sábado, 11 de agosto de 2012

Jogos Olímpicos: Brasil falha Ouro

(Oribe Peralta, grande figura da final olímpica, protege a bola perante a pressão de Rômulo.)
Ainda não foi desta que o Brasil se sagrou campeão olímpico. Esta tarde, em Wembley, os canarinhos deixaram-se surpreender por um México muito organizado e com a lição bem estudada, que resultou numa vitória por 2-1, com Hulk a marcar para o 'escrete'.
Ainda nem um minuto de jogo estava cumprido, e já o México festejava: Oribe Peralta aproveitou a falha de comunicação entre Rafael e Sandro, para fazer o primeiro golo da partida aos trinta segundos de jogo.
Mano Menezes lançou Hulk aos 32' minutos, para o lugar de Alex Sandro, e foi já com o avançado portista em campo, que os brasileiros foram mais perigosos no ataque, acabando bem o primeiro tempo, e entrando fortes na etapa complementar.
Mas as oportunidades de golo não surgiam ou raramente surgiam, até que Oribe Peralta voltaria a marcar, desta feita aos 75', e para fazer o 2-0, numa altura em que o Brasil já só tinha um elemento no meio-campo - Rômulo.
Aos 84', ainda houve tempo para um desentendimento entre dois brasileiros, Juan e Rafael, e à entrada para o período de descontos, Hulk fugiu bem à defensiva mexicana e bateu Corona sem dificuldades.
Aos 90+3', e após receber um passe de Neymar, Hulk cruzou na direita de forma milimétrica para a cabeça de Óscar, que completamente solto, atirou por cima, deixando fugir o prolongamento.
Ontem, a Coreia do Sul venceu o Japão por 2-0, com golos de Chu-Young Park aos 38' e de Ja-Cheol Koo aos 57', conquistando assim a medalha de bronze.
No torneio feminino, os Estados Unidos conquistaram a medalha de Ouro, após vencerem o Japão por 2-1, com um bis de Carli Lloyd aos 8' e 54' minutos, e com Yuki Ogimi a reduzir para as nipónicas aos 63' minutos.
Na disputa de terceiro e quarto lugar, o Canadá bateu a França por uma bola a zero, com o golo do triunfo a ser apontado por Diana Matheson aos 90+1', depois de um jogo em que as francesas dominaram por completo, falhando várias oportunidades de golo.
Os Jogos Olímpicos voltam dentro de quatro anos, desta feita, no Brasil.

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