(Na primeira volta, Vila e Cerco empataram a dois no Parque Soares dos Reis.)
O jogo entre Cerco do Porto e Vila, a contar para a Jornada 35 da Série 1 da II Divisão da AF Porto, e que estava marcado para o passado domingo, dia dezassete, não se realizou devido ao facto da comitiva do Vila ter sido agredida, alegadamente por directores e atletas do Cerco do Porto.
A turma gaiense do Vila FC, que à entrada para a jornada trinta e cinco ocupava a terceira posição com 71 pontos, a um da dupla de líderes que era precisamente composta pelo Cerco e também pelo Pedroso, terá sido proibida de entrar nas instalações do Complexo Desportivo da Campanhã, casa habitual do FC Cerco do Porto.
A comitiva do Vila terá sido agredida no momento em que saiu do autocarro, regressando pouco tempo depois a "casa", apresentando ainda queixa numa esquadra da PSP do Porto.
Os responsáveis do clube gaiense alegam ainda falta de condições de segurança para a realização da partida, e fonte próxima do "ConversasRedondas" relatou ao blog, que dois dos alegados agressores foram Fajó e Valkirio, ambos atletas do FC Cerco do Porto. A mesma fonte referiu ainda que um director do clube da casa terá também agredido elementos da comitiva gaiense, que terá sido "atacada" por mais de trinta pessoas afectas ao Cerco do Porto.
Do lado do clube portuense, António Pereira presidente do Cerco, falou à edição de segunda-feira do "Jornal de Notícias" garantindo que as condições de segurança para a realização da partida estavam garantidas e alega que a comitiva gaiense provocou os adeptos locais.
Ambos os clubes esperam agora uma decisão oficial por parte da AF Porto, sendo que o jogo deverá ser novamente realizado, uma vez que dois directores do Vila FC, terão voltado ao estádio já depois de terem abandonado as instalações na Campanhã, para entregarem as respectivas fichas de jogo à equipa de arbitragem.
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