O Benfica confirmou as expectativas criadas antes do derby com o Sporting, vencendo os Leões por 2-0 em Alvalade, mantendo-se na luta pelo título, estando agora a oito pontos do FC Porto.
Paulo Sérgio teve uma contrariedade, com a lesão de Carriço, que nem no banco de suplentes se sentou, fazendo jogar Grimi e Torsiglieri.
O início da partida foi "quente", com rebentamento de petardos e as primeiras bolas de golfe a serem enviadas para o recinto do jogo, e com o Benfica a entrar também mais forte, aparecendo Gaitán a rematar com perigo, mas para fora, logo aos 3' minutos.
O jogo estava muito equilibrado, e as oportunidades de golo simplesmente não surgiam, mas ainda assim, era o Benfica a equipa mais "perigosa" no ataque, exceptuando um remate de longe, protagonizado por Grimi que acabou fora das quatro linhas.
Os "encarnados" continuavam com sinal mais, e aos 15' chegaram ao golo, aproveitando os erros dos "leões" que tardaram em sair a jogar.
Gaitán apoderou-se do esférico e tirou um cruzamento para a área, aparecendo Salvio a aproveitar o corte defeituoso de Pedro Mendes para abrir o activo.
Com o golo do Benfica, vieram também os problemas na bancada, com a polícia a ter de intervir na bancada da claque "JuveLeo", gerando-se vários "sururus" e trocas de agressões.
O Sporting ia crescendo ligeiramente, ganhando livres e pontapés de canto, embora não tenha conseguido tirar proveito da situação, mas por outro lado, o Benfica mostrava-se seguro, controlando o jogo.
Nas bancadas, continuava a carga policial, com a polícia a actuar cada vez mais com força.
Aos 40', ainda se gritou golo nas bancadas, mas o árbitro Artur Soares Dias anulou o golo de Matías Fernández, por fora de jogo assinalado a Hélder Postiga, momentos antes.
Os "leões" carregavam mais em busca do empate, nos últimos minutos do primeiro tempo, e mesmo em cima do intervalo, Sidnei viu o segundo cartão amarelo por falta dura sobre Yannick, e consequente vermelho.
Ao intervalo, era o Benfica quem vencia, mas os "leões" acabaram os primeiros quarenta e cinco minutos, "por cima" no jogo, esperando-se um reforço do ataque na segunda parte, em virtude da expulsão de Sidnei.
Para a segunda parte, Jesus lançou Jardel por Cardozo, "tapando" o "buraco" na defesa, e os "encarnados" até entraram melhor, com Cardozo e Carlos Martins a estarem perto de fazerem o segundo.
Aos 53', Matías esteve perto do empate, mas Roberto com uma grande defesa evitou o golo leonino, enquanto Yannick na recarga, mandou para fora.
Jardel chocou de cabeça com Cristiano, e a jogar com nove, o Benfica viu Postiga de cabeça, mandar a bola ao lado.
E na resposta, o Benfica fez o segundo golo. Cruzamento de Maxi Pereira, com a bola a cair em Gaitán que ao segundo poste, rematou de primeira, com a bola a embater em Polga e a "trair" Patrício.
Paulo Sérgio lançou Saleiro por Pedro Mendes, e o Sporting nem com mais um homem dentro de campo, conseguia criar um lance nítido de perigo.
Na sequência de um canto, Saleiro permitiu o corte de Luisão; e na sequência de outro canto, Salomão atirou para a bancada, após passe de João Pereira.
Aos 82', o Benfica esteve perto de fazer o terceiro, após bom remate de Gaitán, ao qual Patrício respondeu com uma boa defesa, e na recarga Salvio acabou por cair na área, sem falta.
O jogo caminhou a passos largos para o fim, e nos descontos nada de novo se viu. O jogo estava "feito" e todos queriam o final.
O Benfica continua na sua senda de vitórias consecutivas, enquanto o Sporting averbou a terceira derrota em Alvalade, em jogos a contar para o Campeonato.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio José de Alvalade Séc. XXI
Árbitro Principal: Artur Soares Dias (AF Porto); Árbitros Assistentes: Bertino Miranda e Rui Licínio; Quarto Árbitro: Duarte Gomes (AF Lisboa)
Sporting: Rui Patrício; João Pereira, Polga, Torsiglieri e Grimi (Maniche 74'); Pedro Mendes (Carlos Saleiro 65') e André Santos; Cristiano (Diogo Salomão 73'), Matías Fernández e Yannick; Hélder Postiga.
Treinador: Paulo Sérgio. Suplentes Não Utilizados: Tiago; Nuno André Coelho, Abel e Zapater.
Benfica: Roberto; Maxi Pereira, Sidnei, Luisão e Fábio Coentrão; Javi García, Carlos Martins (Airton 65'), Gaitán e Salvio; Cardozo (Jara 73') e Saviola (Jardel 45').
Treinador: Jorge Jesus. Suplentes Não Utilizados: Júlio César; Felipe Menezes, Aimar e Nuno Gomes.
Disciplina:
Amarelos: Grimi 04'; Carlos Martins 24'; Pedro Mendes 25'; Gaitán 29'; Maxi Pereira 36'; Sidnei 40' e 44'; Polga 63'; Roberto 82';
Vermelhos: Sidnei 44';
Marcador: 0-1 Salvio 15'; 0-2 Gaitán 63';
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
"A foto do dia": Sporting 3-6 Benfica
À primeira vista, poucos seriam capazes de identificar esta foto como sendo o estádio José de Alvalade, momentos antes do célebre Sporting 3-6 Benfica, começar.
Mais do que um "derby", este jogo disputado em 1994, era o "jogo do título" uma vez que à entrada para a jornada 30, o Sporting era segundo classificado a um ponto do Benfica.
Cadete abriu o activo para os "Leões" logo aos 8' minutos, enquanto João Pinto apontou um belo golo aos 30' empatando a partida.
Cinco minutos depois, Figo voltou a dar vantagem ao Sporting, e ainda antes do intervalo, João Pinto bisou, colocando o Benfica a vencer por 2-3.
A perder ao intervalo, o então treinador do Sporting Carlos Queiroz, retirou Paulo Torres lançando Pacheco, que juntamente com Paulo Sousa havia trocado o Benfica pelos "Leões" no verão de 1993.
Mas em pouco mais de dez minutos no segundo tempo, o Benfica fez dois golos por intermédio de Isaías, passando a vencer o Sporting por 2-5 aos 57' minutos.
Aos 74', Hélder ainda fez o 2-6 favorável aos encarnados, enquanto que aos 80' Balakov na conversão de uma grande penalidade fechou o resultado em 3-6.
Num estádio de Alvalade completamente cheio, o Sporting foi trucidado pelo seu maior rival, e acabou o campeonato na terceira posição, sendo ultrapassado pelo FC Porto.
Este foi um dos melhores "derbys" de sempre, com João Pinto a fazer um jogo fantástico, apontando três golos, todos eles na primeira parte, fazendo ainda a assistência para o quinto golo.
Destaque ainda para o facto de terem estado em campo neste jogo, seis jogadores pertencentes à chamada "Geração de Ouro": Paulo Sousa, Capucho e Figo do lado do Sporting; João Pinto, Hélder e Abel Xavier do lado do Benfica.
Mais do que um "derby", este jogo disputado em 1994, era o "jogo do título" uma vez que à entrada para a jornada 30, o Sporting era segundo classificado a um ponto do Benfica.
Cadete abriu o activo para os "Leões" logo aos 8' minutos, enquanto João Pinto apontou um belo golo aos 30' empatando a partida.
Cinco minutos depois, Figo voltou a dar vantagem ao Sporting, e ainda antes do intervalo, João Pinto bisou, colocando o Benfica a vencer por 2-3.
A perder ao intervalo, o então treinador do Sporting Carlos Queiroz, retirou Paulo Torres lançando Pacheco, que juntamente com Paulo Sousa havia trocado o Benfica pelos "Leões" no verão de 1993.
Mas em pouco mais de dez minutos no segundo tempo, o Benfica fez dois golos por intermédio de Isaías, passando a vencer o Sporting por 2-5 aos 57' minutos.
Aos 74', Hélder ainda fez o 2-6 favorável aos encarnados, enquanto que aos 80' Balakov na conversão de uma grande penalidade fechou o resultado em 3-6.
Num estádio de Alvalade completamente cheio, o Sporting foi trucidado pelo seu maior rival, e acabou o campeonato na terceira posição, sendo ultrapassado pelo FC Porto.
Este foi um dos melhores "derbys" de sempre, com João Pinto a fazer um jogo fantástico, apontando três golos, todos eles na primeira parte, fazendo ainda a assistência para o quinto golo.
Destaque ainda para o facto de terem estado em campo neste jogo, seis jogadores pertencentes à chamada "Geração de Ouro": Paulo Sousa, Capucho e Figo do lado do Sporting; João Pinto, Hélder e Abel Xavier do lado do Benfica.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Recordar: Fuga para a Vitória
"Fuga para a Vitória" é um dos filmes mais famosos envolvendo futebol. Talvez seja mesmo o mais famoso.
Realizado em 1981, este filme ilustra a história de uma equipa de prisioneiros, que defronta uma equipa formada por guardas do campo da prisão nazista, onde estão detidos.
A equipa dos "aliados" era composta por antigas estrelas do futebol Mundial, como Pelé, Osvaldo Ardiles, John Wark, Paul Van Himst, Soren Lindsted, e os já falecidos Bobby Moore e Kazimierz Deyna; e contava ainda com os actores Sylvester Stallone, Max Von Sydow e Michael Caine.
Mais do que um jogo de futebol, os prisioneiros encaram este "desafio" como uma oportunidade única para fugirem ao campo de concentração nazi.
A fuga estava prevista para o intervalo, e o guardião da equipa "aliada", Robert Hatch (Sylvester Stallone) esteve perto de fugir, mas todos os jogadores decidiram regressar ao campo, de forma a vencerem a equipa nazi.
No final o jogo terminou empatado, sucedendo-se uma invasão de campo por parte da assistência, que rapidamente tratou de colocar camisolas e casacos nos jogadores da equipa de prisioneiros, permitindo que estes escapassem aos nazis.
Neste filme, podemos assistir a um belo golo de Pelé, que mesmo "lesionado", fez um "pontapé de bicicleta" fantástico; e ainda a belos momentos de futebol protagonizados por Osvaldo Ardiles, e podemos ver ainda um guardião "muito inspirado", que defende mesmo uma grande penalidade decisiva em período de descontos, e que dava pelo nome de...Sylvester Stallone.
Realizado em 1981, este filme ilustra a história de uma equipa de prisioneiros, que defronta uma equipa formada por guardas do campo da prisão nazista, onde estão detidos.
A equipa dos "aliados" era composta por antigas estrelas do futebol Mundial, como Pelé, Osvaldo Ardiles, John Wark, Paul Van Himst, Soren Lindsted, e os já falecidos Bobby Moore e Kazimierz Deyna; e contava ainda com os actores Sylvester Stallone, Max Von Sydow e Michael Caine.
Mais do que um jogo de futebol, os prisioneiros encaram este "desafio" como uma oportunidade única para fugirem ao campo de concentração nazi.
A fuga estava prevista para o intervalo, e o guardião da equipa "aliada", Robert Hatch (Sylvester Stallone) esteve perto de fugir, mas todos os jogadores decidiram regressar ao campo, de forma a vencerem a equipa nazi.
No final o jogo terminou empatado, sucedendo-se uma invasão de campo por parte da assistência, que rapidamente tratou de colocar camisolas e casacos nos jogadores da equipa de prisioneiros, permitindo que estes escapassem aos nazis.
Neste filme, podemos assistir a um belo golo de Pelé, que mesmo "lesionado", fez um "pontapé de bicicleta" fantástico; e ainda a belos momentos de futebol protagonizados por Osvaldo Ardiles, e podemos ver ainda um guardião "muito inspirado", que defende mesmo uma grande penalidade decisiva em período de descontos, e que dava pelo nome de...Sylvester Stallone.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Liga Europa: Portugueses em boa posição para seguirem em frente
Nem todas as equipas portuguesas venceram ontem, mas a verdade é que todas elas estão numa posição muito favorável para seguirem em frente na Liga Europa.
FC Porto, Sporting e Braga jogaram fora e todos eles obtiveram resultados diferentes: os "Dragões" venceram em Sevilha 1-2; o Sporting empatou em casa do Rangers a um golo; enquanto o Braga perdeu em Poznan frente ao Lech por uma bola a zero. Já o Benfica recebeu e venceu o Estugarda por 2-1.
Começo precisamente pelo jogo dos encarnados no Estádio da Luz: o Benfica como é hábito entrou forte e a pressionar alto, mas foi o Estugarda quem marcou primeiro.
Harnik inaugurou o marcador com um belo "chapéu", quando estavam decorridos 21' minutos. A perder ao intervalo, Jesus trocou os extremos, passando Gaitán para a esquerda e Salvio para a direita, e com o Benfica novamente a exercer forte pressão sobre os alemães, desperdiçando inúmeras ocasiões.
O guardião Ulreich foi, sem margem para dúvidas, o melhor jogador em campo, mas ainda assim não evitou que Cardozo empatasse a partida aos 70' minutos; e que aos 81' Jara fizesse o 2-1 final.
No outro jogo com início às 18 horas, o Braga entrou em campo debaixo de um forte nevão, mas até entrou melhor na Polónia. Apesar de entrarem "por cima" no jogo, os bracarenses foram baixando o ritmo ao longo da partida, e aos 72' uma falha defensiva permitiu a Rudnevs marcar o único golo da partida, batendo um desamparado Arthur, que foi evitando até onde pôde o golo do Lech Poznan.
Mais tarde, às 20h05 entraram em campo FC Porto e Sporting.
Em Sevilha, o FC Porto entrou bem no jogo, mas só no segundo tempo conseguiu adiantar-se no marcador, quando aos 59' Rolando emendou um livre cobrado por Belluschi.
Os da casa "caíram em cima" do FC Porto, à procura do empate, e assistiu-se a dez minutos de intenso sufoco por parte do Sevilha, que logo de seguida, aos 65', viu Kanouté empatar a partida.
Ao FC Porto, valeu depois Helton, que fez um punhado de boas defesas, evitando que o Sevilha passa-se para a frnte do marcador, até que aos 85' Guarín concluiu da melhor forma uma jogada de insistência por parte de Cristián Rodríguez e deu a vitória ao Porto,
Por último, o Sporting deslocou-se à Escócia, conseguindo um empate precioso frente ao Rangers. Como já seria de esperar, os da casa entraram mais fortes, dominando todo o jogo e criando inúmeras situações de golo, valendo ao Sporting as defesas de Rui Patrício e o desacerto do ponta de lança Lafferty.
Ainda assim, Whittaker inaugurou o marcador aos 66' na sequência de um pontapé de canto, e o Rangers não "desacelarou" o jogo, procurando sempre o segundo golo.
No entanto, foi o Sporting quem marcou já muito perto do fim, com Matías Fernández de cabeça a restabelecer a igualdade, que deixa o Sporting com mais favoritismo para seguir em frente na Liga Europa.
Na próxima semana, o FC Porto recebe o Sevilha quarta-feira, enquanto Benfica, Braga e Sporting jogam todos na quinta-feira, dia 24.
FC Porto, Sporting e Braga jogaram fora e todos eles obtiveram resultados diferentes: os "Dragões" venceram em Sevilha 1-2; o Sporting empatou em casa do Rangers a um golo; enquanto o Braga perdeu em Poznan frente ao Lech por uma bola a zero. Já o Benfica recebeu e venceu o Estugarda por 2-1.
Começo precisamente pelo jogo dos encarnados no Estádio da Luz: o Benfica como é hábito entrou forte e a pressionar alto, mas foi o Estugarda quem marcou primeiro.
Harnik inaugurou o marcador com um belo "chapéu", quando estavam decorridos 21' minutos. A perder ao intervalo, Jesus trocou os extremos, passando Gaitán para a esquerda e Salvio para a direita, e com o Benfica novamente a exercer forte pressão sobre os alemães, desperdiçando inúmeras ocasiões.
O guardião Ulreich foi, sem margem para dúvidas, o melhor jogador em campo, mas ainda assim não evitou que Cardozo empatasse a partida aos 70' minutos; e que aos 81' Jara fizesse o 2-1 final.
No outro jogo com início às 18 horas, o Braga entrou em campo debaixo de um forte nevão, mas até entrou melhor na Polónia. Apesar de entrarem "por cima" no jogo, os bracarenses foram baixando o ritmo ao longo da partida, e aos 72' uma falha defensiva permitiu a Rudnevs marcar o único golo da partida, batendo um desamparado Arthur, que foi evitando até onde pôde o golo do Lech Poznan.
Mais tarde, às 20h05 entraram em campo FC Porto e Sporting.
Em Sevilha, o FC Porto entrou bem no jogo, mas só no segundo tempo conseguiu adiantar-se no marcador, quando aos 59' Rolando emendou um livre cobrado por Belluschi.
Os da casa "caíram em cima" do FC Porto, à procura do empate, e assistiu-se a dez minutos de intenso sufoco por parte do Sevilha, que logo de seguida, aos 65', viu Kanouté empatar a partida.
Ao FC Porto, valeu depois Helton, que fez um punhado de boas defesas, evitando que o Sevilha passa-se para a frnte do marcador, até que aos 85' Guarín concluiu da melhor forma uma jogada de insistência por parte de Cristián Rodríguez e deu a vitória ao Porto,
Por último, o Sporting deslocou-se à Escócia, conseguindo um empate precioso frente ao Rangers. Como já seria de esperar, os da casa entraram mais fortes, dominando todo o jogo e criando inúmeras situações de golo, valendo ao Sporting as defesas de Rui Patrício e o desacerto do ponta de lança Lafferty.
Ainda assim, Whittaker inaugurou o marcador aos 66' na sequência de um pontapé de canto, e o Rangers não "desacelarou" o jogo, procurando sempre o segundo golo.
No entanto, foi o Sporting quem marcou já muito perto do fim, com Matías Fernández de cabeça a restabelecer a igualdade, que deixa o Sporting com mais favoritismo para seguir em frente na Liga Europa.
Na próxima semana, o FC Porto recebe o Sevilha quarta-feira, enquanto Benfica, Braga e Sporting jogam todos na quinta-feira, dia 24.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Há um ano: FC Porto 2-1 Arsenal
Há um ano atrás, numa quarta-feira soalheira, o FC Porto recebeu ao cair da tarde o Arsenal no Dragão, em jogo a contar para a primeira mão dos Oitavos de Final da Liga dos Campeões.
Os "Dragões" vinham de uma boa campanha na fase de grupos, onde apenas foram superados pelo Chelsea, enquanto o Arsenal havia vencido o seu grupo.
O FC Porto estreava na Champions, o reforço de "Inverno", Rúben Micael, com o médio a assumir a titularidade no meio campo portista.
A jogar em casa, a equipa portuguesa entrou mais forte e determinada na partida, perante um Arsenal na expectativa, mas sempre poderoso no ataque.
Aos 11' minutos, Varela abriu a contagem favorável aos portistas, contando com uma preciosa ajuda do guardião polaco Fabianski.
O extremo português ultrapassou Clichy com "brilhantismo", e de seguida tirou um "cruzamento remate", com Fabianski a colocar a bola dentro da sua baliza. O FC Porto estava em vantagem muito cedo no jogo.
No entanto, a vantagem azul foi "sol de pouca dura": oito minutos depois, e na sequência de um canto, o veterano Campbell repôs a igualdade, após assistência de Rosicky de cabeça ao segundo poste.
No segundo tempo, surgiu o lance da "discórdia" e que provocou muitas contestações por parte dos ingleses: Campbell atrasou a bola com o pé para Fabianski, e o guardião apanhou o esférico com as mãos; livre indirecto dentro da área favorecendo o Porto, com Rúben Micael a cobrar rapidamente, apanhando toda a defesa arsenalista em contra-pé, servindo Falcao que sozinho e perante o olhar estupefacto de Fabianski não teve dificuldades em fazer o segundo golo dos portistas, quando estavam decorridos 51' minutos.
O FC Porto segurou o resultado, e até desperdiçou várias oportunidades para dilatar a vantagem, perante um Arsenal que praticamente abdicou de atacar a cerca de vinte minutos do fim.
Os azuis viajaram para Londres com vantagem na eliminatória, mas o pior, veio depois...
Os "Dragões" vinham de uma boa campanha na fase de grupos, onde apenas foram superados pelo Chelsea, enquanto o Arsenal havia vencido o seu grupo.
O FC Porto estreava na Champions, o reforço de "Inverno", Rúben Micael, com o médio a assumir a titularidade no meio campo portista.
A jogar em casa, a equipa portuguesa entrou mais forte e determinada na partida, perante um Arsenal na expectativa, mas sempre poderoso no ataque.
Aos 11' minutos, Varela abriu a contagem favorável aos portistas, contando com uma preciosa ajuda do guardião polaco Fabianski.
O extremo português ultrapassou Clichy com "brilhantismo", e de seguida tirou um "cruzamento remate", com Fabianski a colocar a bola dentro da sua baliza. O FC Porto estava em vantagem muito cedo no jogo.
No entanto, a vantagem azul foi "sol de pouca dura": oito minutos depois, e na sequência de um canto, o veterano Campbell repôs a igualdade, após assistência de Rosicky de cabeça ao segundo poste.
No segundo tempo, surgiu o lance da "discórdia" e que provocou muitas contestações por parte dos ingleses: Campbell atrasou a bola com o pé para Fabianski, e o guardião apanhou o esférico com as mãos; livre indirecto dentro da área favorecendo o Porto, com Rúben Micael a cobrar rapidamente, apanhando toda a defesa arsenalista em contra-pé, servindo Falcao que sozinho e perante o olhar estupefacto de Fabianski não teve dificuldades em fazer o segundo golo dos portistas, quando estavam decorridos 51' minutos.
O FC Porto segurou o resultado, e até desperdiçou várias oportunidades para dilatar a vantagem, perante um Arsenal que praticamente abdicou de atacar a cerca de vinte minutos do fim.
Os azuis viajaram para Londres com vantagem na eliminatória, mas o pior, veio depois...
Dr. Sandinenses: Capitão Agostinho explica como encontrou o clube em 08/09
(Plantel dos Dragões Sandinenses 2010/2011.)
Agostinho, médio de 33 anos, é o capitão dos Dragões Sandinenses. Formado no clube, esteve presente num dos melhores momentos da história dos homens de Sandim: a eliminatória da Taça de Portugal em Alvalade.
Ainda assim, acabou por sair, representando entre outros o Pedrouços, acabando por regressar aos Dragões Sandinenses em 08/09, precisamente na temporada em que os Dragões regressaram aos Distritais.
O médio acedeu ao convite do "ConversasRedondas", falando da situação em que encontrou o clube em 2008; da actual temporada, elogiando ainda dirigentes e adeptos.
Em primeiro lugar, Agostinho descreveu a situação que encontrou nos Dr. Sandinenses em 2008, altura em que regressou ao clube:
Agostinho, médio de 33 anos, é o capitão dos Dragões Sandinenses. Formado no clube, esteve presente num dos melhores momentos da história dos homens de Sandim: a eliminatória da Taça de Portugal em Alvalade.
Ainda assim, acabou por sair, representando entre outros o Pedrouços, acabando por regressar aos Dragões Sandinenses em 08/09, precisamente na temporada em que os Dragões regressaram aos Distritais.
O médio acedeu ao convite do "ConversasRedondas", falando da situação em que encontrou o clube em 2008; da actual temporada, elogiando ainda dirigentes e adeptos.
Em primeiro lugar, Agostinho descreveu a situação que encontrou nos Dr. Sandinenses em 2008, altura em que regressou ao clube:
"Quando regressei a Sandim, o clube estava numa situação complicada, tinha descido do escalão nacional, onde sofrera pesadas derrotas sem conseguir fazer qualquer ponto. Tinham jovens humildes a representar o clube a custo zero, apenas para que o clube não fechasse as portas. Foi com muitos desses atletas e alguns reforços que fizemos uma época tranquila conseguindo o nosso objectivo, a permanência."
O "ConversasRedondas" recordou há duas semanas o episódio ocorrido entre Gondomar e Dr. Sandinenses na temporada 03/04, e não "resistiu" a perguntar ao capitão sandinense, se o "ApitoDourado" fez mesmo "mossa" no clube: "Em relação ao "ApitoDourado", não me posso pronunciar, pois nessa altura estava noutro clube e não sei exactamente o que se passou."
Por último, Agostinho falou do "simbolismo" que representa ser capitão dos Dragões Sandinenses, abordando ainda a actual temporada, onde o clube de Sandim tem dado "cartas" na Série 2 da I Divisão da AF Porto, liderando o campeonato de forma isolada: "É com o maior orgulho que sou capitão deste clube. É um clube com dirigentes humildes e trabalhadores e uma massa associativa que nos apoia, e acima de tudo onde fui sempre bem recebido. É um clube pelo qual tenho um carinho especial, pois foi aqui que fiz a minha formação, nas camadas jovens.
A actual temporada está a correr-nos bem, mas isso é fruto do trabalho feito durante a semana e que se reflecte ao domingo. O grupo é forte, unido e ambicioso. Quanto à classificação resta-nos continuar a trabalhar e manter a humildade, pois nada está ganho."
Agostinho sofreu uma rotura de ligamentos na temporada passada, ficando impedido de dar o seu contributo à equipa na luta pela manutenção na Divisão de Honra. Esta temporada, o médio tem regressado à competição aos "poucos", estando a braçadeira entregue a Pedro Abel.
A actual temporada está a correr-nos bem, mas isso é fruto do trabalho feito durante a semana e que se reflecte ao domingo. O grupo é forte, unido e ambicioso. Quanto à classificação resta-nos continuar a trabalhar e manter a humildade, pois nada está ganho."
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Tirsense: Carlos Pinto estreou-se com golo
Aos 37 anos, o médio Carlos Pinto (na foto com as cores do Chaves) continua aí para as "curvas".
Com uma carreira construída essencialmente nos escalões secundários, Carlos Pinto trocou no mercado de transferências de Janeiro último o Vizela pelo Tirsense. A divisão é a mesma, a zona também, mas na classificação os "Jesuítas" ocupam a segunda posição com 36 pontos, enquanto o Vizela é décimo primeiro com 23.
Lutar pela subida, foi um dos motivos que levaram Carlos Pinto a assinar pelo Tirsense nos últimos dias do mês passado. E no primeiro jogo que fez pela equipa de Santo Tirso, o médio fez o gosto ao pé, dando a vitória à sua equipa na Madeira, ante o Pontassolense por 1-0.
Ao blog, o médio começou por comentar essa mesma estreia pelo Tirsense:
A equipa "jesuíta" não aproveitou as escorregadelas do líder nas jornadas quinze, dezasseis e dezassete, pois venceu apenas um desses três jogos, e ainda perdeu pontos para o União na jornada dezoito.
Sobre a luta pela subida, Carlos Pinto está confiante no sucesso do Tirsense:
"(Ainda acha que podem subir?) Claro que sim, temos um bom plantel, o União irá ceder e nós chegaremos ao primeiro lugar".
A onze jornadas do fim, o Tirsense ainda terá de se deslocar ao terreno do União Madeira, em jogo agendado para a 26ª Jornada.
No próximo fim de semana, Tirsense e União, recebem Ribeirão e Lousada respectivamente.
Com uma carreira construída essencialmente nos escalões secundários, Carlos Pinto trocou no mercado de transferências de Janeiro último o Vizela pelo Tirsense. A divisão é a mesma, a zona também, mas na classificação os "Jesuítas" ocupam a segunda posição com 36 pontos, enquanto o Vizela é décimo primeiro com 23.
Lutar pela subida, foi um dos motivos que levaram Carlos Pinto a assinar pelo Tirsense nos últimos dias do mês passado. E no primeiro jogo que fez pela equipa de Santo Tirso, o médio fez o gosto ao pé, dando a vitória à sua equipa na Madeira, ante o Pontassolense por 1-0.
Ao blog, o médio começou por comentar essa mesma estreia pelo Tirsense:
"Foi muito bom começar com uma vitória. É fantástico. O golo foi um justo prémio para a toda a equipa, pelo seu trabalho ao longo do jogo".
Apesar da vitória, o Tirsense está a sete pontos do líder União da Madeira, que também venceu na Jornada dezanove.A equipa "jesuíta" não aproveitou as escorregadelas do líder nas jornadas quinze, dezasseis e dezassete, pois venceu apenas um desses três jogos, e ainda perdeu pontos para o União na jornada dezoito.
Sobre a luta pela subida, Carlos Pinto está confiante no sucesso do Tirsense:
"(Ainda acha que podem subir?) Claro que sim, temos um bom plantel, o União irá ceder e nós chegaremos ao primeiro lugar".
A onze jornadas do fim, o Tirsense ainda terá de se deslocar ao terreno do União Madeira, em jogo agendado para a 26ª Jornada.
No próximo fim de semana, Tirsense e União, recebem Ribeirão e Lousada respectivamente.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Artur: "Se havia alguma equipa capaz de derrotar o Infesta, essa equipa éramos nós"
A frase é de Artur Alvarez (na foto), defesa esquerdo do Grijó.
O Infesta sofreu a primeira derrota na Divisão de Honra da AF Porto à 21ª jornada, depois de vinte jogos sem conhecer o sabor da derrota, e a "passear" nos Distritais.
Ainda assim, a equipa de São Mamede dispõe de dez pontos para o segundo classificado, que é agora precisamente o Grijó, e de treze para a dupla que ocupa o terceiro posto: Nogueirense e Pedras Rubras.
Depois do jogo de ontem o "ConversasRedondas" conversou com Artur, defesa esquerdo da equipa que quebrou a invencibilidade do Infesta, que começou por abordar a vitória de ontem:
Assim sendo, esta temporada há uma forte hipótese do segundo classificado da Divisão de Honra da AF Porto também ascender aos Nacionais, e neste momento, o Grijó está na "poule position".
O Infesta sofreu a primeira derrota na Divisão de Honra da AF Porto à 21ª jornada, depois de vinte jogos sem conhecer o sabor da derrota, e a "passear" nos Distritais.
Ainda assim, a equipa de São Mamede dispõe de dez pontos para o segundo classificado, que é agora precisamente o Grijó, e de treze para a dupla que ocupa o terceiro posto: Nogueirense e Pedras Rubras.
Depois do jogo de ontem o "ConversasRedondas" conversou com Artur, defesa esquerdo da equipa que quebrou a invencibilidade do Infesta, que começou por abordar a vitória de ontem:
"Sabíamos que, se havia alguma equipa capaz de derrotar o Infesta, essa equipa éramos nós. Ninguém pode questionar a liderança do Infesta, pois têm-se mostrado a equipa mais regular do campeonato. Para nós era apenas mais um jogo sabendo de ante mão que toda gente estava com os olhos não no Infesta, mas sim no Grijó, pensando se seríamos capazes ou não de fazer frente ao líder e assim continuar a nossa caminhada para alcançar-mos os nossos objectivos. Pois bem, acho que toda gente que se deslocou ao Estádio de Grijó ficou a conhecer a resposta. Obtivemos uma vitória justíssima oferecendo um bom espectáculo aos nossos adeptos. Vencer este Infesta que vinha sendo invencível, dá-nos ainda mais motivação para os jogos seguintes mas sabemos que demonstra-mos apenas o nosso verdadeiro valor."
Com o triunfo sobre o Infesta, o Grijó subiu à segunda posição, dispondo agora de três pontos de avanço para os terceiros classificados, Nogueirense e Pedras Rubras.
O defesa esquerdo grijoense falou também da importância da vitória de ontem, considerando que "não foi um passo decisivo rumo à subida, mas sim apenas "mais um" passo":
"Penso que não foi um passo decisivo, foi "mais um" passo. Ainda falta muito campeonato e do segundo ao sexto lugar a diferença pontual não é assim tão grande para que se possa falar em passo decisivo. Sabemos que estamos bem posicionados para atingirmos a subida mas respeita-mos também quem tem os mesmos objectivos. Depois da vitória em casa com o líder Infesta estamos com a moral em alta mas com os pés bem assentes na terra pois sabemos que ainda não conseguimos nada. Estamos muito confiantes para o resto do campeonato, pois a equipa está a jogar bem e a obter bons resultados. Sabemos que todos os jogos serão difíceis, mas estamos conscientes de que a vitória chega para aqueles que nunca desistem e nós vamos lutar até ao fim para oferecermos a subida aos nossos adeptos."
Desde que os regulamentos mudaram, e a AF Porto só sobe uma equipa directamente aos Nacionais, a sorte tem protegido as equipas portuenses, e graças a isso, Nogueirense (06/07), Alpendorada (07/08 e 09/10) e Candal (08/09) acabaram por ascender à III Divisão, mesmo acabando o campeonato na segunda posição. Assim sendo, esta temporada há uma forte hipótese do segundo classificado da Divisão de Honra da AF Porto também ascender aos Nacionais, e neste momento, o Grijó está na "poule position".
AF Porto: Grijó 2-1 Infesta
Este jogo tem um especial destaque por um motivo também ele "especial": o Infesta sofreu ontem a primeira derrota da época, algo que "só" aconteceu à 21ª Jornada.
Com esta derrota na casa do agora segundo classificado, Grijó, o Infesta dispõe de dez pontos de vantagem para o seu adversário de ontem, e de treze para a dupla que ocupa a terceira posição: Nogueirense e Pedras Rubras.
O Infesta entrou melhor na partida, e aos 25' minutos Paulinho aproveitou uma perca de bola de Veiga, para de fora da área abrir o marcador, com um excelente remate.
Três minutos depois, Pedro Nuno ia dilatando a vantagem mamedense, após nova perca de bola da defensiva grijoense, mas o avançado infestista não acertou na baliza de forma escandalosa.
Na segunda parte, o técnico do Grijó, Óscar Nogueira, lançou um avançado (Postiga) por troca com um médio (Kruss), e logo aos 48' a sua equipa empatou a partida, por intermédio de Bruno Volta na sequência de um pontapé de canto, apesar dos vários protestos da equipa forasteira, queixando-se de uma falta sobre o seu guarda-redes.
O Grijó justificava o empate, pelo que vinha fazendo nos primeiros minutos da etapa complementar, mas aos poucos o Infesta foi crescendo na partida, e aos 78' Pedro Nuno voltou a ter uma oportunidade de "ouro" para marcar, mas desta vez o médio grijoense Chaves, salvou em cima da linha, aquele que seria o 1-2.
Até que aos 85', e novamente na sequência de um pontapé de canto, o Grijó chegou ao 2-1. Dani aproveitou um ressalto de bola e ainda dentro de área, fez um chapéu monumental a Miguel Matos, colocando a sua equipa na frente do marcador. Destaque também para o facto do guardião do Infesta, ter batido com a cabeça no poste, acabando no entanto, por regressar à partida.
Até final, o Grijó ainda poderia ter feito o 3-1, mas Chaves não conseguiu acertar com a baliza, após ver o adiantamento do guardião Matos.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio Municipal de Grijó, em Grijó - Vila Nova de Gaia (relvado sintético)
Árbitro Principal: António Nogueira (AF Porto); Árbitros Assistentes: José Luzia e Nélson Sousa
Grijó: Hélder; Maté, Bruno Volta, Ricardo Viana e Artur; Dani, Vitinha (Ivo 78'), Veiga (Chaves 69') e Kruss (Postiga 45'); César Lopes e Bruno Faria.
Treinador: Óscar Nogueira.
Infesta: Miguel Matos; Tiago Dias, Rui Jorge, Vilas Boas e Coutinho; Rui Franco, Vitinha I e Serge (Armando 85'); Pedro Nuno, Paulinho e Braga (Vitinha II 11').
Treinador: José Manuel Ribeiro.
Disciplina:
Amarelos: Coutinho 45'; Miguel Matos 51'; Dani 51'; Veiga 71'; Maté 87'; Pedro Nuno 88';
Marcador: 0-1 Paulinho 25'; 1-1 Bruno Volta 48'; 2-1 Dani 85';
Nota: fotos da autoria do facebook da AD Grijó.
Com esta derrota na casa do agora segundo classificado, Grijó, o Infesta dispõe de dez pontos de vantagem para o seu adversário de ontem, e de treze para a dupla que ocupa a terceira posição: Nogueirense e Pedras Rubras.
O Infesta entrou melhor na partida, e aos 25' minutos Paulinho aproveitou uma perca de bola de Veiga, para de fora da área abrir o marcador, com um excelente remate.
Três minutos depois, Pedro Nuno ia dilatando a vantagem mamedense, após nova perca de bola da defensiva grijoense, mas o avançado infestista não acertou na baliza de forma escandalosa.
Na segunda parte, o técnico do Grijó, Óscar Nogueira, lançou um avançado (Postiga) por troca com um médio (Kruss), e logo aos 48' a sua equipa empatou a partida, por intermédio de Bruno Volta na sequência de um pontapé de canto, apesar dos vários protestos da equipa forasteira, queixando-se de uma falta sobre o seu guarda-redes.
O Grijó justificava o empate, pelo que vinha fazendo nos primeiros minutos da etapa complementar, mas aos poucos o Infesta foi crescendo na partida, e aos 78' Pedro Nuno voltou a ter uma oportunidade de "ouro" para marcar, mas desta vez o médio grijoense Chaves, salvou em cima da linha, aquele que seria o 1-2.
Até que aos 85', e novamente na sequência de um pontapé de canto, o Grijó chegou ao 2-1. Dani aproveitou um ressalto de bola e ainda dentro de área, fez um chapéu monumental a Miguel Matos, colocando a sua equipa na frente do marcador. Destaque também para o facto do guardião do Infesta, ter batido com a cabeça no poste, acabando no entanto, por regressar à partida.
Até final, o Grijó ainda poderia ter feito o 3-1, mas Chaves não conseguiu acertar com a baliza, após ver o adiantamento do guardião Matos.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio Municipal de Grijó, em Grijó - Vila Nova de Gaia (relvado sintético)
Árbitro Principal: António Nogueira (AF Porto); Árbitros Assistentes: José Luzia e Nélson Sousa
Grijó: Hélder; Maté, Bruno Volta, Ricardo Viana e Artur; Dani, Vitinha (Ivo 78'), Veiga (Chaves 69') e Kruss (Postiga 45'); César Lopes e Bruno Faria.
Treinador: Óscar Nogueira.
Infesta: Miguel Matos; Tiago Dias, Rui Jorge, Vilas Boas e Coutinho; Rui Franco, Vitinha I e Serge (Armando 85'); Pedro Nuno, Paulinho e Braga (Vitinha II 11').
Treinador: José Manuel Ribeiro.
Disciplina:
Amarelos: Coutinho 45'; Miguel Matos 51'; Dani 51'; Veiga 71'; Maté 87'; Pedro Nuno 88';
Marcador: 0-1 Paulinho 25'; 1-1 Bruno Volta 48'; 2-1 Dani 85';
Nota: fotos da autoria do facebook da AD Grijó.
Brasil: Ronaldo termina carreira
Aos 34 anos, Ronaldo Nazário termina a carreira. Aquele "miúdo" que despontou aos 16 anos no Cruzeiro, que aos 17 esteve presente no Mundial de 1994 pela "Canarinha", e que é "apenas e só" o melhor marcador da história dos Mundiais de Futebol, terminou hoje a carreira em São Paulo, cidade onde representou o Corinthians.
Se aos 17 anos, Ronaldo esteve presente no Mundial dos Estados Unidos da América, sagrando-se campeão do Mundo pelo Brasil, aos 21 foi o melhor marcador dos brasileiros no Mundial 98 em França.
Como o próprio hoje admitiu, o melhor momento da sua carreira foi sagrar-se campeão do Mundo pelo Brasil em 2002 no Mundial da Coreia e Japão, onde venceu também o troféu de melhor marcador da prova, ao apontar oito golos. Esteve ainda presente no Mundial 2006 na Alemanha, onde marcou três golos.
A juntar a isto, há o facto de Ronaldo ter sido eleito pela FIFA o melhor jogador do Mundo por três ocasiões: 1996; 1997 e 2002.
A nível de clubes, Ronaldo despontou no Cruzeiro, despontou no PSV da Holanda, e afirmou-se em definitivo no Barcelona.
Depois disso, seguiu-se o Inter de Milão durante cinco temporadas, o Real Madrid durante quatro temporadas e meia, o Milan durante época e meia, e finalmente, o Corinthians desde 2009.
Apelidado de "Fenómeno", Ronaldo foi mesmo um verdadeiro fenómeno, um verdadeiro poço de força, de velocidade e acima de tudo, de qualidade.
Marcou golos, golos e golos. Para todos os gostos e feitios, diga-se. Alguns estão na retina dos adeptos de todo o Mundo, como um apontado ao Compostela pelo Barcelona, onde "levou" toda a equipa adversária "atrás de si"; e um apontado ao Manchester United pelo Real Madrid, onde rematou do "meio da rua".
Estes e outros golos para ver no vídeo abaixo.
A mim resta-me dizer: Obrigado Ronaldo !
Se aos 17 anos, Ronaldo esteve presente no Mundial dos Estados Unidos da América, sagrando-se campeão do Mundo pelo Brasil, aos 21 foi o melhor marcador dos brasileiros no Mundial 98 em França.
Como o próprio hoje admitiu, o melhor momento da sua carreira foi sagrar-se campeão do Mundo pelo Brasil em 2002 no Mundial da Coreia e Japão, onde venceu também o troféu de melhor marcador da prova, ao apontar oito golos. Esteve ainda presente no Mundial 2006 na Alemanha, onde marcou três golos.
A juntar a isto, há o facto de Ronaldo ter sido eleito pela FIFA o melhor jogador do Mundo por três ocasiões: 1996; 1997 e 2002.
A nível de clubes, Ronaldo despontou no Cruzeiro, despontou no PSV da Holanda, e afirmou-se em definitivo no Barcelona.
Depois disso, seguiu-se o Inter de Milão durante cinco temporadas, o Real Madrid durante quatro temporadas e meia, o Milan durante época e meia, e finalmente, o Corinthians desde 2009.
Apelidado de "Fenómeno", Ronaldo foi mesmo um verdadeiro fenómeno, um verdadeiro poço de força, de velocidade e acima de tudo, de qualidade.
Marcou golos, golos e golos. Para todos os gostos e feitios, diga-se. Alguns estão na retina dos adeptos de todo o Mundo, como um apontado ao Compostela pelo Barcelona, onde "levou" toda a equipa adversária "atrás de si"; e um apontado ao Manchester United pelo Real Madrid, onde rematou do "meio da rua".
Estes e outros golos para ver no vídeo abaixo.
A mim resta-me dizer: Obrigado Ronaldo !
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