúbal.
Uma época no Palmelense, foi o "suficiente" para conseguir uma oportunidade nos Nacionais, assinando pelo histórico Fabril do Barreiro (ex CUF).
Apesar de uma boa temporada na III Divisão, o jogador acabou por rumar ao Zambujalense, regressando aos Distritais de Setúbal em 09/10. A meio da temporada, mudou-se para o Alfarim, clube onde ainda se mantém.
A nível internacional, chegou à selecção portuguesa de sub-18, além de ter conquistado vários torneios pela Associação de Setúbal.
É um jogador polivalente, podendo actuar com avançado centro, extremo esquerdo ou...defesa esquerdo!
ConversasRedondas (CR): O Bailão começou a jogar futebol com sete anos no Seixal. A que se deveu este ingresso no “desporto-rei” de forma tão “precoce”?
ConversasRedondas (CR): O Bailão começou a jogar futebol com sete anos no Seixal. A que se deveu este ingresso no “desporto-rei” de forma tão “precoce”?
João Bailão (JB): Eu cresci num meio onde ainda predominava o futebol de rua, na Arrentela, e desde muito pequeno comecei a jogar futebol na rua. Fui para o Seixal influenciado pelo meu pai que foi lá profissional e comecei como federado logo aos sete anos. Naquela altura havia apenas o escalão de Escolas até aos onze anos.
CR: Depois de duas temporadas no Seixal, ingressou no V. Setúbal. Decidiu comparecer aos treinos de captações nos “sadinos” ou estes é que entraram em contacto consigo?
JB: Soube por um amigo que havia captações no Vitória, e o meu pai levou-me lá. O mister Herculano Santos, antiga glória do clube, disse que se recordava de mim do Seixal, e tive a felicidade de ficar logo no final do primeiro treino.
CR: Passou dez temporadas na formação do Vitória, onde foi sempre uma das “estrelas, marcando golos e fazendo várias assistências. O que “falhou” para não ser opção enquanto sénior?
JB: Não era nenhuma estrela, mas foram dez anos maravilhosos, onde fiz cerca de cento e cinquenta golos em jogos oficiais e cheguei a capitão e sub-capitão. Cresci ali, ganhei títulos, disputei fases finais, andei pelo estrangeiro em torneios…Acabei por nunca ter uma oportunidade enquanto sénior no Vitória, apesar de algumas promessas que me foram sendo feitas. Na verdade, penso que o facto de haver equipa B enquanto eu era júnior acabou por me tirar visibilidade a mim e aos meus colegas pois quando nós éramos juniores, quem era chamado para a equipa principal eram os jogadores que se destacavam da equipa B e não os dos juniores.
JB: Depois, quando eu precisava que houvesse equipa B, ela acabou. Ou seja houve equipa B de seniores nos dois anos em que eu fui júnior e acabou no ano em que subi a sénior. É como se tivessem colocado mais um "degrau" quando eu era júnior e quando subi a sénior precisava desse "degrau" e tiraram-no. Foi-me dito por responsáveis do clube na altura, que ainda não se sabia se iria continuar a existir equipa B, mas que se houvesse eu ficaria lá. Mas acabou mesmo, reuniram-se então comigo, disseram que tinham óptimos relatórios dos meus treinadores mas que não iam ficar comigo e que o Vitória não tinha capacidade para assinar com jogadores e empresta-los. Agradeceram os dez anos lá passados e desejaram-me sorte.
JB: Na primeira época de júnior treinei-me várias vezes pela equipa B, e na época seguinte fui convocado. Nem o facto de ter chegado à selecção nacional de sub-18 ou título nacional de inter-associações valeram de nada. Da minha equipa de Juniores acabou por ficar apenas o Luís Portela, que era internacional mas que acabaram por dispensa-lo também seis meses depois. Enfim.
JB: Assim que saí do Vitória tive a possibilidade de ir para uma equipa dos Açores, para a II Divisão B. Mas havia também a possibilidade de fazer a pré-época no Pinhalnovense, como estava na faculdade em Setúbal e tinha parado no meu último ano de Júnior não quis ir para os Açores e arrisquei no Pinhalnovense. Estive várias semanas com eles, correu-me muito bem, fiz vários jogos, inclusive a titular, e até contra equipas da I Liga. Segundo o que me foi dito, o mister António Pereira, actualmente no Atlético, quis ficar comigo mas a direcção não quis. Houve ali uns dias de impasse. Enfim, acabei por não perceber bem o que se passou. Acontece que já estávamos a meio de Agosto e todos os plantéis dos Nacionais estavam fechados, recebi aí alguns convites dos distritais e acabei por ir para Palmela, onde estava o Mister Paulo Cardoso que tinha sido meu treinador na Selecção de Setúbal.
JB: As condições de treino eram óptimas, era um futebol muito mais físico e os jogadores muito mais experientes e fortes fisicamente. Tinha um grupo de jogadores já com alguns anos de distrital e surpreendeu-me o facto de haver tanta qualidade ali. No fundo, o que muda é a mentalidade, a forma como se encaram os treinos e vida futebolística em si. As expectativas, as prioridades...
JB: Confesso que foi um choque para mim na altura. Não foi fácil em poucos meses passar da expectativa de jogar na I Liga para jogar no Distrital. Fiquei desmotivado, claro. Muito. Sobretudo na primeira metade da época. Em Dezembro era para ter saído para o GD Fabril, e a partir daí as coisas mudaram, foi o "clique" que eu precisava.
CR: O Palmelense segurou a manutenção, e o Bailão participou em grande parte dos jogos realizados pelo clube. Deu-se bem na sua primeira temporada como sénior?
JB: Felizmente tive um treinador que sempre acreditou em mim, fiz todos os jogos em que estive disponível e quase todos enquanto titular. Marquei dois golos. Foi uma temporada muito importante pela experiência que adquiri com os jogos e com os jogadores mais velhos, que já tinham passado por escalões acima e com muitos anos de sénior, Bruno Pombo, Rui Carvalho, entre outros. Percebi que o futebol sénior era bem diferente do que estava habituado até aí.
JB: Na verdade tem, é um clube bem diferente de todos os outros, com características muito próprias. Já para não falar das condições de trabalho que o clube oferece, ao nível da I Liga.
JB: A equipa era muito forte, tinha muitos bons jogadores e comecei por não jogar. Fui muito ajudado por alguns jogadores que foram importantes para alavancar a minha confiança, jogadores mais experientes como o Fusco, o David Martins que era capitão, e outros. Aos poucos fui ganhando o meu espaço, a partir do momento em que comecei a jogar, joguei sempre. Fiz vinte e tal jogos durante a temporada.
JB: A época correu-me bem a nível individual. Infelizmente, houve muita turbulência à volta da equipa, muitos jogadores dispensados durante a época, cinco treinadores, entre eles o próprio presidente. Apesar disso, fui opção com todos eles. Esperava continuar. Como não continuei no GD Fabril, e terminada que estava a minha licenciatura, decidi ir tirar o Mestrado em Marketing Desportivo, cujas aulas eram às Sextas à noite. O facto de não treinar à Sexta foi impeditivo para clubes maior nomeada. Fui para o Zambujalense, onde fui muito bem recebido por todos.
JB: Não encontrei grandes diferenças, as equipas pareceram-me um pouco mais fortes do que dois anos antes. Talvez o campeonato me tenha parecido mais competitivo.
JB: Por salários em atraso. Nem um mês cheguei a receber desde Agosto até Dezembro. Infelizmente é uma situação cada vez mais comum sobretudo no futebol amador.
CR: No Alfarim, fez mais dois jogos dos que havia feito no Zambujal, mas ainda assim marcou menos um golo. O clube alcançou o 6º lugar, fazendo assim um campeonato tranquilo. Era este o objectivo dos responsáveis?
JB: Mudei-me à 14ª jornada, e sai do 5º classificado para o penúltimo. Encontrei uma equipa com uma qualidade muito acima da média para o distrital, que não coincidia com a classificação, mas em baixo psicologicamente. Tive a felicidade de ser opção desde o princípio. Houve mudança de treinador passados dois jogos e a equipa despertou, fizemos uma segunda volta brilhante e acabámos no topo da tabela.
CR: Para a presente temporada, o Bailão renovou com o Alfarim. Como lhe está a correr a temporada?
JB: Felizmente, está a correr bem. Fiz todos os jogos até agora, marquei dois golos e fiz várias assistências. Penso que está a ser muito positiva.
CR: O Alfarim ocupa o 3º lugar com 26 pontos, estando a quatro do líder, Vasco da Gama. Os objectivos do clube, passam pela subida de divisão?
JB: Tenho a noção de que somos um 'outsider', não pela equipa mas pelo peso que o clube tem. Começamos a incomodar muita gente. Não perdemos à nove jornadas, somos o melhor ataque, e na próxima jornada recebemos o Vasco da Gama. Há duas jornadas atrás travámos o, até então, líder Olímpico do Montijo, empatámos 0-0 e eles festejaram o empate no fim tal foi o sufoco. Falta-me ver jogar o Vasco da Gama jogar e, até agora, não vi nenhuma equipa praticar melhor futebol que a nossa, por isso temos que ambicionar o 1º lugar.
CR: E apesar da época estar a meio, quais os objectivos do Bailão, para o que resta da temporada?
JB: Espero continuar a ser sempre opção, e a ver se faço mais uns golinhos. Vamos pensar jogo a jogo e acreditar que depois de mostrar o nosso valor e ganhar cada um deles podemos chegar ao fim e surpreender.
CR: Pode a jogar a defesa esquerdo, extremo esquerdo e ponta de lança. Em que posição se sente melhor dentro de campo?
JB: Onde tenho mais prazer é a jogar como avançado, mas tenho noção que onde rendo mais é atrás do avançado ou a médio esquerdo.
CR: Cumpre a terceira temporada nos Distritais de Setúbal. Se tivesse que recomendar algum jogador do seu campeonato, a um clube dos campeonatos profissionais, quem seria?
JB: Há por aí muito bom jogador no distrital, mas um jogador não recomendo, recomendo uma equipa, o Alfarim. Temos muitos jogadores que foram formados em clubes da I Liga, incluindo Benfica e Sporting. Três de nós já passámos pelas selecções jovens, temos muitos jogadores ainda muito novos que já estiveram na II Divisão B e III Divisão. Venham ver-nos jogar e avaliem. Não tenho dúvidas de que muitos colegas meus singravam duas ou três divisões acima.
Questões Rápidas.
CR: João Fílipe de Oliveira Antunes. Como surgiu o nome Bailão?
JB: Vem do meu bisavô. Supostamente era muito parecido a jogar futebol com um tal “Bailão” que era jogador profissional da altura. O meu avô, que foi uma grande figura do distrito nos anos 50, ficou também com o nome, depois o meu pai, que foi profissional durante doze anos, e agora eu.
CR: Na formação do Vitória, foi colega de jogadores como Besugo, Luís Portela, Moisés ou Paulo Regula. Tirando o último, acredita que os outros jogadores que mencionei poderiam ter tido o mesmo sucesso do colega na principal equipa “sadina”?
JB: Podiam claro. Com o Paulo Regula tiveram a paciência que não tiveram com os outros.
CR: Qual é a sua opinião acerca da actualidade do futebol português?
JB: Custa-me ver onzes iniciais de equipas medianas da I Liga com um ou dois portugueses, custa-me ver os plantéis dessas equipas com meia dúzia de portugueses, custa-me ver convocatórias de selecções jovens com muito pouco por onde escolher pois não há falta de qualidade mas sim de quantidade em divisões profissionais. Se calhar vamos deixar de ter futebol português e passamos a ter simplesmente o futebol dos clubes de cá.
CR: Passou dez épocas no Vitória de Setúbal. O Vitória FC é o seu clube de coração?
JB: Sou benfiquista, no entanto passei a ser vitoriano também e sou sócio do Vitória. Não poucas vezes torci pelo Vitória contra o Benfica. É um grande clube e foram muitos anos ali, muitos laços e recordações vêm dali. Era impossível não se ter tornado um clube do meu coração.
CR: É capaz de eleger um "onze" formado por companheiros de equipa? (Actuais ou passados)
JB: É complicado eleger apenas onze. Mas aqui vai:
Guarda-Redes: José Carlos. Seguro e experiente. Jogámos juntos no GD Fabril, está agora no Barreirense.
Defesa Central: Jojó. Colega no Vitória, Palmelense e nas selecções de Setúbal. Polivalente muito inteligente, joga no Alcochetense.
Defesa Central: João Meira. Jogámos juntos no Vitória e na Selecção de Setúbal, está no Atlético, é muito forte mentalmente. Chegará à I Liga.
Defesa Central: Tiago Dias. Capitão do GD Alfarim, jogou nas camadas jovens do Benfica e do Vitória. Um talento a quem futebol não deu o devido valor e oportunidade.
Médio: David Martins. Era capitão do GD Fabril e fomos colegas também no Zambujalense, um verdadeiro líder. (Jogador do Barreirense)
Médio: Luís Carlos. Um ambidestro muito lutador. Meu colega no Alfarim, jogou comigo nos Juvenis e nos Juniores do Vitória, merecia uma oportunidade noutro escalão.
Médio: Bruno Cruz. O melhor jogador com quem joguei até hoje. Vi-o fazer coisas inimagináveis, é um médio centro por quem se paga para ver jogar. Fazia uma "perninha" em qualquer equipa da I Liga. (Jogador do GD Fabril)
Médio: André Martins. Tem um pé esquerdo de ouro, jogámos juntos no Vitória, fomos campeões nacionais pela Selecção de Setúbal e fomos à selecção nacional. Jogávamos de olhos fechados. (Jogador do Palmelense) Avançado: Rui Capitão-Mor. Um "matador", jogámos juntos no GD Fabril e na Selecção de Setúbal.
Avançado: Zequinha. Jogámos juntos no Vitória. Um fenómeno a quem ninguém ficava indiferente, uma verdadeira força da natureza. Foi agora emprestado pelo Olhanense ao Fátima.
Ah e tem que haver aqui um treinador: Francisco Silva. Foi meu treinador dois anos nos juvenis e chamou-me a treinos e jogos quando ainda era iniciado. Foi uma pessoa muito importante na minha evolução como jogador e como homem.
Pode ver o trajecto de Bailão, aqui.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
"A foto do dia": Miklos Fehér
Porque hoje se completam sete anos sobre a morte de Miklos Fehér, o "ConversasRedondas" recorda de forma breve a passagem do húngaro pelo futebol português.
"Miki" Fehér chegou a Portugal com dezoito anos, vindo do Gyor ETO para reforçar o FC Porto.
Nas duas primeiras temporadas como jogador dos "Dragões", Fehér teve poucas oportunidades para mostrar o seu valor, efectuando cinco jogos como suplente utilizado em 98/99 e 99/00. Na última temporada, até marcou um golo ao Campomaiorense numa vitória portista por 2-0.
Sem espaço na principal equipa portista, ainda participou em quatro jogos da equipa B na temporada 99/00, tendo apontado um golo.
O seu empréstimo a um clube da I Divisão era o ideal para ganhar minutos e experiência, e o Salgueiros antecipou-se à concorrência, garantindo os "serviços" do jovem ponta de lança húngaro.
Em Vidal Pinheiro, "Miki" participou em doze jogos como titular, e dois como suplente utilizado, tendo apontado cinco golos, ajudando os salgueiristas a garantirem a manutenção.
Na temporada seguinte, Fehér foi emprestado ao Braga, onde "explodiu": vinte e seis jogos como titular e catorze golos, ajudaram os bracarenses a conquistarem o 4º lugar.
Depois, em 01/02, vieram os "problemas". Problemas na renovação de contrato com o FC Porto, fizeram com que Fehér passasse toda a temporada "encostado" na equipa B portista, onde fez três jogos, marcando um golo.
Livre de compromissos no final da temporada, rumou ao Benfica, onde em 02/03, marcou quatro golos, tendo participado em dezassete jogos no Campeonato.
Em 03/04, Fehér participou em treze jogos, tendo marcado três golos. O último jogo que fez, foi como todos se lembram, em Guimarães, caindo inanimado no relvado aos 90+2'.
O último golo da carreira foi apontado ao La Louvière para a Taça UEFA, a 15 de Outubro de 2003.
Miklos Fehér - 20/07/1979 - 25/01/2004
"Miki" Fehér chegou a Portugal com dezoito anos, vindo do Gyor ETO para reforçar o FC Porto.
Nas duas primeiras temporadas como jogador dos "Dragões", Fehér teve poucas oportunidades para mostrar o seu valor, efectuando cinco jogos como suplente utilizado em 98/99 e 99/00. Na última temporada, até marcou um golo ao Campomaiorense numa vitória portista por 2-0.
Sem espaço na principal equipa portista, ainda participou em quatro jogos da equipa B na temporada 99/00, tendo apontado um golo.
O seu empréstimo a um clube da I Divisão era o ideal para ganhar minutos e experiência, e o Salgueiros antecipou-se à concorrência, garantindo os "serviços" do jovem ponta de lança húngaro.
Em Vidal Pinheiro, "Miki" participou em doze jogos como titular, e dois como suplente utilizado, tendo apontado cinco golos, ajudando os salgueiristas a garantirem a manutenção.
Na temporada seguinte, Fehér foi emprestado ao Braga, onde "explodiu": vinte e seis jogos como titular e catorze golos, ajudaram os bracarenses a conquistarem o 4º lugar.
Depois, em 01/02, vieram os "problemas". Problemas na renovação de contrato com o FC Porto, fizeram com que Fehér passasse toda a temporada "encostado" na equipa B portista, onde fez três jogos, marcando um golo.
Livre de compromissos no final da temporada, rumou ao Benfica, onde em 02/03, marcou quatro golos, tendo participado em dezassete jogos no Campeonato.
Em 03/04, Fehér participou em treze jogos, tendo marcado três golos. O último jogo que fez, foi como todos se lembram, em Guimarães, caindo inanimado no relvado aos 90+2'.
O último golo da carreira foi apontado ao La Louvière para a Taça UEFA, a 15 de Outubro de 2003.
Miklos Fehér - 20/07/1979 - 25/01/2004
sábado, 22 de janeiro de 2011
III Divisão: Beira-Mar Monte Gordo desistiu da competição
Segundo o website da Federação Portuguesa de Futebol, o Grupo Desportivo Beira-Mar, sediado em Monte Gordo, desistiu de participar na III Divisão.
Os algarvios não somaram qualquer ponto nos doze jogos disputados até ao momento, e ocupavam claro, a última posição da Série F.
Sendo assim, o jogo que estava agendado para hoje em Monte Gordo frente à União Montemor, não se realizará, assim como os restantes em que a equipa algarvia estaria envolvida.
Fundado em 1950, o Beira-Mar Monte Gordo, participou por uma vez na II Divisão, e foi bem recentemente: em 08/09.
Este foi o ponto mais alto da história do clube, que participava esta temporada, pela sétima vez na III Divisão.
Os algarvios não somaram qualquer ponto nos doze jogos disputados até ao momento, e ocupavam claro, a última posição da Série F.
Sendo assim, o jogo que estava agendado para hoje em Monte Gordo frente à União Montemor, não se realizará, assim como os restantes em que a equipa algarvia estaria envolvida.
Fundado em 1950, o Beira-Mar Monte Gordo, participou por uma vez na II Divisão, e foi bem recentemente: em 08/09.
Este foi o ponto mais alto da história do clube, que participava esta temporada, pela sétima vez na III Divisão.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Análise: Márcio Vieira
Márcio Vieira foi, até ao momento, o último jogador a ser entrevistado pelo "ConversasRedondas". O jogador internacional pela Selecção de Andorra, representa o Atlético de Monzón da III Divisão espanhola, clube que luta há já várias épocas pela promoção ao terceiro escalão do futebol espanhol.
A cumprir a terceira temporada consecutiva no Monzón, Márcio Vieira leva já cinco épocas na III divisão espanhola, tendo representado anteriormente Ibiza (06/07) e Teruel (07/08).
O clube da região de Aragão, ocupa a oitava posição do Grupo 17, com trinta e quatro pontos, estando a treze do líder, Andorra CF, e a sete pontos de entrar num lugar que lhe dê acesso ao play-off de promoção (terá de ocupar uma das primeiras quatro posições).
Dos vinte e um jogos já realizados pelo Monzón no campeonato, Márcio Vieira participou em dezanove, levando já sete assistências, e dois golos marcados.
No passado domingo, o Monzón foi derrotado por um rival directo na luta pela subida, o Zaragoza-B por 2-1, estando agora cada vez mais longe de conseguir um lugar no play-off.
Este fim-de-semana, a equipa de Aragão recebe o CD Giner Torrero, equipa que ocupa a décima quinta posição no campeonato com vinte e dois pontos somados.
No que diz respeito à Selecção de Andorra, Márcio Vieira vestiu pela última vez a camisola dos andorranos, a 12 de Outubro de 2010, numa pesada derrota frente à Arménia por 4-0.
Actualmente, o jogador soma já trinta e cinco internacionalizações A por Andorra.
A cumprir a terceira temporada consecutiva no Monzón, Márcio Vieira leva já cinco épocas na III divisão espanhola, tendo representado anteriormente Ibiza (06/07) e Teruel (07/08).
O clube da região de Aragão, ocupa a oitava posição do Grupo 17, com trinta e quatro pontos, estando a treze do líder, Andorra CF, e a sete pontos de entrar num lugar que lhe dê acesso ao play-off de promoção (terá de ocupar uma das primeiras quatro posições).
Dos vinte e um jogos já realizados pelo Monzón no campeonato, Márcio Vieira participou em dezanove, levando já sete assistências, e dois golos marcados.
No passado domingo, o Monzón foi derrotado por um rival directo na luta pela subida, o Zaragoza-B por 2-1, estando agora cada vez mais longe de conseguir um lugar no play-off.
Este fim-de-semana, a equipa de Aragão recebe o CD Giner Torrero, equipa que ocupa a décima quinta posição no campeonato com vinte e dois pontos somados.
No que diz respeito à Selecção de Andorra, Márcio Vieira vestiu pela última vez a camisola dos andorranos, a 12 de Outubro de 2010, numa pesada derrota frente à Arménia por 4-0.
Actualmente, o jogador soma já trinta e cinco internacionalizações A por Andorra.
Análise: Diogo Fonseca
Entrevistado em Setembro do ano passado, Diogo Fonseca é açoriano de "gema" e joga no Feirense, que é actualmente um dos líderes da Liga Orangina.
Melhor marcador do Boavista na temporada passada, ao apontar onze golos, Fonseca chegou ao Feirense como uma contratação de Quim Machado, que o havia defrontado, como técnico do Tirsense.
A época abriu com a Taça da Liga, e Fonseca somou "apenas" catorze minutos em três jogos. O Feirense acabou eliminado da Taça da Liga, com dois pontos somados nessas três partidas.
A primeira oportunidade do avançado surgiu na segunda jornada do campeonato, em Arouca, mas o ponta de lança acabaria expulso por acumulação de amarelos aos 65' minutos.
Diogo Fonseca cumpriu então um jogo de castigo, regressando aos convocados para a jornada 4, frente ao Trofense, acabando por não sair do banco de suplentes.
Na Taça de Portugal, Fonseca entrou aos 70' numa altura, em que o Feirense perdia na Anadia frente à equipa local por 1-0, e empatou a partida aos 85'. Em período de descontos, Roberto acabaria por dar a vitória à equipa feirense.
Regressou o campeonato, com Fonseca a ser novamente suplente não utilizado na deslocação à Covilhã na jornada seis. Na semana seguinte, o Feirense recebeu o Gil Vicente e perdeu por 1-0, com o ponta de lança a ser lançado aos 87'.
Depois disto, Fonseca passou quatro jogos na bancada por opção técnica, regressando aos convocados frente ao Moreirense à jornada dez, onde uma vez mais não saiu do banco.
Na jornada onze, o ponta de lança foi lançado no período de descontos na vitória do Feirense em Fátima por 2-1, e na jornada doze na recepção ao Penafiel, voltou a ficar no banco.
Seguiu-se mais um jogo sem ser utilizado, desta feita na deslocação ao Estoril, com mais uma vitória feirense.
Finalmente, no fim de semana passado, Fonseca voltou a ser utilizado, ao entrar aos 87' numa altura em que o Aves já vencia por 3-0 em Santa Maria da Feira.
Diogo Fonseca chegou a equacionar a sua saída do emblema azul no actual mercado de transferências, mas o mais certo é que o jogador continue em Santa Maria da Feira, pelo menos até ao fim da temporada.
Concluídas que estão catorze jornadas da Liga Orangina, o Feirense ocupa a liderança juntamente com a Oliveirense, apesar de estar em desvantagem no confronto directo.
Melhor marcador do Boavista na temporada passada, ao apontar onze golos, Fonseca chegou ao Feirense como uma contratação de Quim Machado, que o havia defrontado, como técnico do Tirsense.
A época abriu com a Taça da Liga, e Fonseca somou "apenas" catorze minutos em três jogos. O Feirense acabou eliminado da Taça da Liga, com dois pontos somados nessas três partidas.
A primeira oportunidade do avançado surgiu na segunda jornada do campeonato, em Arouca, mas o ponta de lança acabaria expulso por acumulação de amarelos aos 65' minutos.
Diogo Fonseca cumpriu então um jogo de castigo, regressando aos convocados para a jornada 4, frente ao Trofense, acabando por não sair do banco de suplentes.
Na Taça de Portugal, Fonseca entrou aos 70' numa altura, em que o Feirense perdia na Anadia frente à equipa local por 1-0, e empatou a partida aos 85'. Em período de descontos, Roberto acabaria por dar a vitória à equipa feirense.
Regressou o campeonato, com Fonseca a ser novamente suplente não utilizado na deslocação à Covilhã na jornada seis. Na semana seguinte, o Feirense recebeu o Gil Vicente e perdeu por 1-0, com o ponta de lança a ser lançado aos 87'.
Depois disto, Fonseca passou quatro jogos na bancada por opção técnica, regressando aos convocados frente ao Moreirense à jornada dez, onde uma vez mais não saiu do banco.
Na jornada onze, o ponta de lança foi lançado no período de descontos na vitória do Feirense em Fátima por 2-1, e na jornada doze na recepção ao Penafiel, voltou a ficar no banco.
Seguiu-se mais um jogo sem ser utilizado, desta feita na deslocação ao Estoril, com mais uma vitória feirense.
Finalmente, no fim de semana passado, Fonseca voltou a ser utilizado, ao entrar aos 87' numa altura em que o Aves já vencia por 3-0 em Santa Maria da Feira.
Diogo Fonseca chegou a equacionar a sua saída do emblema azul no actual mercado de transferências, mas o mais certo é que o jogador continue em Santa Maria da Feira, pelo menos até ao fim da temporada.
Concluídas que estão catorze jornadas da Liga Orangina, o Feirense ocupa a liderança juntamente com a Oliveirense, apesar de estar em desvantagem no confronto directo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)










