(Fábio Pires preparava-se para iniciar a quarta temporada consecutiva no Santiago.)
É mais uma notícia trágica para o futebol português. O açoriano Fábio Pires, de vinte e nove anos, e que até à data representava o Santiago, da III Divisão Nacional, faleceu ontem, depois de ter caído inanimado durante um jogo de futebol de sete, que disputava com amigos.
O jogador de imediato foi transportado ao Centro de Saúde de Vila Franca do Campo, onde acabaria por falecer.
Segundo palavras de Tó Zé, amigo e colega de equipa de Fábio Pires no Santiago, a situação do defesa/médio direito foi idêntica à de Miki Féher, pois caiu inanimado de costas, segundos depois de ter ajeitado as meias.
Nascido a 22 de Janeiro de 1983 em São Miguel, Fábio Pires iniciou a sua carreira ao serviço do Operário, tendo-se estreado pela equipa sénior ainda com idade júnior.
Em 05/06 mudou-se para o Continente, onde jogou no Esposende, voltando depois para os Açores, para representar o Micaelense, de onde saiu para regressar ao Operário, antes de ingressar no Santiago em 09/10, clube pelo qual ia começar brevemente a quarta temporada consecutiva.
O funeral de Fábio Pires deverá-se realizar, ao que tudo indica, este fim-de-semana.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
III Divisão: Faleceu Fábio Pires
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Futebol Feminino: Sub-19 caem nas Meias-Finais
(Diana Silva em acção frente à Espanha, durante o jogo de ontem.)
Acabou ontem, nas Meias-Finais, o percurso da Selecção feminina portuguesa no Campeonato da Europa de Sub-19. A selecção portuguesa está, ainda assim, de parabéns pela sua prestação.Na Meia-Final, a adversária das tugas, foi a Espanha, que venceu por uma bola a zero, com o golo do triunfo a ser apontado por Raquel Pinel aos 87' minutos.
Portugal ficou assim pelo caminho, depois de ter sido segundo classificado na fase de grupos, fruto de um empate a zero frente à Turquia, e de uma vitória por 1-0 sobre a Roménia. Também por 1-0, Portugal havia perdido com a Dinamarca.
A final do Euro disputa-se no próximo sábado em Antalya, Turquia, e colocará frente-a-frente Espanha e Suécia - as suecas eliminaram a Dinamarca nas Meias-Finais, vencendo por 3-1.
II Divisão: Est. Vendas Novas também desiste
(Na temporada 11/12, o EV Novas empatou em Mafra a uma bola.)
Por lapso, o 'Conversas Redondas' não noticiou na semana passada, mais uma desistência na II Divisão Nacional, neste caso do Estrela de Vendas Novas, que disputou a Zona Sul na temporada anterior, tendo terminado na nona posição.
O clube alentejano aponta à escassez de apoios e à actual conjuntura económica do País, como principais factores para este desfecho, que atira com o Estrela da II Divisão Nacional, para a II Divisão Distrital da AF Évora.
A isto, junta-se ainda a crise directiva que o clube enfrenta, e que levou os sócios a elegerem uma comissão administrativa provisória, de forma a que a inscrição nos Distritais seja efectuada.
Segundo avançou o jornal 'Record' na passada semana, o futebol de formação e outras modalidades do clube, como é o caso do atletismo, também estão em risco de extinção.
Depois de duas subidas consecutivas, que colocaram o clube na II Divisão Nacional, os alentejanos disputaram então o terceiro escalão pela quinta vez na sua história, e obtiveram também a melhor classificação de sempre neste campeonato - nono lugar.
Por lapso, o 'Conversas Redondas' não noticiou na semana passada, mais uma desistência na II Divisão Nacional, neste caso do Estrela de Vendas Novas, que disputou a Zona Sul na temporada anterior, tendo terminado na nona posição.
O clube alentejano aponta à escassez de apoios e à actual conjuntura económica do País, como principais factores para este desfecho, que atira com o Estrela da II Divisão Nacional, para a II Divisão Distrital da AF Évora.
A isto, junta-se ainda a crise directiva que o clube enfrenta, e que levou os sócios a elegerem uma comissão administrativa provisória, de forma a que a inscrição nos Distritais seja efectuada.
Segundo avançou o jornal 'Record' na passada semana, o futebol de formação e outras modalidades do clube, como é o caso do atletismo, também estão em risco de extinção.
Depois de duas subidas consecutivas, que colocaram o clube na II Divisão Nacional, os alentejanos disputaram então o terceiro escalão pela quinta vez na sua história, e obtiveram também a melhor classificação de sempre neste campeonato - nono lugar.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
II Divisão: Macedo de Cavaleiros vai desistir
(Na temporada 11/12, o Macedo de Cavaleiros venceu em Lousada por 2-1.)
Segundo avança o jornal desportivo 'OJOGO' na sua edição impressa de hoje, o Macedo de Cavaleiros, décimo classificado na Zona Norte da II Divisão 11/12, vai desistir da participação no terceiro escalão do futebol português.
Em causa está a recusa da Câmara Municipal da mesma localidade, em atribuir os cento e oitenta mil euros que o presidente do clube esperava.
Após uma assembleia geral realizada na passada segunda-feira, e que contou com a presença de cerca de duzentos sócios, a direcção do clube macedense decidiu demitir-se em bloco, e como não foram encontradas soluções, o abandono da competição será comunicado à FPF nos próximos dias.
Sendo assim, está aberta mais uma vaga nos campeonatos nacionais, o que deverá fazer com que mais algum segundo classificado dos Distritais, suba de divisão, à semelhança do que já aconteceu com Salgueiros, Tires, U. Lamas, Taipas e Parada.
O Macedo de Cavaleiros ia para a sua terceira temporada consecutiva na II Divisão, e tinha já cerca de quinze jogadores garantidos no plantel. Em 10/11, foi uma das grandes surpresas da Zona Norte, tendo terminado o campeonato na oitava posição.
Segundo avança o jornal desportivo 'OJOGO' na sua edição impressa de hoje, o Macedo de Cavaleiros, décimo classificado na Zona Norte da II Divisão 11/12, vai desistir da participação no terceiro escalão do futebol português.
Em causa está a recusa da Câmara Municipal da mesma localidade, em atribuir os cento e oitenta mil euros que o presidente do clube esperava.
Após uma assembleia geral realizada na passada segunda-feira, e que contou com a presença de cerca de duzentos sócios, a direcção do clube macedense decidiu demitir-se em bloco, e como não foram encontradas soluções, o abandono da competição será comunicado à FPF nos próximos dias.
Sendo assim, está aberta mais uma vaga nos campeonatos nacionais, o que deverá fazer com que mais algum segundo classificado dos Distritais, suba de divisão, à semelhança do que já aconteceu com Salgueiros, Tires, U. Lamas, Taipas e Parada.
O Macedo de Cavaleiros ia para a sua terceira temporada consecutiva na II Divisão, e tinha já cerca de quinze jogadores garantidos no plantel. Em 10/11, foi uma das grandes surpresas da Zona Norte, tendo terminado o campeonato na oitava posição.
Rui Alves ameaça extinguir Nacional
(Danielson e Claudemir festejam o segundo golo do Nacional, na última jornada de 11/12.)
É mais uma declaração radical de Rui Alves, presidente do Nacional, que desta vez ameaça extinguir o clube - vai para a décima primeira temporada consecutiva no primeiro escalão - fruto dos cortes financeiros no desporto, promovidos pelo Governo Regional madeirense.
O dirigente alvinegro, disse em declarações à rádio 'Antena 1', que está a pensar em abandonar o dirigismo ainda antes da temporada começar, e que juntamente com os restantes elementos da direcção nacionalista, vai ponderar a eventual extinção não só do clube, como também da SAD:
"Penso despedir-me do dirigismo desportivo ainda antes da época começar. Porventura, iremos analisar juridicamente a eventual extinção do clube e da SAD. Vamos analisar e ponderar as consequências, na certeza de que, como já adiantei, estas reuniões pareceram-me tipo Laurentino Dias, no sentido de se ouvir muito para não escutar nada."
Rui Alves foi 'mais longe', fazendo uma espécie de apelo aos dirigentes das restantes colectividades madeirenses, para que todos abandonem os projectos em que estão inseridos, referindo que as famílias madeirenses enfrentam depressões, fruto do desemprego e de terem filhos sem formação desportiva:
"Julgo que globalmente os dirigentes deviam abandonar os clubes, porque aquilo que é a depressão que acontece nas famílias madeirenses, fruto do desemprego e de dificuldades acrescidas no apoio social, acusa também a pressão de ter filhos sem formação desportiva. No meu ponto de vista, há que ter uma reação. Houve um completo autismo em relação às propostas dos dirigentes. É mentira que tenham contribuído para alguma coisa."
Recordo que na temporada 11/12, foram várias as colectividades madeirenses sem condições financeiras para deslocações ao Continente, tendo como casos mais 'mediáticos' os do Madeira SAD, no andebol, e do Machico, no voleibol, sendo que a formação machiquense acabou mesmo por desistir do campeonato, durante o decorrer da temporada.
É mais uma declaração radical de Rui Alves, presidente do Nacional, que desta vez ameaça extinguir o clube - vai para a décima primeira temporada consecutiva no primeiro escalão - fruto dos cortes financeiros no desporto, promovidos pelo Governo Regional madeirense.
O dirigente alvinegro, disse em declarações à rádio 'Antena 1', que está a pensar em abandonar o dirigismo ainda antes da temporada começar, e que juntamente com os restantes elementos da direcção nacionalista, vai ponderar a eventual extinção não só do clube, como também da SAD:
"Penso despedir-me do dirigismo desportivo ainda antes da época começar. Porventura, iremos analisar juridicamente a eventual extinção do clube e da SAD. Vamos analisar e ponderar as consequências, na certeza de que, como já adiantei, estas reuniões pareceram-me tipo Laurentino Dias, no sentido de se ouvir muito para não escutar nada."
Rui Alves foi 'mais longe', fazendo uma espécie de apelo aos dirigentes das restantes colectividades madeirenses, para que todos abandonem os projectos em que estão inseridos, referindo que as famílias madeirenses enfrentam depressões, fruto do desemprego e de terem filhos sem formação desportiva:
"Julgo que globalmente os dirigentes deviam abandonar os clubes, porque aquilo que é a depressão que acontece nas famílias madeirenses, fruto do desemprego e de dificuldades acrescidas no apoio social, acusa também a pressão de ter filhos sem formação desportiva. No meu ponto de vista, há que ter uma reação. Houve um completo autismo em relação às propostas dos dirigentes. É mentira que tenham contribuído para alguma coisa."
Recordo que na temporada 11/12, foram várias as colectividades madeirenses sem condições financeiras para deslocações ao Continente, tendo como casos mais 'mediáticos' os do Madeira SAD, no andebol, e do Machico, no voleibol, sendo que a formação machiquense acabou mesmo por desistir do campeonato, durante o decorrer da temporada.
sábado, 7 de julho de 2012
O fim do Glasgow Rangers FC
(Pelo menos durante as próximas três temporadas, Celtic e Rangers não se vão defrontar.)
No passado mês de Junho, foi declarada falência de um dos maiores clubes do Reino Unido: o Glasgow Rangers Football Club, da Escócia.
Confesso que me fez alguma confusão, não porque goste de clube, até porque não tenho qualquer tipo de relação/sentimento com o mesmo, mas sim porque se tratava de um clube histórico, não só no seu próprio País, como no próprio futebol europeu.
Os 'protestantes' entraram na época 11/12, sendo tri-campeões escoceses em título, e tendo uma dívida estimada em mais de vinte e cinco milhões de euros.
Em Fevereiro, o Rangers seguia a quatro pontos do líder e grande rival, Celtic, mas pediu ajuda externa financeira, o que lhe valeu automaticamente uma subtracção de dez pontos por parte da Liga escocesa, o que fez com os azuis de Glasgow, ficassem a catorze pontos da liderança, e praticamente arredados da hipótese de lutarem pelo tetra-campeonato.
Com isto, veio o impedimento de contratar jogadores com mais de dezoito anos nos doze meses seguintes, salários em atraso, que foram depois reduzidos de forma a equilibrar ainda mais as finanças, e o conhecimento de uma dívida de noventa milhões de euros ao Fisco escocês.
Ao fim de cento e trinta e nove anos de história, o Glasgow Rangers FC fechou portas no dia 14 de Junho, refundando-se de seguida, agora com o nome de Rangers FC, e que terá que começar por disputar a III Divisão, uma vez que a sua manutenção na Premier League escocesa, foi rejeitada por larga maioria pelos clubes que compõem o primeiro escalão.
Depois de explicado o 'problema', é tempo de algumas 'reflexões': não haveria ninguém capaz de salvar o clube? Não poderia o próprio governo intervir? Não poderiam os restantes clubes terem votado a favor da continuação do Rangers na primeira divisão, apesar do novo nome?
O único clube que se mostrou disponível para ajudar o Rangers antes da insolvência financeira, foi o...Celtic, que é apenas e só, o seu maior rival de sempre.
É-me difícil de acreditar, que ninguém poderia ter ajudado o Rangers. Nem que o clube descesse escalão a escalão, como aconteceu com o Leeds United ou até com o Boavista, mas que não fechasse portas, desse por onde desse.
Este não é o futebol em que eu acredito. Este não é o futebol que eu adoro.
Há seis épocas atrás, o Rangers defrontou o FC Porto na Liga dos Campeões. E fez quatro pontos. Agora vai para a III Divisão, e o que ficou para trás, é como se já não existisse.
No passado mês de Junho, foi declarada falência de um dos maiores clubes do Reino Unido: o Glasgow Rangers Football Club, da Escócia.
Confesso que me fez alguma confusão, não porque goste de clube, até porque não tenho qualquer tipo de relação/sentimento com o mesmo, mas sim porque se tratava de um clube histórico, não só no seu próprio País, como no próprio futebol europeu.
Os 'protestantes' entraram na época 11/12, sendo tri-campeões escoceses em título, e tendo uma dívida estimada em mais de vinte e cinco milhões de euros.
Em Fevereiro, o Rangers seguia a quatro pontos do líder e grande rival, Celtic, mas pediu ajuda externa financeira, o que lhe valeu automaticamente uma subtracção de dez pontos por parte da Liga escocesa, o que fez com os azuis de Glasgow, ficassem a catorze pontos da liderança, e praticamente arredados da hipótese de lutarem pelo tetra-campeonato.
Com isto, veio o impedimento de contratar jogadores com mais de dezoito anos nos doze meses seguintes, salários em atraso, que foram depois reduzidos de forma a equilibrar ainda mais as finanças, e o conhecimento de uma dívida de noventa milhões de euros ao Fisco escocês.
Ao fim de cento e trinta e nove anos de história, o Glasgow Rangers FC fechou portas no dia 14 de Junho, refundando-se de seguida, agora com o nome de Rangers FC, e que terá que começar por disputar a III Divisão, uma vez que a sua manutenção na Premier League escocesa, foi rejeitada por larga maioria pelos clubes que compõem o primeiro escalão.
Depois de explicado o 'problema', é tempo de algumas 'reflexões': não haveria ninguém capaz de salvar o clube? Não poderia o próprio governo intervir? Não poderiam os restantes clubes terem votado a favor da continuação do Rangers na primeira divisão, apesar do novo nome?
O único clube que se mostrou disponível para ajudar o Rangers antes da insolvência financeira, foi o...Celtic, que é apenas e só, o seu maior rival de sempre.
É-me difícil de acreditar, que ninguém poderia ter ajudado o Rangers. Nem que o clube descesse escalão a escalão, como aconteceu com o Leeds United ou até com o Boavista, mas que não fechasse portas, desse por onde desse.
Este não é o futebol em que eu acredito. Este não é o futebol que eu adoro.
Há seis épocas atrás, o Rangers defrontou o FC Porto na Liga dos Campeões. E fez quatro pontos. Agora vai para a III Divisão, e o que ficou para trás, é como se já não existisse.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
América do Sul: Corinthians vence Libertadores
Pela primeira vez na sua história, os brasileiros do Corinthians, venceram a Taça Libertadores, que é a maior prova de clubes na América.
Na segunda mão da final, o Timão venceu o Boca Juniors por 2-0, com um bis de Emerson Sheik, e conquistou o troféu no seu estádio, levando à loucura os vinte e cinco milhões de adeptos que possuí.
A primeira parte foi esquisita. Tão esquisita que teve cinco minutos de compensação, e zero oportunidades flagrantes de golo.
O guarda-redes do Boca, Orión, depois de um choque com o companheiro de equipa Somoza, caiu três vezes no relvado, e teve mesmo de ser substituído aos 33' minutos.
Do lado do Corinthians, Alex estava confiante em fazer um golo, e efectuou quatro disparos de fora de área, mas sempre sem grandes dificuldades de defesa para os guardiães do Boca.
Veio o segundo tempo, com o início retardado. Nunca um jogo da Libertadores começa a horas, fará a segunda parte. Mas adiante. Sosa que havia substituído Oríon, foi 'obrigado' a trocar de calções, momentos antes do segundo tempo começar.
Troca efectuada, não demorou muito a acontecer o primeiro golo da partida: canto para o Corinthians aos 54', calcanhar de Danilo a isolar Emerson, e o avançado com muita classe, a dominar a bola de peito e a bater Sebastián Sosa para o 1-0.
O Pacaembu explodia de alegria, e o técnico do Boca demorou um pouco a mexer: só aos 66', é que lançou Cvitanich por troca com Pablo Ledesma.
Obrigados a crescer no terreno para anularem a desvantagem, os argentinos estiveram em noite não, acusando também o mau rendimento de Riquelme. Mouche, foi quem teve a única ocasião de golo do Boca, mas cabeceou à figura de Cássio.
Aos 72', as aspirações de Boca Juniores acabariam por morrer: mau passe de Schiavi, a colocar a bola nos pés de Emerson, e o brasileiro internacional A pelo Catar, a arrancar decidido rumo à baliza, e a deixar Caruzzo autenticamente 'nas covas', batendo depois Sosa tranquilamente.
Daí até ao final da partida, o jogo morreu e perdeu interesse, o que é normal, tendo em conta que além de um Boca Juniors muito desinspirado, havia um Corinthians já com as duas mãos na Taça.
Importa também acrescentar que o Timão venceu a Libertadores de forma invicta, pois em catorze partidas, empatou seis e venceu oito. Ontem, Liedson entrou nos descontos.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio Pacaembu, em São Paulo - Brasil
Árbitro Principal: Wilmar Roldán (Colômbia)
Corinthians (4-4-2): Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Alex (Douglas 89') e Danilo; Emerson (Liedson 90+1') e Jorge Henrique (Wallace 90+2').
Treinador: Tite. Suplentes Não Utilizados: Júlio César; Ramon, Marquinhos e Romarinho.
Boca Juniors (4-4-2): Orión (Sosa 33'); Franco Sosa, Schiavi, Caruzzo e Clemente Rodríguez; Somoza, Pablo Ledesma (Cvitanich 66'), Erviti e Riquelme; Santiago Silva e Mouche (Viatri 82').
Treinador: Julio Falcioni. Suplentes Não Utilizados: Sauro, Rivero, Erbes e Sánchez Miño.
Disciplina:
Amarelos: Chicão 05'; Mouche 05'; Santiago Silva 44'; Schiavi 52'; Caruzzo 55'; Jorge Henrique 58'; Leandro Castán 71'.
Marcador: 1-0 Emerson 54'; 2-0 Emerson 72'.
Na segunda mão da final, o Timão venceu o Boca Juniors por 2-0, com um bis de Emerson Sheik, e conquistou o troféu no seu estádio, levando à loucura os vinte e cinco milhões de adeptos que possuí.
A primeira parte foi esquisita. Tão esquisita que teve cinco minutos de compensação, e zero oportunidades flagrantes de golo.
O guarda-redes do Boca, Orión, depois de um choque com o companheiro de equipa Somoza, caiu três vezes no relvado, e teve mesmo de ser substituído aos 33' minutos.
Do lado do Corinthians, Alex estava confiante em fazer um golo, e efectuou quatro disparos de fora de área, mas sempre sem grandes dificuldades de defesa para os guardiães do Boca.
Veio o segundo tempo, com o início retardado. Nunca um jogo da Libertadores começa a horas, fará a segunda parte. Mas adiante. Sosa que havia substituído Oríon, foi 'obrigado' a trocar de calções, momentos antes do segundo tempo começar.
Troca efectuada, não demorou muito a acontecer o primeiro golo da partida: canto para o Corinthians aos 54', calcanhar de Danilo a isolar Emerson, e o avançado com muita classe, a dominar a bola de peito e a bater Sebastián Sosa para o 1-0.
O Pacaembu explodia de alegria, e o técnico do Boca demorou um pouco a mexer: só aos 66', é que lançou Cvitanich por troca com Pablo Ledesma.
Obrigados a crescer no terreno para anularem a desvantagem, os argentinos estiveram em noite não, acusando também o mau rendimento de Riquelme. Mouche, foi quem teve a única ocasião de golo do Boca, mas cabeceou à figura de Cássio.
Aos 72', as aspirações de Boca Juniores acabariam por morrer: mau passe de Schiavi, a colocar a bola nos pés de Emerson, e o brasileiro internacional A pelo Catar, a arrancar decidido rumo à baliza, e a deixar Caruzzo autenticamente 'nas covas', batendo depois Sosa tranquilamente.
Daí até ao final da partida, o jogo morreu e perdeu interesse, o que é normal, tendo em conta que além de um Boca Juniors muito desinspirado, havia um Corinthians já com as duas mãos na Taça.
Importa também acrescentar que o Timão venceu a Libertadores de forma invicta, pois em catorze partidas, empatou seis e venceu oito. Ontem, Liedson entrou nos descontos.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio Pacaembu, em São Paulo - Brasil
Árbitro Principal: Wilmar Roldán (Colômbia)
Corinthians (4-4-2): Cássio; Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Fábio Santos; Paulinho, Ralf, Alex (Douglas 89') e Danilo; Emerson (Liedson 90+1') e Jorge Henrique (Wallace 90+2').
Treinador: Tite. Suplentes Não Utilizados: Júlio César; Ramon, Marquinhos e Romarinho.
Boca Juniors (4-4-2): Orión (Sosa 33'); Franco Sosa, Schiavi, Caruzzo e Clemente Rodríguez; Somoza, Pablo Ledesma (Cvitanich 66'), Erviti e Riquelme; Santiago Silva e Mouche (Viatri 82').
Treinador: Julio Falcioni. Suplentes Não Utilizados: Sauro, Rivero, Erbes e Sánchez Miño.
Disciplina:
Amarelos: Chicão 05'; Mouche 05'; Santiago Silva 44'; Schiavi 52'; Caruzzo 55'; Jorge Henrique 58'; Leandro Castán 71'.
Marcador: 1-0 Emerson 54'; 2-0 Emerson 72'.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Nuno Gomes reforça Blackburn
(Depois da Fiorentina entre 2000 e 2002, Nuno Gomes voltará a jogar no estrangeiro.)
O internacional português Nuno Gomes, vai abraçar um novo projecto no estrangeiro, tendo-se tornado jogador do Blackburn Rovers de Inglaterra, para as próximas duas temporadas.
Recorde-se que o avançado natural de Amarante, estava em final de contrato com o Sp. Braga, e apesar de ter recebido um convite para permanecer na estrutura bracarense, como director, optou por dar um novo rumo à sua carreira, a poucos dias de completar trinta e seis anos.
Na temporada 12/13, o Blackburn vai participar no Championship, que é o escalão equivalente à nossa Liga Orangina. Os 'rovers' não evitaram a descida da Premier League, e além de Nuno Gomes, contratam o também português, e também avançado, Fábio Nunes, que passou pela formação de Portimonense e FC Porto, antes de jogar na equipa bê do Parma de Itália.
Em comunicado no seu site oficial, os dirigentes rovers destacam a experiência de Nuno Gomes, acreditando que esta vai fortalecer a equipa.
Esta será a segunda experiência de Nuno Gomes fora de Portugal, depois da passagem pela Fiorentina de Itália, nas temporadas 00/01 e 01/02.
O internacional português Nuno Gomes, vai abraçar um novo projecto no estrangeiro, tendo-se tornado jogador do Blackburn Rovers de Inglaterra, para as próximas duas temporadas.
Recorde-se que o avançado natural de Amarante, estava em final de contrato com o Sp. Braga, e apesar de ter recebido um convite para permanecer na estrutura bracarense, como director, optou por dar um novo rumo à sua carreira, a poucos dias de completar trinta e seis anos.
Na temporada 12/13, o Blackburn vai participar no Championship, que é o escalão equivalente à nossa Liga Orangina. Os 'rovers' não evitaram a descida da Premier League, e além de Nuno Gomes, contratam o também português, e também avançado, Fábio Nunes, que passou pela formação de Portimonense e FC Porto, antes de jogar na equipa bê do Parma de Itália.
Em comunicado no seu site oficial, os dirigentes rovers destacam a experiência de Nuno Gomes, acreditando que esta vai fortalecer a equipa.
Esta será a segunda experiência de Nuno Gomes fora de Portugal, depois da passagem pela Fiorentina de Itália, nas temporadas 00/01 e 01/02.
domingo, 1 de julho de 2012
Euro 2012: Espanha campeã europeia
E ninguém pára a Espanha. Os espanhóis golearam a Itália por 4-0 na final do Euro, e somaram o terceiro título consecutivo, depois do Euro 2008 e do Mundial 2010.
David Silva aos 14', Jordi Alba aos 41', Fernando Torres aos 86' e Mata aos 88', foram os autores dos golos do robusto triunfo espanhol.
O empate na jornada inaugural do Grupo C, entre transalpinos e espanhóis, criou a ideia de que a final seria equilibrada. Pura ilusão. Se é verdade que os italianos entraram a pressionar forte na partida, também é verdade que rapidamente essa pressão deu lugar à troca de bola dos espanhóis, que apertaram por completo o cerco à baliza de Buffon.
Aos onze minutos, Iniesta ficou perto de marcar, com um remate que passou pouco por cima da baliza italiana, mas apenas três minutos depois, Fàbregas depois de ganhar vários ressaltos junto à linha do fundo, cruzou primorosamente para a cabeça do pequenino David Silva, que abriu o activo.
Como se já não bastasse estar a perder, Cesare Prandelli foi obrigado a fazer a primeira substituição logo aos 21' minutos, por lesão de Chiellini.
Pirlo, demasiado encostado aos centrais, não conseguia pegar no jogo, face à forte pressão espanhola, e a 'Squadra Azzurra' acusou o 'toque'. Tanto acusou, que a quatro minutos do intervalo, Jordi Alba, assistido com grande qualidade por Xavi, não teve dificuldades em fazer o 2-0.
Ao intervalo, Prandelli lançou Di Natale por troca com Cassano, e aos 56', tirou Montolivo, lançando Thiago Motta. Com mais de meia hora pela frente, a Itália esgotava as substituições, e essa acabaria por ser a principal razão para a goleada sofrida.
É que quatro minutos depois de ter entrado, Thiago Motta sofreu uma lesão muscular, o que fez com que a sua equipa tivesse de jogar com menos uma unidade, durante cerca de trinta minutos.
Sem acelerar, a Espanha espalhou o seu 'perfume', continuou a 'cercar' a baliza italiana, e acabaria por fazer mais dois golos: aos 86', marcou Torres, que assim se sagrou o melhor marcador da prova; e aos 88', marcou Mata, que havia entrado dois minutos antes, e que fez a sua estreia nesta edição do Euro.
Quanto à equipa de arbitragem portuguesa, esteve em bom plano.
Depois de tudo isto, podemos dizer que Portugal foi a equipa que mais perto ficou de quebrar a hegemonia espanhola, e que o desafio de destronar a Espanha, continua.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio Olímpico de Kiev, em Kiev - Ucrânia
Equipa de Arbitragem composta por: Pedro Proença (Árbitro Principal - Portugal); Ricardo Santos, Bertino Miranda, Jorge Sousa e Duarte Gomes (Árbitros Assistentes - Portugal)
Espanha (4-3-3): Casillas; Arbeloa, Sergio Ramos, Piqué e Jordi Alba; Busquets, Xavi e Xabi Alonso; Iniesta (Mata 86'), Fàbregas (Fernando Torres 75') e David Silva (Pedro 59').
Treinador: Vicente Del Bosque. Suplentes Não Utilizados: Reina e Valdés; Raúl Albiol, Javi Martínez, Juanfran, Santi Cazorla, Jesús Navas, Negredo e Llorente.
Itália (4-4-2): Buffon; Abate, Bonucci, Barzagli e Chiellini (Balzaretti 21'); Pirlo, De Rossi, Marchisio e Montolivo (Thiago Motta 56'); Balotelli e Cassano (Di Natale 45').
Treinador: Cesare Prandelli. Suplentes Não Utilizados: Sirigu e De Sanctis; Ogbonna, Maggio, Nocerino, Giaccherini, Borini, Giovinco e Diamanti.
Disciplina:
Amarelos: Piqué 25'; Barzagli 45'.
Marcador: 1-0 David Silva 14'; 2-0 Jordi Alba 41'; 3-0 Fernando Torres 86'; 4-0 Mata 88'.
David Silva aos 14', Jordi Alba aos 41', Fernando Torres aos 86' e Mata aos 88', foram os autores dos golos do robusto triunfo espanhol.
O empate na jornada inaugural do Grupo C, entre transalpinos e espanhóis, criou a ideia de que a final seria equilibrada. Pura ilusão. Se é verdade que os italianos entraram a pressionar forte na partida, também é verdade que rapidamente essa pressão deu lugar à troca de bola dos espanhóis, que apertaram por completo o cerco à baliza de Buffon.
Aos onze minutos, Iniesta ficou perto de marcar, com um remate que passou pouco por cima da baliza italiana, mas apenas três minutos depois, Fàbregas depois de ganhar vários ressaltos junto à linha do fundo, cruzou primorosamente para a cabeça do pequenino David Silva, que abriu o activo.
Como se já não bastasse estar a perder, Cesare Prandelli foi obrigado a fazer a primeira substituição logo aos 21' minutos, por lesão de Chiellini.
Pirlo, demasiado encostado aos centrais, não conseguia pegar no jogo, face à forte pressão espanhola, e a 'Squadra Azzurra' acusou o 'toque'. Tanto acusou, que a quatro minutos do intervalo, Jordi Alba, assistido com grande qualidade por Xavi, não teve dificuldades em fazer o 2-0.
Ao intervalo, Prandelli lançou Di Natale por troca com Cassano, e aos 56', tirou Montolivo, lançando Thiago Motta. Com mais de meia hora pela frente, a Itália esgotava as substituições, e essa acabaria por ser a principal razão para a goleada sofrida.
É que quatro minutos depois de ter entrado, Thiago Motta sofreu uma lesão muscular, o que fez com que a sua equipa tivesse de jogar com menos uma unidade, durante cerca de trinta minutos.
Sem acelerar, a Espanha espalhou o seu 'perfume', continuou a 'cercar' a baliza italiana, e acabaria por fazer mais dois golos: aos 86', marcou Torres, que assim se sagrou o melhor marcador da prova; e aos 88', marcou Mata, que havia entrado dois minutos antes, e que fez a sua estreia nesta edição do Euro.
Quanto à equipa de arbitragem portuguesa, esteve em bom plano.
Depois de tudo isto, podemos dizer que Portugal foi a equipa que mais perto ficou de quebrar a hegemonia espanhola, e que o desafio de destronar a Espanha, continua.
Ficha de Jogo:
Jogo realizado no Estádio Olímpico de Kiev, em Kiev - Ucrânia
Equipa de Arbitragem composta por: Pedro Proença (Árbitro Principal - Portugal); Ricardo Santos, Bertino Miranda, Jorge Sousa e Duarte Gomes (Árbitros Assistentes - Portugal)
Espanha (4-3-3): Casillas; Arbeloa, Sergio Ramos, Piqué e Jordi Alba; Busquets, Xavi e Xabi Alonso; Iniesta (Mata 86'), Fàbregas (Fernando Torres 75') e David Silva (Pedro 59').
Treinador: Vicente Del Bosque. Suplentes Não Utilizados: Reina e Valdés; Raúl Albiol, Javi Martínez, Juanfran, Santi Cazorla, Jesús Navas, Negredo e Llorente.
Itália (4-4-2): Buffon; Abate, Bonucci, Barzagli e Chiellini (Balzaretti 21'); Pirlo, De Rossi, Marchisio e Montolivo (Thiago Motta 56'); Balotelli e Cassano (Di Natale 45').
Treinador: Cesare Prandelli. Suplentes Não Utilizados: Sirigu e De Sanctis; Ogbonna, Maggio, Nocerino, Giaccherini, Borini, Giovinco e Diamanti.
Disciplina:
Amarelos: Piqué 25'; Barzagli 45'.
Marcador: 1-0 David Silva 14'; 2-0 Jordi Alba 41'; 3-0 Fernando Torres 86'; 4-0 Mata 88'.
Atletismo: Dulce Félix conquista ouro em Helsínquia
(Dulce Félix conquistou a medalha de ouro nos 10.000 metros.)
A atleta portuguesa Dulce Félix, sagrou-se esta tarde, em Helsínquia, campeã europeia nos 10.000 metros, superando a inglesa Jo Pavey e a ucraniana Olha Skrypak.
Ana Dulce Félix demorou 31m44s75 a concluir a prova, mais cinco segundos que Jo Pavey, e mais sete que Olha Skrypiak.
Também nos 10.000 metros, participaram mais duas atletas portuguesas, sendo que Ana Dias terminou a prova em 32m35s82, e Leonor Carneiro em 33m05s92.
Depois do bronze conquistado por Sara Moreira nos 5.000 metros, e da prata conquistada por Patrícia Mamona no triplo salto, esta é a terceira medalha que Portugal arrecada nos Europeus de Atletismo, que decorrem em Helsínquia, na Finlândia, e que servem de antecâmara para os Jogos Olímpicos de Londres, que como é sabido, arrancam no próximo dia 27 deste mês.
A atleta portuguesa Dulce Félix, sagrou-se esta tarde, em Helsínquia, campeã europeia nos 10.000 metros, superando a inglesa Jo Pavey e a ucraniana Olha Skrypak.
Ana Dulce Félix demorou 31m44s75 a concluir a prova, mais cinco segundos que Jo Pavey, e mais sete que Olha Skrypiak.
Também nos 10.000 metros, participaram mais duas atletas portuguesas, sendo que Ana Dias terminou a prova em 32m35s82, e Leonor Carneiro em 33m05s92.
Depois do bronze conquistado por Sara Moreira nos 5.000 metros, e da prata conquistada por Patrícia Mamona no triplo salto, esta é a terceira medalha que Portugal arrecada nos Europeus de Atletismo, que decorrem em Helsínquia, na Finlândia, e que servem de antecâmara para os Jogos Olímpicos de Londres, que como é sabido, arrancam no próximo dia 27 deste mês.
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